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novembro 2012

Instagram

No Instagram da Cerejeira – Semana 13

Dia corrido ontem, não deu tempo de postar, desculpem!

Mas, hoje retomamos.

“I choose to be happy”

1. Ah, o céu de Foz… – Não existe cidade no mundo com um céu tão colorido quando esse nosso. Por estarmos em uma região úmida (afinal, estamos num “vale” com dois rios nos cercando), todo dia o pôr do sol é um espetáculo de lindo. Ontem choveu e o céu ficou nesse tom rosa/laranja. Vale a pena apreciar.

2. Misguided ghost. – Tô com mania de auto-retratos P&B e com super contraste e brilho. Essa foto é a segunda da série (a primeira é meu avatar no Instagram e Twitter). “Misguided Ghosts” é uma música do Paramore, achei que combinou como legenda. É difícil eu gostar de fotos onde a “modelo” sou eu, mas essa fugiu à regra.

3. Tem gente com preguiça.  – Olha o tipo! Fui ver se Meg e Margot estavam com água fresca e peguei a criatura nessa pose, toda estendida. Morri de rir.

4. ♥  – Adoro decorações diferentes. Se puxam para o retrô, então… Nem se fala! Fui fazer uma matéria num hostel aqui de Foz e me deparei com essa escada linda cheia de telefones vermelhos. Gamei, quero na minha casa.

5. Sunday morning. – Domingão é dia de curtir o descanso. Estou lendo “O Anel – A Herança do Último Templário”. Estou gostando bastante. Me identifiquei com a personagem, Cristina, logo na segunda página, o que aumenta o meu interesse pela história. Ela é curiosa – como eu – e a história se passa em Barcelona. Ai, quanta saudade da Espanha! 

6. Pra embalar uma boa prosa. – Já no sábado foi dia de tomar tererê (um eterno obrigada à cultura paraguaia!), comer batatinha e prosear com a Mayara Godoy. Essa prosa rende piadinhas internas no Twitter até hoje. Rá!

Instagram da Cerejeira.

Textos

Escolher aceitar

Às vezes não nos damos conta de que podemos escolher como será o dia. Tudo está baseado nas nossas escolhas, antes mesmo de sairmos da cama. Temos o poder de ter um bom ou mau dia em mãos e não damos valor à essa atribuição.

Eu poderia começar o dia reclamando dos cachorros fazendo bagunça lá fora antes das 7h da manhã ou rir imaginando a cena. Eu poderia acordar braba ou chateada com detalhes do dia anterior, mas que bem isso me faria? Prefiro o novo dia que nasce, com todas as suas surpresas, às decepções e frustrações do que ficou para trás. Eu decidi aceitar o hoje.

Aceitar“. Esse é o segredo. No momento em que eu aceitar que nem sempre as pessoas vão agir como eu gostaria, eu evito machucados. Quando eu aceitar que situações fogem do meu controle, não adianta nada eu tentar fechar a caixa de Pandora no desespero. Isso vai exigir que eu escolha pedir ajuda, que eu grite por socorro. Com calma, tudo se resolve e volta aos trilhos. Sem pânico.

Aceito o fato de que cometi erros. Quem nunca se arrependeu? Quem tem uma vida totalmente plena e seguindo à risca os valores morais e éticos impostos à nós? Aprendi, com isso, que tudo acontece na hora que tem que acontecer e, talvez à primeira vista seja algo ruim, mas nada é em vão. Absolutamente nada. Erros vem para nos por para pensar e repensar. “Por que eu fiz isso?“. Reaprenda o tom dessa pergunta. Tire a culpa dos ombros e use esse questionamento para auto reflexão. “O que mudou em mim para isso acontecer?“. E aí você já tem um leque de possibilidades que te darão uma nova perspectiva – nem que seja de cabeça para baixo.

Escolhi que, nesta manhã, escreveria. Há tempos venho com as palavras entaladas, pedindo por libertação. Decidi, então, que era hora de deixá-las vir, mesmo que inconsequentes. Aceito o que vier depois.

Aceito que a vida seja instável. Essa é a graça de estarmos aqui. Posso decidir ter medo do que está por vir ou vestir uma armadura e dizer: “Vem! Eu tô preparada“.

Eu posso fazer todas essas escolhas. E eu vou.

Instagram

No Instagram da Cerejeira – Semana 12

Retomando “O Instagram da Cerejeira” depois de uma semana sem por causa da viagem.

“I’ve been losing sleep
I’ve been keeping myself awake
I’ve been wandering streets
For days and days and days”

1. Tô bacana – Margot aproveitando a piscina. A criatura é tão, mas tão chegada numa foto que eu coloquei o óculos nela e a pose foi praticamente instantânea. Os braços na foto são meus. Quem fez o favor de fotografar a “tipa” foi a Mayara Godoy que veio me acompanhar numa tarde regada a tererê.

2. Agora eu paro de reclamar do calor – Média de 35º C em Foz do Iguaçu. Eca. Detesto (leia-se com ênfase, por favor) o verão daqui. Não tem vento, não tem ar condicionado que dê conta de aliviar um pouco a situação. Imagina o twitter dos iguaçuenses como não é… O meu (@leca_dpaula) não fugiu à regra:

“We found love in a sala com ar condicionado em modo “inverso russo”.”

“”Rio 40 graus” é fácil. Vem pra Foz no verão e tenta escrever algo feliz com isso.”

Terminado o trabalho, corri pra casa ser feliz. E aí parei com os tweets mal humorados. Rá!

3. Simples assim – Não sou muito fã de “instagramear” fotos que não tenham sido tiradas por mim, mas achei essa frase ótima e não resisti.



4. Aprecie. – Um pouco das fotos da viagem. Essa paisagem é de Tibagi, onde fomos visitar meu avô e “vódrasta”. A cidade, com seus poucos mais de 30 mil habitantes, tem crescido muito na parte de ecoturismo. Numa outra vez que estive lá, conheci o Canion Guartelá, uma belezura. O rio Tibagi também é muito usado para esportes como rafting e canoagem. Delícia de cidade, vale a pena dar uma esticada até lá para descansar e aproveitar uns dias pacatos.

5. Da série “Amo ser ucraniana” – Em Curitiba, a tradição é: Não saimos de lá sem comer pirogue. É uma das comidas tradicionais e “oh my God”, como eu amo! Tinha uma época que esse pastelzinho era vendido na Fartal e Fenartec, mas não sei porque raios o pessoal parou de vir. Descobri que tem uns muito bons em Medianeira, na panificadora Napoli, em frente à rodoviária. Recomendo!

6. A casa fantasma de Curitiba – Essa casa nos dava calafrios quando éramos pequenas. Eu, minha irmã e minhas primas passávamos com o cabelo em pé na frente dela por causa das histórias que meu avô contava. E tem como negar que ela tem um aspecto todo fantasmagórico?

Quer ver mais fotos da Cerejeira? Vem aqui!

Instagram

No Instagram da Cerejeira – Semana 11

“Pode falar que eu não ligo, 
agora eu sigo o meu nariz”

1. Especialista em Mìdias Digitais, prazer. – Chegggoooou!! Meu certificado da pós graduação está em mãos! Rá! Então, agora sou Letícia Lichacovski, jornalista, especialista em Mídias Sociais e Community Manager. Sou rycah?!

2. Pra começar bem a sexta. – Hoje foi dia de trazer à tona meus 14 anos. The Distillers é uma das poucas bandas punk que continuam até hoje na minha playlist. Já comecei animada no dia.

3. Preparativos. – Segunda-feira foi dia de #mimimidiaEventos. Fomos comer Temaki, feito na hora pela Fernanda e pelo casal anfitrião, Fernando e Carol. Estava uma delícia. A noite toda foi muito boa, com video-game, cantoria, piadas (uns dos outros, claro.), dentre outras coisas.

4. Novo integrante da família: Baby Bruce, o Ukelele. – Não, eu não comprei um Ukelele. Esse é do digníssimo, mas o pobrezinho estava jogado no armário, sem muita vida ativa. Peguei para mim, ainda que seja temporariamente. Delícia de instrumento. Sonzinho bem relaxante. 


5. Tem gente com o pé sujo. – Eu morri de rir quando vi isso. Estou com reformas em casa e isso quer dizer bagunça pra cima e pra baixo e duas cachorras à mercê de um mundo de aventuras. Essa pegada é da Meg. Uma das, porque a área toda estava com tinta. Sem contar as próprias “meninas”, com faixas de branco nos pêlos.

6. Numa dessas eu andava… – Encontro da BMW em Foz do Iguaçu semana passada. Fui fazer matéria e, mesmo morrendo de medo de motos, tive que dar o braço a torcer para as máquinas que estavam por lá. Uma mais linda e maior do que a outra. Nessas eu sentia segurança pra andar.

A Cerejeira já está no Instagram Web. Agora vai ficar mais fácil de acompanhar: @leca_dpaula.

Instagram

No Instagram da Cerejeira – Semana 10

“Take my hand, I’ll teach you to dance.
I’ll spin you around, won’t let you fall down.
Would you let me lead, you can step on my feet.
Give it a try, it’ll be alright.”

1. Começando a comemoração – Aniversário dos amigos (lindos) Garon Piceli e Adriane Bordin. Para comemorar, fomos comer uma pizza na Vó Bertila. Estava uma delícia. Não só a comilança, como a noite em geral. Essa foto foi do começo, nem falta muita gente que chegou depois. Saí com a barriga doendo de tanto rir, mas parecia que eu tinha feito várias abdominais. Amo a companhia desse povo. Meu ano não foi mais o mesmo desde que os conheci.

Na foto: Mayra Godoy e Garon (superior esq.); Daniel e Thata Macedo (superior dir.); Débora Brauhardt e Bruno Chagas (inferior esq.); Priscilla Preks – a mais nova integrante do #mimimidia – e a Cerejeira.

2. Bochechas. – Essa sou eu na versão “Fofão” aos três anos. Limpando o armário, porque foi trocado (vide foto 3), achamos algumas pérolas. Tem mais logo abaixo…
3. Bagunça! – Meu quarto zoado por causa da mudança de armários. Demorou mais do que o previsto e fiquei três dias com roupas pela sala, pela mesa, pelo sofá… Mas, tudo deu certo e agora tenho muito, mas muuuuito espaço para preencher no móvel novo. 

4. “Lecatipitibiriba”. Tô com sintoma de saudade. – Essa caixinha foi uma das pérolas encontradas. Lembro como se fosse ontem: Estava no terceirão (2006) e meus amigos prepararam essa caixa cheia de cartas de “Feliz Aniversário”. Naquela época, eles me chamavam de “Lecatipitibiriba”. Deu uma saudade sufocante daquele pessoal.
5. Limpando o armário achamos lembranças. – Outro achado: O enfeite da porta do hospital de quando eu nasci. Nem sabia que meus pais ainda guardavam isso. Achei lindo!
6. Cupcakes, ok. Hora de fazer a cobertura. – Por último, os cupcakes que fiz na semana passada. A receita dessa gordice está aqui e eu super recomendo, porque ficou uma delícia, como eu descrevo no post. Ótima opção para o feriado, hein?! #FicaDica

Siga a Cerejeira no Instagram: @leca_dpaula

Textos

Quando a gente ri…

Já dizia Charlie Chaplin que “Um dia sem riso, é um dia perdido“…

Pois, fico feliz em perceber que, de uns tempos para cá, meus dias tem sido bem aproveitados.

É uma delícia quando a gente ri. Mas é melhor quando a gente ri em conjunto.

É gostoso rir até a barriga doer várias vezes numa mesma semana (e mais de uma vez num mesmo dia).

É bom quando a gente ri de alegria pelos outros. E é libertador quando rimos emocionados e com lágrimas.

Quando a gente ri, mas ri de verdade, os demônios de cada um se perdem e ficam sem conseguir sussurrar no nosso ouvido.

O riso é aconchegante, acolhedor. Já percebeu que, por mais horrível que esteja sendo o dia, quando alguém sorri para você, uma luz se acende e as coisas não parecem mais tão ruins? Pelo menos naquele momento em que, sem falar uma palavra, a pessoa te oferece algo tão simples, é possível sorrir de volta, ainda que o mundo esteja caindo a seu redor.

Tenho tido muitos sorrisos. Cada dia um diferente, um melhor que o outro. Tenho recebido sorrisos e, nossa, como fazem bem a alma.

Ainda citando Chaplin:

Sorria, apesar de o seu coração estar doendo. 

Sorria, apesar de estar quebrado. 

Quando houver nuvens no céu, você consegue. 

Se você sorrir com seus medos e arrependimentos… 

Sorria e talvez amanhã você vai descobrir que o sol está nascendo para você.

Esse é o momento de continuar tentando.
Sorria, qual a utilidade de um choro?
Você vai descobrir que a vida vale a pena
Se você apenar sorrir


Quando a gente ri, sorri, dá gargalhadas, somos fortes, seguimos adiante.

Quando a gente ri, a gente vê que a vida prossegue e que, apesar de tudo, sempre vai haver um motivo para sorrir.

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