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março 2015

Cereja no Mundo

Vídeo e Serviço: Epcot Center

Muito bem! Os vídeos começaram a ser lançados lá na Fanpage!

O primeiro publicado foi sobre a Epcot Center.

Post sobre o parque.

Serviço
Horário de funcionamento: Das 9 às 21 horas

Atrações:
Minha favorita: Spaceship Earth
A mais fraquinha: Captain E.O (um filme 3D com Michael Jackson. Bem “meh…“)

Restaurante: The Coral Reef
Cozinha: Frutos do Mar
Faixa de preço: $$ ($15 a $35,99), $$$ ($36 a US $59,99)

Show de encerramento: IllumiNations: Reflections of Earth (apresentação pirotécnica no lago do parque)
Horário: 21 horas

Mais sobre a Epcot Center.

Amanhã publico o vídeo do Magic Kingdom. Não perca!

Cereja no Mundo

Cereja no Mundo – Road trip pela Flórida

Último post sobre a viagem aos Estados Unidos antes dos vídeos começarem a ser publicados (para não perder, vem aqui e aqui).

No mapa, coloquei os nossos quatro destinos: Miami (1); Orlando (2); Tampa (3); Key West (4). As estrelas são para demarcar nossas duas paradas: Sarasota (1); e Isla Morada (2).

Para dirigir nos Estados Unidos, não é preciso fazer uma carteira de motorista especial. A nossa CNH é aceita, mas só como documentação para dirigir e não para identificação, como usamos aqui ao invés do RG. Para isso, use o passaporte.

Alugamos um carro na Avis e retiramos no aeroporto de Miami mesmo. Eles dão seguro, GPS e até a opção de devolver o veículo com o tanque vazio. Nosso primeiro trajeto foi de Miami a Orlando, na terça-feira, 3 de março. De lá, fomos para Tampa, no domingo, 8.

Miami – Orlando – Tampa

A viagem até Orlando é de média duração. De quatro a cinco horas de estrada – e que estrada! Sempre em mão dupla e, em alguns trechos, eram até seis pistas. Asfalto sem buracos e pedágio por apenas US$1,25. Está cada vez mais raro ter cabines para pagar o pedágio (toll). O nosso, alugado, já veio com o chamado Sun Pass, que é o nosso Sem Parar. Você passa e paga depois. Não precisa se preocupar com nada.

Nesse primeiro trecho, não tinha vistas muito interessantes. Fizemos duas paradas na beira da estrada e os pontos para isso eram muito bem estruturados. Grandes, com umas seis opções de restaurantes e uma loja de souveniers.

De Orlando a Tampa, é jogo rápido. Coisa de duas horas, no máximo. A estrada continua boa, mas as paradas são aqueles postos que você precisa pedir a chave do banheiro e é um para homens e mulheres. Isso porque essa estrada não é pedagiada, aí a qualidade cai um pouco nesse sentido. Mas, como é um trecho curto, dá pra aguentar.

Tampa – Miami
De Tampa até Miami é chão. São aproximadamente 8 horas de viagem. Para compensar o tempo na estrada, resolvemos passar pelo Golfo do México e as vistas eram lindas! Entre St. Petersburg e Terra Ceia tem uma ponte chamada Sunshine Skyway Bridge e tivemos que parar na estrada para tirar fotos. Para atravessá-la, é preciso pagar um pedágio de US$1.00 (Sun Pass).

Saindo da ponte a procura de um lugar bacana para tirar fotos
A ponte original foi inaugurada em 1954, mas desmoronou em 1980. Sete anos depois, a nova ponte estava pronta.

Pouco mais à frente, paramos em Sarasota e, meu Deus, que cidadezinha gostosa! Com cerca de 50 mil habitantes, Sarasota é um lugar que eu gostaria de ficar pelo menos um dia. Sabe aquelas cidades em que você se sente relaxado?  Super delicinha.

Demos um pulo na praia. Areia branca, fininha, água azul e gelada (afinal, ainda é inverno no hemisfério norte!).

O primeiro contato foi marcante. A vista era linda, mas a água, nesse trecho, estava com bastante algas.

Almoçamos lá mesmo, em um restaurante chamado Daiquiri Bar. Muito bom.

As paisagens na estrada começaram a mudar depois de Sarasota. Conforme fomos deixando o litoral, o mar foi trocado por pântanos, aí não tirei mais fotos.

Miami – Key West

Para encerrar a viagem, no penúltimo dia, esticamos até Key West, na ponta do estado da Flórida (e já no mar do caribe). Essa viagem foi cansativa, porque fizemos bate-volta. São quatro de viagem e fomos com o carro cheio dessa vez. Pegamos um carro maior e estávamos em seis adultos.

No caminho, paramos para almoçar em Isla Morada. Achamos, sem querer, um restaurante chamado Lorelei Restaurant & Cabana Bar. A comida era gostosa, mas o visual que tínhamos da mesa era… Uau!

Eles tinham caiaques e pranchas de Stand Up Paddle para alugar. Se tivéssemos tempo, eu me arriscaria no SUP. Mas ainda tinha um caminho longo pela frente e minhas aventuras de “surfista” foram adiadas.

Chegamos a Key West por volta das 15 horas. Cidade bonitinha – mas prefiro Sarasota. A água estava mais quente, mas mal tive coragem de molhar os pés porque tinha águas-vivas.

 

No fim das contas, a viagem valeu mais que o destino. Mas, como estávamos de férias, tudo estava bom, lindo e maravilhoso. Sem reclamações!

E, dois dias depois, voltamos ao Brasil. Cabô férias. Cabô EUA. Cabô Cereja no Mundo.

Agora, vou editar os vídeos! Semana que vem, começo a publicá-los na fanpage e no Youtube!

Cereja no Mundo

Cereja no Mundo – Miami

Miami vai além dos outlets e de praias. Miami é uma das cidades mais cosmopolitas que eu já fui. Na verdade, é a cidade mais latina que já conheci, mesmo estando nos Estados Unidos. Isso é explicado por vários motivos: clima (mesmo motivo pelo qual os idosos vão para lá depois que se aposentam), proximidade com os países latinos e economia.

Os estados americanos possuem as chamadas State ou Sale Taxes. A Flórida é um dos estados com impostos mais baratos. Por exemplo: Comprei duas camisetas por US$20. Com o imposto, o valor final ficou US$21.40. Então, você não vai pagar o que está na etiqueta (em todo o estado, não só em Miami). Tem essa pequena taxa, mas nada absurdo. Continua valendo a pena fazer compras por lá.

Outro detalhe que brasileiros acham estranho: Eles dão o troco certo. Os preços lá são quebrados, como US$1,93. Não vão arredondar o troco para cinco centavos, nem dar em balas. Eles devolvem sete centavos, certinho.

Não fomos a muitos outlets, só ao Dolphin Mall. Enorme e com lojas de marcas, como Tommy Hilfiger, Bloomingdales, Forever 21 e várias outras. Se for fazer compras, compre nos outlets. Em Downtown Miami, além de ser mais caro, a confiabilidade dos produtos não é das melhores. Na verdade, é uma Ciudad del Este organizada. E é uma parte da cidade em que o inglês parece se tornar (oficialmente) a segunda língua. Ali, a maioria dos lojistas são latinos, então, espanhol é o que mais se escuta e lê na região.

Além das compras

Nós não tivemos muito tempo para passear por Miami. Caminhamos por Downtown, fomos ao Dolphin, Bayside e ao Miami Seaquarium.

Está longe de ser um Sea World e foi uma das poucas coisas que achei caras. US$46 a entrada (com taxas incluídas). Mas é legal… Um passeio gostoso para ir com a família, ver aquários e apresentação de golfinhos e da pequenininha aí de cima.

Se você quer se molhar, sente-se nas fileiras de cor diferenciada. Essas do Miami Seaquarium eram azuis. Isso é algo que eu nunca quis porque a gente sente o cheiro de peixe nas pessoas que se molham. Mas é engraçado olhar. As crianças adoram. Tem umas que vão até com roupa de banho, preparadas para saírem de lá encharcadas mesmo.

É bonitinho, um passeio agradável. E dá pra fazer em uma tarde. Eles entregam um panfleto com os horários das apresentações, daí fica fácil saber onde e quando ir.

*Dica: Se for para Miami, evite a North Miami Beach. Região meio barra pesada. Nosso hotel, o Hotel Urbano (reveja aqui), era na avenida Brickell, perto de Downtown. Recomendo muito. Os atendentes foram simpáticos (aliás, deixa eu fazer esse adendo: em nenhum lugar que fomos, de lojas da Disney à paradas em beira de estrada longe da rota turística, presenciamos a tal “arrogância” americana. Sinal de que, se todo americano é arrogante, todo brasileiro é samba e futebol).

**Dicas de hospedagem: Algumas ferramentas para busca de hotéis são bem conhecidas. Booking e Trip Advisor são minhas favoritas. Tem, ainda, a opção de procurar algo no AirBnb (site que você aluga um apartamento ou um quarto pelo tempo que precisar). E algo que conheci lá foi o Priceline.

Não cheguei a usar, mas me disseram que é de confiança. Funciona assim: é uma espécie de leilão por uma hospedagem. Dá pra negociar o quanto você quer pagar pela diária (através do botão “Name your own price”). Você seleciona a região em que quer ficar (tem um mapinha que mostra tudo) e a classe do hotel que deseja. Feito isso, você responde à tal pergunta: “Quer pagar quanto?“.

Estabelecido um preço por diária, é necessário passar os dados do cartão de crédito e esperar. Se algum hotel aceitar a sua proposta, já é debitado. Mas… Não vai ser uma lista de hotéis para você escolher. Será apenas um. É um “tiro no escuro”. Algum hotel da categoria escolhida, na região selecionada, vai aceitar a sua oferta. A negociação termina aí. Se baterem o martelo, está definido.

Caso não aceitem, você será notificado e nada acontece. Achei interessante. Alguém já usou? Tem coragem de usar? Me avisem!

Bom, gente… de Miami, é isso. Para encerrar a saga nas terras do tio Sam, amanhã o post será sobre as road trips pela Flórida (esteja preparado para belas fotos de praias e de estradas). Ah! E se vocês quiserem saber de algo que não esteja nos posts, manda e-mail ou deixa comentário lá na fanpage! Não sejam tímidos.

Cereja no Mundo

Cereja no Mundo – Island of Adventure e Harry Potter (Parte 2)

Continuando o post sobre Universal Studios, Islando of Adventure e Harry Potter.

Harry Potter (Parte 2)

Do Beco Diagonal, pegamos o Expresso de Hogwarts até Hogsmeade. A viagem é super legal. A janela é, na verdade, uma tela e vamos vendo o caminho até a escola. O carro voador dos Weasley passa por nós e, em um determinado momento, Dementadores embarcam. Só vemos a luz do spectrum patrono do Harry. É uma viagem rápida, mas legal.

Ao desembarcar, a primeira coisa que quis foi tomar uma cerveja amanteigada. Eles tem em três temperaturas: quente, gelada e congelada. Como estava frio, optei só pela gelada mesmo. Claro que não é cerveja. Não tem álcool algum e é doooooooce. Gostosa, mas não aguentei tomar tudo. Achei meio enjoativo.

Par de vaso porque nesse dia esfriou muito e do nada. Tivemos que comprar moletons.

Ali ainda tem a montanha russa Dragon Challenge e os atrativos The Forbidden Journey (por dentro do castelo de Hogwarts) e Flight of the Hipogriff.




Island of Adventure
Por causa do frio inesperado, fizemos a última parte do dia meio rápido. Os funcionários, tadinhos, também estavam sofrendo por causa do vento gelado. Um deles, que não podia deixar o posto, de bermuda e camiseta, ficou parado distribuindo “Free high fives”.

A Island of Adventure tem umas áreas meio sem graça, como a do Gato de Chapéu, e outras mais infantis. Então, se você está com crianças pequenas, vale a pena. Tem uma outra parte bacana com uns brinquedos aquáticos, mas como a temperatura despencou para 14ºC, nós não fomos.

Nos sobrou a parte Marvel. O Amazing Spider Man é muito legal, que também mistura montanha russa com 3D. E, pra encerrar, fui para The Incredible Hulk Roller Coaster, considerada uma das melhores dos Estados Unidos.

Boa parte da Universal e Island of Adventure está em vídeo. Eu tô adiantando o que posso para conseguir lançar tudo até semana que vem. Então, acompanhem também as atualizações na Fanpage, porque os vídeos serão publicados lá.

Amanhã, post sobre Miami!

Cereja no Mundo

Cereja no Mundo – Universal Studios e Harry Potter (Parte 1)

Enquanto a Disney se atém aos clássicos, a Universal se moderniza. Ponto para eles. Em contra partida, a renovação fez com que algumas atrações emblemáticas fossem tiradas do parque, como Jaws (Tubarão) e De Volta para o Futuro.

A Universal é o parque mais legal de Orlando. Pronto, falei. Tem muitos brinquedos, mas não tem o “quê” especial da Disney. Não é mágico. Sei lá.. Você vai lá para curtir algo mais radical, como montanhas russas. Não é algo ruim, mas é um clima diferente.

O atendimento continua sendo exemplar. Na compra dos ingressos, o atendente, Norm, simpatizou comigo e me deu um bottom especial – sem motivo algum. Escreveu meu nome, desenhou corações, minions e uma pauta musical. Aí, por causa do acessório (que dizia “I’m celebrating“), o pessoal me desejava feliz aniversário.

 

 

 

Universal Studios

A Universal Studios tem alguns pontos muito bacanas para serem comentados. Além dos brinquedos mais radicais e do parque do Harry Potter, algumas praticidades de lá devem ser ressaltadas. Algo que eu achei bem bacana foram os “Lockers” (armários). Dependendo do brinquedo, você não pode ir com mochila ou bolsa. Então, ao lado da entrada, eles disponibilizam os armários. Em um computador, você cadastra a sua impressão digital. Ou seja: só você pode abrir o compartimento. E, se não passar de 40 minutos, não precisa pagar nada para usar o espaço.

Outra coisa legal se refere às compras: Você pode deixar as sacolas na loja onde comprou e retirar só na saída – detalhe: em qualquer outra loja dentro do parque. Eles levam até onde você estiver. Lindo ou não lindo, Brasil?

Na Universal, praticamente todos os atrativos tem fila para quem está sozinho (Single Riders). Poupa bastante tempo às vezes. Em uma montanha russa, a fila tradicional iria levar mais de 10 minutos. Na Single Riders, eu levei apenas dois.

Gosto muito da montanha russa da Múmia, do brinquedo do MIB e a parte de Springfield, mas eu estava ansiosa mesmo pelo parque do Harry Potter. E, para isso, vamos fazer um novo subtítulo!

 

Harry Potter

Os caras não são bobos e visam lucro. Então, eles dividiram o parque do Harry Potter. O Beco Diagonal fica na Universal e Hogsmeade fica na Island of Adventure. Ou seja: Sim, precisa comprar dois ingressos para conhecer as duas partes do HP. Dá pra comprar um passe para dois dias ou, como nós fizemos, um “1 day – 2 parks“. Fica um pouco mais corrido, mas dá certo.

No Beco Diagonal, estão as lojas que vemos na história do bruxo. E o brinquedo – totalmente demais, by the way – é “Escape from Gringotts“, uma montanha russa com efeitos 3D. Meus pais, que nem sabem quem é Harry Potter, foram e curtiram. E eles também não são muito fãs de fortes emoções.

Mas, o beco é praticamente para compras. Hogwarts e Hogsmead tem mais atrativos. E como chegar até lá? Ora, meu caro: Você pega o Expresso de Hogwarts! O ingresso “1 day 2 parks” é para isso. Ou, se quiser, você pode sair da Universal e ir a pé até o Island of Adventure, que fica ao lado, mas… né? Você já está ali, poxa. Atravesse a plataforma 9 3/4 e seja feliz.

Tendo em vista que o post já está gigante, Island of Adventure e Harry Potter (Parte 2) ficam para amanhã.

Cereja no Mundo

Cereja no Mundo – Disney’s Hollywood Studios

O Disney’s Hollywood Studios é o antigo parque da MGM. Se não estou enganada, é o menor dos parques, mas tem uns brinquedos bem legais, como a Rock’n’Roller Coaster Starring Aerosmith, um dos meus favoritos, e a Hollywood Tower, que é um daqueles elevadores que despencam em queda livre. Mas nesse, rola toda uma história de terror antes. Bem legal. Até minha mãe foi!

A Rock’n’Roller Coaster é o único atrativo na Disney Hollywood Studios com uma fila separada para quem vai sozinho (sinalizada como “Single Riders”). É uma montanha russa no escuro, cheia de placas neon, simulando uma avenida de Beverly Hills. O carrinho vai de 0 a 100km/h em apenas dois segundos, ou seja: você já sai com tudo! Excelente e sem nenhum tipo de restrição. Vi até um casal de idosos na fila (a senhorinha, inclusive, sendo levada pelo senhorzinho numa cadeira de rodas).

O diferencial deste parque são as peças, como A Bela e a Fera (que eu sempre choro, porque é lindo demais) e, mais recentemente, Frozen – Sing Along. Enquanto a primeira é um resumo da peça apresentada na Broadway, a segunda é um “karaokêzão” para a galera cantar junto. Dois narradores contam a história (de forma bem engraçada! Eles eram ótimos) e as canções aparecem no telão, com a letra para todo mundo cantar.

Pausa para o diálogo engraçado:
Na saída da peça, eu puxei a conversa:
– A menininha do meu lado cantou todas as músicas! Bem lindinha!
Minha mãe:
– É, a menininha que estava do meu lado também cantou todas.

 

Era eu. Rá!
Voltando ao que interessa:

Claro que alguns personagens aparecem na peça. Além dos narradores, Anna, Elsa e Kristoff aparecem no palco, mas por pouco tempo.

Let it gooooooooo, let it gooooooooooooo

Como acontece em todos os parques, o encerramento das atividades é com uma apresentação especial e queima de fogos. Enquanto no Magic Kingdom sentamos na rua para ver o desfile, e na Epcot ficamos em pé ao redor do lago, a Fantasmatic é o único “fechamento” com auditório. O legal é que essa apresentação é com os vilões da Disney. Rainha da Branca de Neve, Malévola (inclusive na forma de dragão) e o cara de Pocahontas que eu esqueci o nome agora.

Mesmo sendo baixa temporada, lotou. Por isso é importante chegar com, pelo menos, uma hora de antecedência.

 

No final, claro, as princesas e Mickey ltda cantam uma música feliz e de que sonhos são mais fortes do que imaginamos.

Não fomos ao Animal Kingdom dessa vez. Mas, sinceramente, é o mais fraquinho de todos (na minha opinião!). Tem coisas legais, óbvio. Quem não conhece, deve ir. A gente tinha problema de tempo (fizemos cinco parques em quatro dias) e, na hora da escolha, Animal ficou de fora.

De Disney, é isso. Passa rápido… Amanhã, post sobre Universal Studios e Island of Adventure. Começarei a editar os vídeos esta semana também. Não foi falta de vontade, tá? É que chegávamos nos parques às 9 horas e saímos de lá às 22 horas. Chegávamos moídos no hotel. E, quando voltei para Miami, estava com família, aí não ia deixar todos de lado para ficar mexendo no computador, né?
Mas, ainda que saia com um pouco de atraso, vai sair! Promessa de mindinho.
Cereja no Mundo

Cereja no Mundo – Magic Kingdom

O que eu acho legal é que ninguém precisa ser ou ter criança para curtir a Disney, mas precisa estar disposto a se tornar uma. Deixar pro lado de fora todo o cinismo da vida adulta. Deixar o lado infantil voltar à tona, acreditar na “magia” do momento. É uma delícia essa imersão.

Eu cresci vendo os desenhos da Disney. Sei todas as músicas (ou sabia, já que estou desatualizada), tenho uma tatuagem na perna que faz referência ao meu desenho favorito (A Bela e a Fera). Então, para mim, é fácil entrar no clima.

O Magic Kingdom é o parque mais emblemático da Disney. É nele que fica o tradicional castelo da Cinderela que vemos nos começos de filmes. Ele também é o parque mais “mágico” dos quatro, onde mais tem personagens para tirar fotos.

 

No Magic Kingdom, também encontramos as princesas. Para ser uma delas, claro, é preciso ter uma fisionomia parecida. Os outros personagens, como Mickey e companhia limitada, precisa ter a altura certa. Eu, por exemplo, com meu 1.72 metros, só poderia ser o Pluto ou o Pateta.

No MK, eu consegui matar uma vontade: Almoçar no restaurante “Be our Guest“, inspirado em A Bela e a Fera e é simplesmente maravilhoso! Tivemos que fazer reserva um dia antes e a comida, na verdade, é lanche. Por isso, não é um dos restaurantes mais caros do parque, mas é um dos mais concorridos.

O que eu achei muito bacana na Disney, não só no MK, é a nova política de contratar idosos nas mais diferentes funções e de diferentes nacionalidades. Acho isso louvável, porque vemos que eles estão felizes ali.

Desfile e show de fogos

Como é de praxe nos parques Disney, o Magic Kingdom também tem show de fogos para encerrar o dia. A diferença é que, antes, há o desfile iluminado dos personagens na Main Street, rua principal que começa na entrada do parque e segue até o castelo da Cinderela.

A passeata começa às 20 horas e o show pirotécnico às 21 horas. Pode parecer exagero, mas lá pelas 18 horas, já fique pela Main Street. Ache um lugar para comer por ali mesmo e ache um bom lugar no meio fio para sentar e ter a melhor visão.

 

Dicas para quem vai com crianças
– Claro que a Disney é para crianças, mas eu realmente acho uma judiação mães que levam crianças de colo para lá. Vi vários e imaginei: “O que esse bebê tá fazendo aqui?“. Minha sugestão é: espere seu filho ter uns três ou quatro anos antes de levá-lo. Além da viagem ser muito cansativa para um bebê, crianças mais velhas vão saber quem são os personagens, interagir, se divertir.

– O próprio parque disponibiliza carrinhos para alugar. Por mais que seu filho já seja grandinho, vocês vão passar umas 10 horas lá dentro, ou seja, é muita coisa pra uma criança. E não se preocupe com os brinquedos, porque tem as áreas de estacionamento dos carrinhos antes da entrada dos atrativos. Você deixa lá e busca na saída. Bem fácil e tranquilo.

– Em todas as lojas e tendas comerciais, encontramos uns caderninhos e canetas para vender. Na hora de tirar foto com os personagens, os pequenos também podem pedir autógrafos e colecionar as assinaturas. É super legal. Eu tinha quando era pequena. Fazíamos “competição” para ver quem conseguia mais.

 

Atendimento

Sinceramente? Esqueça o que você conhece de ‘bom atendimento’. Aqui, é algo exemplar. Não é puxa-saquismo, não. O modelo aplicado é realmente excelente e de superar expectativas. Em uma loja, pedi por uma boneca da gatinha Maria (Aristogatas), mas já tinha esgotado. A atendente foi procurar no computador quais outras lojas ainda tinha Maries disponíveis e voltou com uma lista de estabelecimentos.

Em outra, na dúvida de qual tamanho de camiseta comprar, o rapaz, Eddie, foi pesquisar a conversão de “pounds” para quilos, para eu não arriscar levar algo que não servisse (era um presente, caso você esteja pensando “Mas por que ela simplesmente não provou?“. Bom, nesse caso, mesmo que fosse para mim, eles não tem provadores lá).

Uma vez lá dentro, o atendente não é mais Fulano ou Ciclano. Ele é um funcionário da Disney. Sorridente, prestativo, simpático, que te deseja “um dia mágico“. Se americanos são conhecidos por serem arrogantes, o atendimento da Disney é tão bom que te faz repensar esse conceito.

Acho que é isso, por enquanto. Assim que der, posto sobre Disney’s Hollywood Studios e Universal Studios & Island of Adventure.

Cereja no Mundo

Primeiros dias em Orlando

Não sumi de propósito. Os dias aqui são intensos. Começam às 8h e terminam às 23h. Hoje, excepcionalmente, acabou uma hora mais cedo, então, deu tempo de vir contar um pouco sobre os dois (na verdade, um dia e meio) primeiros dias em Orlando.

Road Trip

Como alugamos um carro, viemos dirigindo de Miami até Orlando. São aproximadamente 4 horas de viagem, mas como paramos duas vezes, chegou a quase cinco.

As estradas aqui são um tapa na cara dos brasileiros (especialmente os paranaenses, que tem o pedágio mais abusivo do mundo). O tempo todo em mão dupla, a rodovia tem, no mínimo, três pistas em cada sentido. Asfalto bom, boa sinalização e passamos por apenas uma praça de pedágio, onde pagamos US$1,25. (Brasil, você me deprime).

Downtown Disney

Como chegamos às 14 horas, não dava mais tempo de ir a nenhum parque. Nosso hotel não fica no complexo Disney, mas fica bem próximo. Escolhemos o Buena Vista Suites, que fica, em média, a 5 minutos dos parques. No primeiro dia, resolvemos ir até a Downtown Disney, um centro comercial e gastronômico antes dos parques e o único atrativo da Disney que você não precisa pagar para entrar.

 

Lá, além de vários restaurantes e lojas, tem uma tenda fixa do Cirque du Soleil, com o espetáculo La Nouba. Eu nunca havia assistido nada deles e, meu Deus do céu! Que coisa linda! Os valores variam conforme a categoria e assentos que você escolhe. Nós pagamos US$85 cada ingresso, por um show de altíssima qualidade de 1h30 de duração.

O chato é que não pode filmar nem tirar foto lá dentro para vocês terem uma ideia do que foi aquilo. Mas, eu super recomendo. Adorei demais!

Epcot Center

A quarta-feira começou cedo. Café reforçado no hotel para aguentar o primeiro dia de parque. Fomos a Epcot Center, o mais globalizado de todos os parques Disney (Magic Kingdom, Animal Kingdom e Studios Disney Hollywood – antiga MGM).

 

A Epcot está longe de ser o melhor parque, mas tem umas vistas lindas. O diferencial são as apresentações culturais de vários países diferentes. No entorno do lago da Epcot, ficam uns “galpões” (tô falando a grosso modo, tá?) de locais como México, Noruega, Alemanha, França, Japão, China, Canadá e Itália. Alguns tem atrativos e outros são só restaurantes. Para fechar a noite, o show de 10 minutos de fogos e luzes chamado Iluminations.

 

Sobre os restaurantes: Nem só de fast food vivem os visitantes da Disney. Entretanto, os restaurantes são bem concorridos. Demos sorte hoje ao encontrar vaga no Coral Reef, que é simplesmente incrível!

 

Para facilitar, melhor fazer reserva. Para isso, baixei o app “My Disney Experience” e gostei bastante. Além de te permitir fazer reservas e comprar os chamados ‘Fast Pass‘ (você paga para furar fila, vamos assim dizer), dá pra ver mapas, horários e criar um planejamento do que você quer fazer no dia.

Bom, em resumo, é isso. Tenho feito os vídeos, mas não dá tempo de editar. Mas, eu tô lançando umas dicas lá no Instagram, já que o wifi é aberto e pega super bem em todos os parques.

Ah… Todas as fotos sobre a viagem no blog são minhas.

Cereja no Mundo

Cereja no Mundo – Cheguei, Miami!

Depois de 12 horas de viagem (e uma noite de sono, porque não ia aguentar escrever isso ontem), chegamos em Miami bitch!

Fazia tempo que não fazia voos internacionais com a TAM (meu último voo para fora foi com Iberia) e foi bem tranquilo. Por ser uma viagem longa, consegui assistir três filmes (O Juiz, Fury e O Protetor), além de joguinhos que a própria companhia aérea disponibiliza no monitor individual nos assentos.

Miami é mais linda do que eu lembrava. Também, né: Minha última vinda para cá foi em 1998! Se não tivessem mudado “algumas coisinhas”…

Estamos hospedados no Hotel Urbano, na Brickell Ave., bem aconchegante e perto da casa dos meus parentes, mas sem café da manhã incluso.

As cores dos quartos e corredores são vibrantes e já imaginei Pharell Williams cantando “Happy” por aqui.

Alugamos um carro com a Avis e estamos autônomos pela cidade. Amanhã, tocamos para Orlando.

Hoje, o post é só para dar “oi”. Então, Oi!

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