17/04/2014

Vídeo: Menina

Porque eu tô faceirinha com a estreia no cargo de tia. Aí gravei essa versão de "Menina", do Teatro Mágico, para a Eliza.

Poesia cantada para o post de hoje.



P.S: Vou tentar gravar mais covers, como já tinha planejado no começo do ano.
P.P.S: Eu disse que "vou tentar".

14/04/2014

Histórias da Tia: Amanhã

É amanhã! Nem acredito!

Se preparem para alguns posts lá no Histórias da Tia.

"Já está tudo pronto, beija-flor.

Seu quarto, seu berço, sua malinha para os dias no hospital, seus bichinhos de pelúcia, sua banheira, nossos abraços, nossas vidas e, o mais importante: você."

Vem ler!

10/04/2014

O dia que não chegou


Você ainda vai me amar amanhã 
ou quando eu estiver à flor da pele? 

Você vai me amar quando 
eu estiver distante no pensamento
ou a um oceano de distância?

Você vai me amar quando eu mesma
não o fizer ou quando meu ego inflar?

Você vai me amar quando 
eu souber a resposta prontamente
ou quando a dúvida me corroer?

Você vai me amar quando meus olhos 
desbotarem e meu sorriso ficar cansado?

Você vai me amar quando eu não
souber o que dizer ou quando eu 
me decidir me silenciar?

Você vai me amar, independentemente das condições?
Se não sabe, afaste-se.
Ou me ame intensamente hoje
Como despedida
De um dia que não chegou.

08/04/2014

Histórias da Tia: Sensação

Com menos de duas semanas para a chegada da primeira sobrinha, o post de hoje foi lá no "Histórias da Tia"

"Conforme os dias diminuem, minha ansiedade aumenta. Já estou ficando sem palavras, Liz. Te vejo mexer na barriga da sua mãe e sinto palpitações - talvez seja meu coração acompanhando os seus movimentos"

Vem ler "Sensação"



04/04/2014

Nós dois entre cenas


De vez em quando, em noites saudosistas, em horas nostálgicas, em dias chuvosos ou em momentos reflexivos, me permito assistir o nosso filme. Vou para aquele canto na memória assistir a uma sessão especial de cinema. Vou sozinha, escondida, como se fosse algo proibido.

Na tela, as projeções me fazem rir. As suas palhaçadas durante o almoço ou a expressão do seu rosto quando um filme te irritava me fazem gargalhar. Poderia dar replay nesses momentos sem parar. Saiba que, pra mim, eles são antológicos.

Mas, como todo filme, tem aquele instante em que algo dá errado e a gente fica a gritar conselhos aos protagonistas, como se fossem nos ouvir. E essa sou eu, berrando para mim mesma e para você, mas ninguém me dá ouvidos. Quem me dera poder refazer esse roteiro.



Que revés, não? Agora, sendo a espectadora dessa história, vejo cada falha. Cada detalhe que nos passou batido quando éramos os personagens da trama. Uma frase dita com entonação errada sem pedido de desculpas. Um olhar distante, sem o outro querer trazê-lo de volta. Um abismo se formando, sem ninguém tentar impedir ou construir uma ponte que impedisse o afastamento brutal.

Esse é um daqueles longas com final surpreendente (e triste). Se estivesse acompanhada nesta sessão, com certeza veria olhares decepcionados e torcedores frustrados. É por isso que venho só para cá. Para não ter que lidar com perguntas difíceis e em tom indignado do tipo: “Mas por que eles não ficaram juntos?”. De indagações, já bastam as minhas.

Quando as luzes da sala acendem, anunciando o fim da exibição, saio e tranco a porta. Semana que vem, quem sabe, talvez eu volte. Ou no próximo mês. Ou até um novo filme entrar em cartaz. Mas, enquanto isso não acontece, “você e eu” ainda é o meu favorito.

02/04/2014

Sobre gostar


Eu gosto quando você me faz cantar. Gosto de quando vamos ao mercado juntos e andamos sem pressa pelos corredores. Gosto de quando você me convida para almoçar e de quando você chega na hora em que mais preciso.

Eu gosto quando você me mostra alguma curiosidade do seu diretor favorito. Gosto quando me pede pra assistir aquele documentário com você. Gosto de quando você tem coragem de se abrir e dizer que não tá se sentindo bem.

Eu gosto quando você me deixa entrar no seu mundo. Gosto quando você me leva ao seu passado ao me mostrar fotos e pinturas de alguns anos atrás. Gosto de quando você imagina nós dois numa cidade europeia.


Eu gosto quando você me pergunta se o edredom pode ser o escuro ao invés do claro. Gosto de quando você pede para eu escolher o vinho da noite. Gosto quando você faz comentários maldosos comigo durante o filme.

Eu gosto quando você curte uma música que te mostrei e quando o inverso acontece. Gosto quando você me faz filosofar e refletir sobre a vida. Gosto de como os meus medos ficam miúdos nos seus abraços.

Eu gosto de quando a gente se esbarra por aí sem querer. Gosto de quando você aparece de surpresa. Eu gosto de você apesar dos seus defeitos. Gosto que você seja falho e que me veja igualmente imperfeita e sem fantasias.


É, eu gosto de tudo isso.
Mas eu gosto mesmo, de verdade e pra valer, quando você também gosta de mim.

31/03/2014

Cupidity

Eu estava meio sem inspiração. Sei lá, acontece às vezes de ela fugir e ir aproveitar um tempo sozinha. Aí, eu me pergunto: Como vou atualizar o Cereja sem essa danada?

Bom, aí a gente usa a inspiração dos outros, como hoje. Assista "Cupidity".



"Ah, meu bem... Saber que você me ama é o suficiente"
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