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julho 2012

Cereja no Mundo

Fim de viagem

É gente… Acabou. Este post foi escrito já em Guarulhos, porque nos últimos dias não deu tempo.. Os vídeos – falta um de Paris e o último de Madrid – posto hoje, de casa, com uma conexão decente. Espero que entendam e me desculpem pelo atraso. Passou tão rápido esse mês que nem acredito que já é hora de voltar. 

Para encerrar minha visita a Espanha, fui no representante da maior tradição espanhola: A Plaza de Toros las Ventas. Sou contra as touradas, que fique claro. Mas por que não conhecer as raízes do país? 

A Plaza las Ventas é a mais importante do mundo. O tour por dentro é rápido, mas interessante. Meia hora de passeio guiado em espanhol ou inglês (a sua escolha), contando sobre as origens da tourada espanhola e como são.

Em média, Madrid recebe cerca de 72 touradas por ano, de maio a outubro. A maioria delas acontece em maio porque é o mês do santo padroeiro da cidade, então, praticamente todos os dias, tem tourada. Essa é uma tradição espanhola que iniciou em 1929 em Madrid, com oito toureiros e oito touros. Geralmente, são 3 toureiros e 6 touros, com uma média de 20 minutos de “apresentação” cada.

A intenção das touradas não é ser cruel, mas artístico. O toureiro é um “dançarino” na arena, além de representar bravura por estar diante de um animal tão perigoso. Um movimento e o touro ataca para expulsar o estranho do seu território.

O movimento final da “coreografia” é o abate, infelizmente. Em países como Equador e México, o touro não é morto na frente no público, mas na Espanha ainda é permitido. A questão é que: ninguém quer ver o animal sofrer. Então, se o toureiro não acerta a espada de primeira, para o touro morrer em 10 segundos e “com dignidade”, o povo começa a não gostar.


Quando o toureiro agrada a plateia, existe uma tradição: O público abana uma bandeira branca para demonstrar satisfação… Se a grande maioria, a família real e o presidente da tourada também levantarem a bandeira, o toureiro sai pela porta da frente da Las Ventas e com um troféu: as duas orelhas do touro. Sem contar que entram pra lista (foto ao lado) dos toureiros mais bem sucedidos do mundo, já que o público madrilenho é considerado o mais difícil de se agradar.

[Atualização] 

O vídeo! 




E aí acabou. 

A viagem foi extremamente cansativa: 11 horas de voo. E como foi durante o dia, dormir não foi algo muito fácil de se fazer. Mas, tudo deu certo e agora a vontade de voltar pra casa bate forte.

Um grande beijo a todos vocês por terem acompanhado essa blogueira por uma aventura sensacional. Obrigada pela participação, pelas perguntas que enviaram e dicas que pediram. Isso tudo foi um plus que deixou a viagem ainda mais especial – siim, sou puxa saco dos meus leitores, mas é a mais pura verdade! Eu sentia, sim, um impulso por buscar informações, fazer os vídeos da melhor forma que eu pudesse, tudo para que vocês pudessem tirar boas informações do que era mostrado.

A gente continua em ritmo normal a partir dessa semana. E espero que, muito em breve, mais edições de “Cereja no Mundo” aconteçam. Novamente, um muito obrigada a vocês!

Cereja no Mundo

Mais de Paris, frustração de Versailles e outros

O título chamou a atenção, não é?! Calma que eu explico, vamos por partes. Para conseguir dar conta de editar vídeos, fotos e posts, vou resumir os últimos dois dias em Paris.

Dia 1 – Louvre, Centro George Pompidou e Sacre Coeur

Musée du Louvre

Sim, o que você ouviu sobre o Museu do Louvre é verdade: Ele é imenso! Para aproveitá-lo bem e com calma, seriam dois dias. Eu fiz um trajeto express de duas horas. Se você tem pouco tempo, como eu, o jeito é decidir o que você quer ver. Artistas italianos, franceses, espanhóis; Arte de Ásia, África, Oceania e Américas; Grécia e Roma; Antiguidades Egípcias? Essas são categorias que eu lembrei, mas tem muitas (muitas mesmo!) outras. O chamariz mesmo é a Monalisa. Um mar de gente na frente dela querendo tirar foto – sim, é permitido. Só não pode ter flash. 

A entrada para o Museu do Louvre é 11 euros – eu não paguei porque usei o Museum Pass que comprei no Hotel des Invalides. Ele é aberto todos os dias, menos na terça-feira, diferente dos demais museus que fecham na segunda.

Do Louvre, seguimos ao Centro George Pompidou, também chamado pelos parisienses de Beaubourg. Assim… Eu não entendo/curto muito arte moderna e o CGP é o maior da França nesse segmento. Então, foi um passeio que, sinceramente, se eu tivesse pago entrada, teria me arrependido. #prontofalei 

Sacré Coeur no monte Martre

Para compensar, saímos do Beauborg e fomos até a Basílica de Sacré Coeur, uma igreja linda na região de Montmartre. Ela foi construída com um mármore todo especial, de cor branca, e feita por causa de uma “aposta”. Dois generais prometeram que, se sobrevivessem a guerra, iriam construir uma igreja. Algo assim… Uma história bem bacaninha.

Não é permitido tirar fotos nem filmar dentro dela, mas, por estar no monte mais alto da cidade, só a vista que ela nos dá de Paris já é maravilhosa. E, depois de sair dela, é possível caminhar pelas ruas do bairro, com muitos cafés, creperias e artistas de rua. Mas se for comprar lembrancinhas, não compre ali, porque são mais caras. Na região de Notre-Dame e na Rue de Moufetarrd estão mais em conta e praticamente todas essas lojas de souvenires vendem as mesmas coisas.



Dia 2 – A frustração de Versailles e Musée d’Orsay

Château de Versailles

Agora vem a parte em que eu explico do por que fiquei frustrada. Pegamos o trem cedo para ir até Versailles. Foram cerca de 40 minutos até chegar lá e, quando conseguimos ver o palácio, vimos também o tanto de gente que tinha lá. Era absurdo, simples assim. A fila fazia zigue zague pelo pátio da frente do castelo e o sol reforçava a nossa vontade de não ficar na fila… Chuto que, se ficássemos, esperaríamos umas três horas para entrar.

Ok, esquece… Vamos ficar só nos jardins mesmo“. Só que aí… Estavam cobrando para entrar nos jardins também! Geralmente, ali é uma área aberta ao público e, por ser alta temporada, estavam cobrando 8 euros. Sem contar que, o jardim mais bonito (segundo me disseram, já que eu não vi) é o de Maria Antonieta, e tem que pegar um trenzinho para chegar até ele. Então, não bastasse os 8 euros, teríamos que pagar mais 15 para ir de um jardim a outro. Absurdo… Exploração descarada dos turistas, gente. Que feio!

O jeito foi dar meia volta, tirar foto da fachada, almoçar por ali mesmo e pegar o trem de volta a Paris. Fomos, então, ao Musée d’Orsay, o maior do impressionismo na França. Era uma antiga estação de metro, transformada em museu em 1986. É legal porque, além de quadros conhecidíssimos como os de Vincent Van Gogh, tem também trabalhos de arquitetura, ou seja, móveis todo arrojados e diferentes. A entrada custa 9 euros.

O melhor sorvete da vida!
Minha intenção era fazer o Citytour noturno. Afinal, queria ver a Cidade Luz em ação! Maaaaasss… Os ingressos já haviam esgotado. Mais uma frustração para o dia. Encerrei, então, comendo um sorvete MA-RA-VI-LHO-SO, da sorveteria Amorino. Descobri que tem aqui em Madrid também. O jeito vai ser repetir a dose… Sem esquecer, claro, que também provei a baguette francesa, e são realmente deliciosas. 

A comida em Paris não vai desapontar, gente. Isso é fato. E como eu andava muito (muuuuuuito), comia sem culpa nenhuma as gordices francesas e saía feliz pela rua. 

Quero aproveitar o post e agradecer a Denise Rodrigues pela companhia. Uma boa guia, sim – apesar de te dizerem que não, flor! Eu adorei, de verdade.

O vídeo desses dois dias está em produção! Se o meu editor voltar ao normal, acredito que consigo postar ainda hoje.

Para resumir Paris:

Valeu a pena? Claro, mobein! É (freaking) Paris!
Notas:
– Sim, Paris é cara. Em um restaurante, uma garrafa de água me saiu 5,70€. O segredo foi sair com uma garrafinha plástica e enchê-las nas fontes que tem pela cidade. Atenção, não é fonte de “chafariz” essas coisas, tá?! São fontes de água potável e fresca. Não me invente de querer tomar água podre e dizer que foi recomendação minha!
– Nos restaurantes, mesmo que você não peça nada para comer, eles são obrigados a trazer uma garrafa de água.
– Paris é linda, com atrativos maravilhosos, mas tem muita coisa feia pela cidade. Mal de grande centro… Vi um menino de uns 9 anos fumando e, aqui, isso é “normal”.
– A lenda sobre o cheiro dos franceses também é verdade, infelizmente.

Eu voltaria, com certeza! Aliás, pretendo voltar. Com a família, de preferência. E com o digníssimo, para deixarmos um cadeado na Pont de l’Archevêché.

Cereja no Mundo

Os marcos de Paris

Desculpem a demora! Mas meus dias aqui precisavam de 36 horas para que eu conseguisse fazer tudo (passear, postar, descansar, sair..). Estou atrasada com vocês… Esse post é sobre os passeios que fiz domingo, 22.

Ah, e, pra ajudar, meu editor de vídeos resolveu “causar” um pouquinho e não funcionar. Quando ele decidir descer do salto, o vídeo será colocado tanto no post quanto no Youtube (você pode rever os outros no canal TVCerejanoOmbro).

O que eu fiz domingo:

A torre mais famosa do mundo

Paris é gigante, não preciso dizer isso. Então, como tinha poucos dias (sim, quatro dias acabam sendo pouco para a Cidade Luz… Dá pra ver muita coisa, claro. Os principais, mas… Aqui vai uma semana fácil), o mais fácil é você se organizar por regiões. Então, domingo, fui para o lado da Torre Eiffel, minha primeira – e linda – parada.

É possível subir nos três andares e acho que não são mais do que 15 euros para ir até o último andar. Do segundo você já consegue ver toda Paris. Eu não subi pelo tanto de tempo que teria que ficar na fila, tanto para comprar o bilhete quanto na fila para pegar o elevador. Cerca de 2h em cada uma… Não rola, infelizmente, não rola. Se eu tivesse mais dias, me daria o luxo, mããããss… não foi bem assim.
Almocei ali por perto mesmo… Nessas regiões mais turísticas, não tem a pira do “Não posso falar em inglês”. Os próprios franceses é que chegam “Hi, how can I help you?“. Mas, claro que, eles reconhecem o esforço por (tentar) falar o idioma deles e eles são mais gentis por causa disso. E sim, eles gostam de brasileiros. Fiquei conversando com um garçom sobre feijoada e caipirinha, bem simpático.
*Dica Plus: Quando comer, evite deixar comida no prato. Não é da cultura deles. No Brasil, temos comida de sobra e “podemos” fazer isso, mas aqui, eles passaram pela fome na época das guerras, sentiram a falta de alimentos, por isso, evitam o desperdício.

Outra coisa: Esqueçam a história de que eles comem porções pequenas…

Prato principal: Frango com verduras e legumes; antes disso veio a entrada e o pão
Depois dessa pratão mara, fui caminhando até o Hotel des Invalides/Musée de L’Armée, onde está o túmulo de Napoleão Bonaparte, além do museu da armada francesa. Bem bacana, eu gostei. Seções de todas (ou quase todas) as guerras nas quais a França se envolveu, muita coisa interessante. Fiquei cerca de 2 horas lá. O túmulo do Napoleão fica numa igreja com um domo enorme e dourado, lindo. 
Em seguida, achei que seria boa ideia ir caminhando até a Champs-Elysées e ao Arco do Triunfo. O que eu não sabia era que a avenida estaria fechada por causa de Le tour de France. Que loucura caminhar naquele lugar! Era uma luta, tinha que ir desviando, tinha gente em cima das placas, das latas de lixos, dos bancos, nas janelas das lojas… 
Até que cheguei! Consegui chegar ao Arco do Triunfo vi, tirei foto e voltei. É possível subir nele, mas não conseguiria encarar mais degraus depois da Notre-Dame. Não sei quanto custava, mas eu tinha o Museum Pass, que serve para praticamente todos os museus e monumentos de Paris. Você encontra em qualquer museu e pode comprar para usá-lo por 2, 4 ou 6 dias. Comprei o de 2 por 39 euros. Valeu a pena, evitei filas para comprar ingressos.
Para encerrar o dia, fiz o passeio no Bateaux-Mouches, os famosos barcos parisienses que fazem um passeio de uma hora pelo Rio Sena. Como minhas pernas já estavam doendo (saí do hotel as 11h da manhã e subi no barco as 18h 30min), foi um bom descanso. Aliás… aqui, minhas caminhadas duravam, em média, 8 horas por dia. Por isso comia crepe ou qualquer outro confeitado sem culpa nenhuma.
E foi assim o domingo!

Amanhã já volto para Madrid! E sábado, rumo ao Brasil. Passou tão rápido, mas acho que só pra mim. Minha presença em Foz já está sendo reivindicada! 

Bises, tento postar mais alguma coisa amanhã.

Enquanto isso, vai lá no Flickr ver as fotos de: Paris, Valência, Barcelona e Madrid.

Cereja no Mundo

Bounjour, Paris!

Depois dos últimos dias correndo feito louca por causa do projeto da Tequila Alacrán, o curso terminou e chegou a hora de aproveitar o restinho da viagem. Saí hoje de manhã de Madrid e vim para Paris.
Oh la la…
Do aeroporto Charles de Gaulle até o hotel foi mais ou menos uma hora, bem longe. O trânsito aqui é bem louco, tipo Foz, só que com muito mais carro. Mas onde estou é tranquilo. Estou perto da Universidade de Sorbonne, então aqui é cheio de jovens, bares e restaurantes, além de ser uma área bastante residencial.
Aqui, os horários para comer são como os do Brasil. Cheguei as 14h, então, sem almoço para mim. Larguei as coisas no quarto (por sinal, o hotel Cardinal é uma graça!) e saí caminhar. O mais esperado seria chegar e ir a Torre Eiffel, mas está muito longe de onde eu fico e queria esticar as pernas um pouco, então, fui até a Notre-Dame.
Catedral Notre-Dame e rio Sena

Para chegar até a catedral, caminhei cerca de uns 20 minutos e fui me apaixonando por Paris. Aliás, essa é a palavra chave da cidade: Apaixonante. Vai soar meio bobo, mas eu me emocionei enquanto caminhava… “Estou em Paris!“, esse tipo de coisa.

Peguei uma rua chama Rue de Mouffetard. Uma delícia andar por ali! Tem um trecho que é só para pedestres e dos dois lados tem muitas, mas muitas tentações gastronômicas. Não sei como, mas eu resisti a todas. Rá!
E então cheguei à igreja. A princípio ia ficar só por fora, olhando, porque tinha muita gente na fila. Mas estava indo rápido, então pensei: “Ahh, por que não?!”

A entrada é gratuita e é bonito lá dentro. Sinceramente, nada “fenomenal”, mas bonito. O que valeu a pena mesmo foi subir até a torre! Paguei 8,50 e tive uma vista incrível da Cidade Luz!

Um dos amigos do Quasimodo e a vista incrível que ele tem.

Desculpem a demora do vídeo… Não sei porque, mas o Youtube tá dando muito erro na hora de fazer o upload e tenho que tentar umas três vezes até que dê certo…

Eis, então, Notre-Dame:




Valeu a pena? Entrar na Notre-Dame só valeu porque foi gratuita.. Se eu tivesse pago, sairia meio frustrada. Já a subida até a torre valeu cada centavo.

Notas:

– Sobre a subida: Não, não tem elevadores. Só em casos de quem necessita, mas se não… é força na perna. E muita força, porque são 400 degraus. Sua perna vai ficar tremendo depois de subir e descer, mas a vista compensa… Juro!
– Se você sofre de tontura, labirintite ou claustrofobia, não recomendo que suba. As escadas em caracol vão ficando cada vez mais estreitas e, principalmente na descida, onde você tem que olhar para baixo por um bom tempo, pode dar vertigem.
– Não há banheiros no percurso. Se precisar, vá antes. E compre uma garrafa de água, porque também não tem.
– A fila vai ser meio grande, inevitavelmente. Os grupos são de 20 pessoas e são liberados a cada 15 minutos aproximadamente.
– Você vai ficar uns 50 minutos entre subir, tirar fotos e descer.
Ou, lembre os passeios de Madrid, Barcelona e Valência.

Cereja no Mundo

E o curso, afinal?

Apesar de parecer, não vim a Madrid para turismo. Todos os posts, vídeos e fotos que tenho mostrado foram de passeios que consegui fazer no meu tempo livre.

Vim para a Espanha fazer um curso de Community Manager no Instituto Europeu de Diseño e amanhã já é o último dia.

O foco do curso são as redes sociais, o novo mercado de trabalho para qualquer área profissional. Já tenho pós graduação nisso (aliás, quase… tenho que entregar o artigo em agosto).

Muitas coisas, mas muitas mesmo, nem foram citadas durante um ano e meio de pós. Não que a grade tenha sido mal elaborada na FAG. Tivemos aula com bons profissionais e tudo, mas aqui o assunto está mais avançado.

Mas, você deve estar aí se perguntando:

Que raios é um Community Manager?
Calma, que a tia explica…

Nesse curso, aprendemos não apenas a parte prática do uso das redes sociais a nosso favor, mas também a criar estratégias (puramente) online.

A diferença foi que na pós graduação vimos casos, os analisamos e aprendemos muito com eles. Ao final de cada aula, fazíamos um trabalho fictício em situações hipotéticas.

Aqui, temos que criar um plano estratégico real, para um cliente real. Ou seja, estudar o público, a cidade, o target, as redes, ferramentas de monitorização, de comparação, etc e etc. (Não vou citar quais são porque não acho que seja do interesse de todos, mas quem quiser, é só me pedir que eu dou as dicas numa boa!)

O que tivemos que fazer?


Essa garrafa aqui do lado representa o nosso cliente: Tequila Alacrán, uma nova marca que quer começar suas vendas em Madrid. Como eu disse, um caso real.

Na primeira aula, eles nos apresentaram seus objetivos, ideias, propostas e, para o bem do projeto, degustação da bebida. Não sou muito de bebidas – inclusive tequila, porque acho forte – mas essa, de fato, é diferente. Eles querem mudar o conceito, quebrar a imagem de que tequila é uma bebida para tomar shots e ficar bêbado.

A ATA (Aténtica Tequila Alacrán) foi criada com a intenção de ser apreciada e até fazer cocktails com ela. Bem bacana… E trabalhoso, por isso a correria, principalmente nos últimos dois dias. 

Amanhã, conforme eu já comentei mais acima no post, vamos apresentar o projeto. São três grupos que vão tentar “vender” a estratégia para os representantes da ATA. Torçam pra que o nosso seja o escolhido.

E sobre as redes, o que há de novo?
Claro que, em se tratando do universo digital, nunca vamos conhecer tudo. Mas aqui nos foram apresentadas novas redes sociais que ou estão fazendo sucesso. Algumas já são conhecidas no Brasil, mas ainda não atingiram todo o seu potencial. Vou listar algumas que vimos:



Pinterest – Essa sim já está bem conhecida, mas eu mesma tenho sem saber como ou pra quê usar. Eis que o Pinterest aqui já é febre e muito usado como ferramenta de e-commerce.

Minube – Rede espanhola, já existe no Brasil, mas eu não conhecia. E eis que é muito legal. A Minube nada mais é que uma rede social de recomendações. Antes de irmos para Valência, pesquisei na rede o que tinha pra fazer na cidade, onde comer, etc. Bem interessante.

Tuenti – É a terceira rede mais utilizada aqui na Espanha e que, conforme disseram, em breve terá escritórios no Brasil. Segue a linha “microblog” do Twitter, mas para um público mais jovem. Não criei uma conta ainda para saber como é, mas claro que a curiosidade já bateu…

Chicisimo – Uma rede social voltada às amantes da moda que gostam de mostrar seus looks diários. Pode se registrar ou conectar-se diretamente com sua conta do Facebook. Bacana… Fashionistas, vale uma espiada.

E que outros assuntos interessantes?
Foram várias coisas! Estudamos desde como é o dia de um Community Manager, sua figura e etc. até gerenciamento de crise, Facebook, Twitter e redes de geolocalização.

Dos assuntos que vimos, os que eu mais gostei foram sobre NetHunting e Storytelling. Os dois professores escreveram livro sobre os temas e estou louca para ler. Gema Requena é autora do livro “Una NetHunting en Nueva Iorque” e do blog NetHunting.

Já o professor de Storytelling foi Antonio Nuñez. Jamais pensei que a comparação “Redes Sociais e Pinguins” pudesse fazer sentido, mas fez. E me fez querer ler o livro La Estrategia del Pinguino.

Valeu a pena? Sim, muito! Quero estudar várias outras coisas para me manter na área… Adorei!

Amanhã tem um vídeo rápido pra mostrar o IED para vocês…

Boa noite! Sábado de manhã vou pra Paris… Então, nos vemos na Cidade Luz, mes amis!

Cereja no Mundo

Valência

Que viagem delícia! Primeiro, porque estava acompanhada. Chega de viajar sozinha, né?! Foram comigo para Valência minhas colegas de classe Lina e Lorena, da Colômbia, e minha vizinha aqui na residência, Yaz, do México.

Posso dizer que, com toda certeza, a cidade me surpreendeu e muito. Aliás, a todas nós. Foi tudo ponto positivo, não tenho nenhuma ressalva. Desde o Hostel até os passeios escolhidos, foi tudo ótimo. E é o que vou contar pra vocês agora!

Fomos de ônibus. Não quero mais saber de trens. Foram 4 horas de viagem. Saimos de Madrid as 8h (eu e Yaz) para chegarmos as 12h em Valência. A viagem é linda. Passamos por uns campos de girassóis enormes e, durante a parada, tiramos fotos.

Quando chegamos, pegamos um taxi da rodoviária até o hostel. O Rooms Deluxe fica a duas quadras da Cidade das Artes e das Ciências e, quando passamos em frente a ela, não tivemos como não soltar um “Noooooosssaaa”.

É gigantesca. Não pensei que fosse tão grande. Linda eu já imaginava pelas fotos que vi, mas a dimensão daquele lugar, eu não podia saber.

Cidade das Artes e das Ciências

Os arcos à esquerda são o Umbracle; no centro, o Hemisfèric; ao fundo, o Palau de Les Arts Reina Sofía



Já vale a ida a Valência. Você passa o dia no lugar. Nós ficamos, sem exagero, das 15h às 00h, com uma pequena pausa para comer no centro comercial em frente. 

O complexo é formado por seis prédios: 
1. Palau de Les Arts Reina Sofía (fechado ao público)
2. Hemisféric (cinema Imax 3D – o melhor da cidade)
3. Umbracle (uma balada)
4. Museu de las Ciencias Príncipe Felipe
5. Ágora (não sei o que é…)
6. Oceanogràfic (o maior aquário da Europa)

Decidimos visitar o Museu e o Oceanogràfic. Pagamos 27,05 euros para entrar nos dois. O Museu, por mais que fosse interativo e interessante, não nos segurou por muito tempo. Tirar fotos do lado de fora estava mais legal.

Já o Oceanogràfic nos deixou bem felizes. Aquários enormes, onde peixes, tubarões, arraias e tantos outros passam sobre nossas cabeças nos túneis que existem por lá. Impressionante. Sem contar que ficamos todas “nhooooim” com o show dos golfinhos (tem no vídeo que vou postar mais tarde). Durante o verão, tem apresentações de nado sincronizado a noite com os bichinhos, mas não fomos…

Apresentação com golfinhos; 30min para relaxar

Quisemos esperar até a noite para ver a Cidade iluminada. E, novamente, fica linda. Não tenho foto porque minha câmera morreu, mas assim que a Lorena me passar a que tirei com a dela, eu posto. Primeiro dia foi ponto na escolha do passeio.

Citytour

Plaza de La Reina


Para o segundo dia, o plano foi fazer citytour. O ponto inicial é a Plaza de la Reina, super lindinha e cheia de cafés, restaurantes e cervejarias. A minha recomendação é a sobremesa: Tome um sorvete de chocolate da Chocolateria Valor. Oh… .my…. God!

Mas, vamos às rotas do passeio!

A primeira rota nos mostra uma Valência com suas memórias medievais, como as Torres de Qatar e de Serrano, com marcas do que parecem ser de bolas de canhão. Pagamos 15 euros para um dia inteiro. Ainda tínhamos opções de tours a pé e de bicileta.

A segunda rota do Citytour nos leva à Valência Marítima. Passamos em frente do porto, do circuito de Fórmula 1 e das praias, onde descemos. A escolhida foi Las Arenas, linda e cheia de gente.

A água do mar mediterrâneo era quente. Não cheguei a entrar, porque precisávamos almoçar e voltar ao Hostel, já que Lina e Lorena iam embora naquela tarde.

Então, para “encerrar” o dia como quarteto, fomos a um restaurante em frente do mar chamado Gabbana. Super estiloso, com atendimento bacana e, imagino, que a noite, deva funcionar como um lounge bar. Claro que comemos a tradicional e famosa Paella Valenciana.

Servidos?

Outro restaurante muito gostoso no qual fomos foi um bem ao lado do Hostel, a Taberna Española La Zarzamora, onde também comemos paella no dia anterior e fomos igualmente bem atendidas.

Pra resumir:

Valeu a pena? Sim! E um final de semana foi suficiente.
Notas
– As melhores paellas estão nos restaurantes à beira mar  a que comemos no Zarzamora estava deliciosa, mas não era de frutos do mar).
– Tem um história de que o Santo Graal está em Valência e existe uma espécie de “Caça ao Tesouro” na cidade. Você pode percorrer e encontrar o cálice que, há quem diga, é o verdadeiro. Não fizemos essa busca, mas eu li num blog (Velvet Escape) de que ela existe.
– Valência é muito muito quente. Leve roupas muito frescas, mas, caso vá de ônibus ou trem, leve casaco, porque o ar condicionado é ligado no modo polar.
– Aqui é comum tomarmos água da torneira. Em Valência, não é aconselhável, pois a água tem muito cálcio.

Cereja no Mundo

Compras em Madrid

Acha que Black Friday traz bons descontos? Amigas queridas e lindas do Cereja… Vou apresentá-las às Rebajas espanholas.

Pra vocês terem uma ideia, já no primeiro dia, eu adotei a frase:

Loucura total, mulherada. Sério! Só que estou me segurando porque meus cartões ainda não chegaram, então, não dá pra sair feito uma louca desvairada gastando para todos os lados.

Antes de mostrar o que tenho, vou me desculpar por duas coisas:

1º – Não estar vestindo as roupas – Tô quebrada, gente… Já passa da meia noite aqui… Minha cara não ia colaborar.
– Fotos ruins – comprei a câmera mais barata que eu podia, já que não estava nos meus planos… Logo, as fotos saem com uma qualidade bem ruinzinha, mas dá pra ver como são as peças.

Eis as compras:

Achei também um óculos de sol bem lindinho na Pull & Bear por €17.

Voltando às roupas…

A verdade é que tem muitas coisas baratas na Zara, que aqui, é uma “Riachuelo”. Pelo menos foi o que me disseram… 
E morrão de inveja da minha paleta:
Se bem que agora abriu Sephora no Brasil… 
E por enquanto é isso, moguegada. 
Amanhã cedo vou para Valência. Então, semana que vem, mais tardar terça feira, tem vídeo e post novos.
Até lá!
Cereja no Mundo

Barcelona

Não sou muito fã de posts longos, mas não vejo escapatória para este. Em todo caso, vou tentar não fazer rodeios. Fui para Barcelona no final de semana, apesar do que me aconteceu sexta-feira aqui em Madrid (roubaram minha mochila… Nem eu, nem dois amigos que estavam comigo, vimos como aconteceu. Nela, estava minha câmera, celular e carteira. Tudo registrado na polícia já, cartões de crédito/débito cancelados e… bola pra frente, né?! Pelo menos ninguém chegou me abordando com uma arma, ou sei lá! Mais atenção de agora em diante).

Vamos por partes, então.

Qual é a melhor forma de ir para Barcelona?
Nós, brasileiros, temos o encanto pelos trens da Europa. Logo, foi esse o meio de transporte que escolhi para ir até a capital da Catalunha. A questão é que o trem de alta velocidade (AVE) estava muito caro. Chegaria lá em 2h 30min, mas estava muito acima do que eu poderia pagar. Então, fui pela linha normal mesmo, com 8h de duração e me arrependi profundamente. Existem três opções de assentos: Turista, Señora e Literas. Sem saber a diferença entre eles, escolhi turista. Logicamente, a pior de todas. A cabine tinha oito poltronas, uma de frente para outra. Entre elas, apenas uns 80 centímetros. E as pernas, onde ficam? Roçando nas do passageiro da frente. As poltronas deitam? Se inclinam uns 20º, mas só. E, para melhorar, tinha figuras típicas de viagens: O cara que ronca, o velho mala e o fedido – que, sim, sentou ao meu lado. Duras e longas 8 horas essas, tanto na ida quanto na volta.

Trem de longa distância que faz o trecho Madrid-Barcelona

Essas não são as únicas opções para fazer o trajeto Madrid-Barcelona.  O AVE é o mais caro. Em média, só a ida, na categoria Turista, está mais de 100 euros. Para pesquisar preços de trem, a companhia responsável tem um site oficial.

É possível, também, ir de ônibus. Seriam 8 horas de viagem (direto; o trem faz paradas) e as passagens são baratas. Em média, ida e volta saem por 55 euros (veja o site).

O mais comum são os voos. A Iberia, por exemplo, faz a ponte aérea, mas pode ficar meio caro. Outros dois sites bem conhecidos para compra de passagens aéreas aqui são o Easyjet e Ryanair. Além desses, me indicaram o eDreams e Vueling. Não fui de avião porque, como boa brasileira, deixei para ver na última hora e os preços subiram muito. Se for de avião, procure voos que pousem no Aeroporo Plat, na área central de Barcelona. O Aeroporto Girona fica a 90km de distância da cidade.

O que fazer em Barcelona?
Tem muita, muita coisa em Barcelona. Ela vai exigir mais de dois dias… Creio que, pelo menos, uns quatro. Eu, infelizmente, não tinha como ficar mais do que um final de semana. A saída, então, foi comprar um bilhete do Citytour para dois dias, que custa 31 euros (mais caro que o de Madrid).

Tem duas empresas que fazem o tour de ônibus: A Barcelona Bus TouristicBarcelona Citytour, que foi a que comprei. Ambas fazem os mesmos trechos, a diferença é que a primeira dividiu em 3 rotas e a outra, a que escolhi, em duas.

Rota Laranja: Plaça Catalunya – Catedral – Passeig de Colom – World Trade Center – Jardins de Miramar – Fundació Joan Miró – Anella Olímpica – Museu Nacional d’Arte de Catalunya – Poble Espanyol – CaixaForum – Plaça d’Espanya – Estació de Sants – Camp Nou (FC Barcelona) – Plaça Piu XII – L’illa Diagonal – Avinguda Diagonal – La Pedrera – Casa Batlló

Rota Verde: Plaça Catalunya – Catedral – Port Vell – Museu d’História de Catalunya – Barceloneta – Port Olímpic – Platja de Bogatell – Nova Mar Bella – Fòrum – Glòries e Torre Agbar – Sagrada Família – Hospital de Sant Pau – Park Güell – Tibidabo – La Pedrera – Casa Batlló

Você pode subir e descer em qualquer desses pontos. Vale bastante a pena para quem não tem tempo de conhecer tudo. O Citytour faz um resumo das atrações da cidade.

Vale a pena? Sim, bastante. Até porque, você ganha um monte de descontos em várias outras atrações, com validade de um ano.
Notas:
– O mais legal é ir no andar de cima do ônibus, sem dúvida. Portanto, capriche no protetor solar.
– Achei que as melhores vistas estavam do lado direito.
– Se você não gosta que seu namorado/marido olhe para outras mulheres, não o leve a praia. Topless é bem comum (essa nota é pra ser brincadeira, tá?! Apesar de que é verdade: as espanholas não tem vergonha em mostrar os peitos).

Tem mais?
E como tem! Além dos tours de ônibus, tem a pé, de bicicleta e de barcos. Sem contar que existe uma terceira opção de passeio de ônibus: o tour noturno. Começa as 22h e você passa por pontos como a Torre de Agbar que fica toda iluminada a noite.

Parece que Barcelona, mais do que em Madrid, a vida começa quando o sol se põe. Essa foi uma das principais diferenças que achei entre as duas cidades. Enquanto a capital espanhola nos encanta com sua beleza tradicional e disciplinada, a capital catalã é boêmia, artística… Bem verdade que achei Barcelona mais “marginalizada” (soou um pouco mais forte do que é, mas na falta de uma palavra melhor…).

E é isso, gente! Não vou mais escrever. Agora, fiquem com o vídeo – interrompido pela morte da bateria da câmera.


Cereja no Mundo

Tour em Madrid

Madrid é enorme, isso não preciso dizer. E, junto com esse tamanho todo, tem muita história. Então, ao invés de simplesmente sair caminhando pela cidade para conhecer os lugares, há opções de tour aqui pela capital, com guia e tudo – e nem todos são pagos #AsMinaPira

Puerta del Sol
Ontem, eu e mais três colegas de sala (as colombianas Lina e Lorena, e a baiana Laísa), fizemos um passeio a pé pela velha Madrid. Nossa guia, Celia, era muito engraçada, com uma boa desenvoltura para lidar com o grupo grande que éramos (além de nós, tinha um pessoal do México, Argentina, mais um tanto do Brasil e não sei mais da onde). Ah, já comentei que esse tour foi grátis?
A Laísa que nos indicou. Pode fazer reserva pelo site ou simplesmente aparecer por lá (mas é mais garantido fazer reserva). O nosso passeio começou na Plaza Mayor, mas vimos outro também na Puerta del Sol. Ou seja, é bem comum por aqui. 
Por 3 horas (das 11h às 14h), ouvimos as histórias, lendas, curiosidades e mitos de Madrid, de seus reis, bares e praças. Por exemplo, passamos pelo restaurante mais antigo do mundo registrado pelo Guiness, o Botin Restaurant, que atende desde 1725. Francisco de Goya, o pintor, lavava pratos nesse restaurante.
São três horas muito bem aproveitadas. Além do nosso grupo, havia um, da mesma empresa, mas com guias falando em inglês. 
Vale a pena? Sim, muito! Especialmente se você gosta de ouvir boas histórias.
Notas:
– Se vier no verão, não esqueça de passar protetor solar, pelamordeDeus. A Lina ficou toda vermelha…
– Sapatos confortáveis!  
– Antes de começar o passeio, compre uma (ou duas) garrafas de água. Vai precisar.
– Se tiver moedas no bolso, não fique brincando com elas. Atrapalha os outros, seu mala! (#fato. Um senhor ficava sacudindo as moedas no bolso enquanto a Celia contava a história dos reis… Quis cortar a mão dele, mas não to a fim de ser deportada).
Citytour
Esse eu ainda não fiz… E, verdade seja dita, não sei se vou fazer. Diferente do que fizemos ontem, o Citytour é pago: 20€ para adultos (preço razoável). A vantagem, claro, é que você consegue, confortavelmente, ir a muitos lugares no mesmo dia. Aliás, você pode pagar 24 euros por um bilhete válido por dois dias de passeio.
Você pode subir e descer do ônibus em quaisquer paradas durante o dia. São duas rotas oferecidas, basta escolher qual você quer. Cada uma dura cerca de 80min. Agora no verão, tem ônibus circulando desde as 9 da manhã até as 22 horas. Citytour nos idiomas: Espanhol, Inglês, Francês, Alemão, Italiano, Português, Russo, Chinês, Árabe, Japonês, Catalão, Galego e Basco.
Além desses citados, ouvi dizer que tem tour (a pé e gratuito) só sobre a Guerra Civil espanhola (1936 a 1939) e outro pelos bares de Madrid, terminando em “baladjenha”. 
Vocês estão entendendo o por quê vai ser difícil voltar para o Brasil? Isso que eu ainda nem fiz o post sobre as compras por aqui… Increíble, mi gente! Increíble…

Mais fotos aqui.

Cereja no Mundo

Parque Warner e Estádio Santiago Bernabeu

Meus dias a toa na vida aqui em Madrid se foram… O curso começou ontem e, mesmo sendo das 16h 30min às 21h 30min (das 11h 30 às 16h 30min aí no Brasil), vai ser puxado. Temos que fazer pesquisas de “mercado”, do cliente, etc… Tudo isso para apresentar o projeto no dia 20. Entonces… Menos  tempo caminhando pela capital espanhola e mais tempo na frente do computador, pesquisando, pesquisando e pesquisando.

Enquanto isso, vamos a mais dois passeios que fiz e que foram legais.

Parque Warner



Longe, muuuuito longe de onde estou. Tive que pegar metro, trem e ônibus para chegar até o Parque Warner. Fui no domingo e estava meio “paradão”. Não vi nenhum personagem lá para tirar foto e alguns restaurantes e lojas estavam fechados. Mas o parque é legal. Inevitavelmente, fiz comparações com a Disney e, em alguns quesitos, o parque de Madrid perde um pouco. O que achei bem fraco aqui foram as atrações tipo “simuladores”. Vídeos bem chatinhos de introdução, bonecos bem sem-graça… Já as montanhas russas e brinquedos desse nível são ótimos. 

Vale a pena? Sim, especialmente se tem filhos pequenos (até uns 10 anos). Só por via das dúvidas, não venha no domingo.
Notas:
– Muitas pessoas estavam de biquini. Aconselho… pelo menos para usar por baixo da roupa! Os brinquedos de água aqui molham pra valem, sem dó nem piedade.
– Preço razoável. A entrada foi 39 euros. Já o almoço achei barato. Num combo com hamburguer, batata frita e refrigerante, paguei 7,95€.

Vídeo:

**Não comprei camiseta, e sim um shorts. Mas, ao que parece, as europeias não tem tanto quadril quanto as brasileiras. Tenho um shorts que não me serve… :T

Estádio Santiago Bernabeu

Não sou nenhuma fanática por futebol, mas ainda assim, uma visita bacana para fazer. O Estádio Santiago Bernabeu também é conhecido como Real Madrid C.F, um dos principais clubes espanhóis e um dos mais ricos do mundo. O tour é bem completo. Visão panorâmica do estádio, sala de troféus, campo, sala VIP, uma parte de foto montagem (você tira foto em frente e um croma key e eles fazem uma montagem na hora, colocam um dos jogadores ou o presidente do clube do seu lado… dispensável), túnel dos jogadores e ala técnica, vestiários, sala de imprensa e loja. A tienda tem de tudo! Roupas, uniformes, artigos para bebê, chaveiros, imãs de geladeira, pimbolim, cartas de baralho, kit para poker… São três andares, sendo o último só com roupas esportivas da Adidas (patrocinadora oficial do time).

Vale a pena? Sim e não precisa ser louco por futebol.

Video:



**Sim, eu falei errado TODAS as vezes o nome do estádio… 

Mais fotos aqui.

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