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junho 2011

Textos

Com que cão eu vou?

Há duas semanas encafifamos que queríamos um cachorro novo aqui em casa (porque três já não eram suficiente, né?!).
Pensamos, pensamos e pensamos mais um pouco quanto à raça. E meu post é sobre isso: Por mais que cachorros sejam lindos, companheiros e tudo mais, não são brinquedos. Eles vão lhe custar tempo e dinheiro.
Devemos lembrar também que eles vivem anos e, como pessoas, tem suas personalidades.

1º pense no seguinte: PARA QUE você quer um cachorro?

Cada raça tem um temperamento que influencia no seu comportamento. Claro que a forma de como o bichinho será criado também conta, mas cada raça tem suas características comportamentais. Portanto, estude-as
2º quesito: quais os meus PLANOS FUTUROS?
Nem sempre lembramos disso, mas também tem que ser levado em consideração. Exemplo: Compro um cão de médio a grande porte, mas daqui 2 anos pretendo me mudar para um apartamento. E aí? Ou ainda: Comprei um Pastor Alemão e planejo, em breve, ter filhos. Não rola… Adotei um boxer, mas pretendo ter outros cães. Sabia que Boxers são ótimos cães-babás, mas detestam convívio com outros animais!?
Novamente, repito: criação influencia, mas o temperamento da raça também
3ª questão: Você terá TEMPO para se dedicar ao cão?
Parece ser fácil criar um cachorro, mas não é bem assim… Dependendo da raça, os cuidados com pelo devem ser dobrados. Ou, por genética, algumas raças tem maior incidência a certas doenças, como obesidade (Beagles), problemas respiratórios (Pugs), dermatites (Golden Retrievers e Sharpeis) e tantas outras.
Após analisarmos essas questões, optamos por uma Cocker…”cockercoisa“. Quem disse que para ser um bom cachorro tem que ter pedigree? 
Portanto, ontem fui até a ONG Vida Animal e trouxe para casa a minha feiurinha…
Muito amor por cão num post só.
Textos

Mais saxofone

Já comecei aqui uma teoria de que o saxofone está ganhando espaço no mundo pop. E, mais uma cantora resolveu deixar o instrumento fluir na música: Beyoncé.
Primeiro deixa eu falar que essa mulher é uma verdadeira DEUSA DOS PALCOS quando se apresenta. Não sou fã dela, mas tenho que reconhecer isso. 
Em sua apresentação no Glastonbury (ela encerrou o festival: a primeira mulher em 20 anos a fazer isso. Uia!), na música “Crazy in Love”, o saxofone ganhou um solo. Não só um, mas dois deles. E um trompete.
Babe com a apresentação da Rainha do Glastonbury 2011:
É muito poder pruma mulher só.
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