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julho 2015

Textos

Você estava errado

Eu queria te encontrar em algum lugar qualquer hoje só para poder dizer na sua cara o quão errado você estava. No fundo, eu sempre soube disso, eu só não acreditava. E tive que esperar até eu ter a plena convicção de que você apontava algo totalmente errôneo.

Os seus gritos de “Você acha que alguém além de mim vai te amar?” desapareceram da minha cabeça. Sua voz cessou quando achei uma outra, suave, dizendo que sou a “melhor coisa que já me aconteceu”. Hoje eu consigo acordar sem escutar seus berros infundados.

Fico brava e decepcionada comigo, às vezes, por ter acreditado em você por tanto tempo. E, por causa disso, eu tive que aguentar muita coisa que seria totalmente dispensável na minha vida – você é a principal.

Tem coisas que só percebemos quando vemos de longe. Quando estamos perto, acreditamos que um ponto é toda a realidade apresentada. A falsa ideia do seu amor era a minha. E eu pensei que não conheceria outra.

Até que, um dia, me sentir forte. Já não dava mais pra mim… Aquilo que você chamava de relacionamento há tempos deixara de ser minha felicidade, ou seja, eu precisava reencontrá-la. Para isso, precisei tirar você do caminho.

Achei que eu fosse ficar estagnada, presa à sua lama. Mas eu não queria mais afundar em você. Lutei. Estiquei. Chorei até alcançar a margem. Queria que tivesse sido tão rápido quanto parece.

Me libertei. Saí, com minhas próprias forças, das suas inverdades. E agora, o caminho é tranqüilo, pacífico, que me leva em direção ao sol e a mim mesma.

ETC

Antes que eu te ame

Texto publicado originalmente em Entre Todas as Coisas
Para ler ouvindo: What Kind of Man – Florence and the Machine

Tô numa cena patética no banheiro da sua casa. Escorada na parede, sentada no chão, enrolada numa toalha e chorando baixo para não correr o risco de você me ouvir. Essa situação se deve ao fato de que há dois minutos, caiu a ficha: eu me apaixonei por você.

Não era esse o combinado, mas o coração me pregou uma peça de mau gosto. A última coisa que eu queria era isso, porque eu sei que você não está na mesma página que eu – nem pretende estar.

Eu queria que você ouvisse meus pensamentos agora. Talvez chegasse até mim e dissesse que eu não preciso ter medo. “Eu me apaixonei também”. E aí tudo ficaria bem – bem demais, inclusive.

Porque talvez, no fundo, eu goste dessa paixão, sabe? Faz eu me sentir viva. Faz até eu sentir medo, o que reforça a primeira sensação. “Estou viva!”, mesmo depois de tantos tombos pelo caminho. Se não tivéssemos medo, a vida não teria graça. Já pensou nisso?

Ah, mas eu não podia ter caído nessa. Porra! Como desfaz coisas desse tipo? Eu não quero essa dúvida na minha vida, não. Não preciso disso agora. “Levanta”, digo a mim mesma. Limpo o rosto para você não perceber minha cara de choro. A mão já está na maçaneta. E agora?

Eu quero ir embora assim que abrir a porta. Juntar minhas coisas e te deixar para trás antes que o estrago maior seja feito. Antes que eu ame a sua companhia e o seu corpo. Antes que eu ame o seu sorriso e as suas piadas sem graça. Antes que eu ame ouvir seu dia e seus problemas de família. Antes que eu te ame.

Abro a porta e vejo você. Minha blusa a poucos passos de distância… Passo por ela e visto seu abraço. Uso seu beijo de acessório. Meu coração vibra e minhas pernas tremem. O ar mal chega aos pulmões. Tarde demais para mim: eu já te amo.

Textos

Abri a porta. Agora, vá

Hoje, depois de muito pensar (e pesar), resolvi abrir a porta do coração. Não para que alguém entrasse, mas para que você conseguisse sair. Não sei se você o queria – na verdade, não sei nem se eu queria que você fosse – mas eu precisava que você o fizesse.

Eu não sei como ficará o espaço ou por quanto tempo ficará sem inquilino, sem móveis, sem vida. Mas não quero tornar meu coração em jaula. E percebi que, mantendo você aqui dentro, quem acabava aprisionada era eu.

Então, eu me liberto para o novo, por mais que isso possa doer agora. Por mais que eu chore enquanto vejo você se afastar. Algo me diz que essas lágrimas serão convertidas em sorrisos, cedo ou tarde.

O que realmente me assusta é não saber. Não saber para onde você vai e como eu ficarei sem você. Não saber se você ficará melhor sem mim ou quando eu vou conseguir deixar tudo em ordem. Não saber se você vai continuar frequentando o mesmo bar e pedindo a mesma cerveja. Não saber se eu vou conseguir escutar a nossa música sem a sua lembrança latejar.

Mas eu preciso pagar para ver. Só não olha pra trás, ta? Lembra de mim com carinho e segue a caminhada. Não volta. Não se arrependa. Ache outro coração para se aninhar e eu hei de fazer o mesmo. Abrigar um novo alguém e morar em outro coração também.

Vai pra um lado e eu vou para o outro, em direção oposta, ambos rumo a nossa liberdade de nós dois.

Textos

Seja leve, menina

Menina,

Eu sei o que você quer. Eu vejo seu coração pedir que ele sinta sua falta. Que ele te olhe e sinta vontade de segurar sua mão. Que ele precise se controlar para não te chamar para um canto escondido só para poder lembrar os seus beijos.

O bom de não pertencer a um corpo, menina, é que podemos visitar outros. E fui ao dele para saber o que anda acontecendo por lá. Ele ainda te acha linda. E aquele dia que se encontraram no restaurante italiano, você realmente o impressionou vestindo o conjunto branco e batom vermelho.

Mas é isso.

Não há lamento. Não há arrependimento. Não há vontade de correr para os seus braços e pedir perdão. Não há um beijo que faltou ou um abraço que terminou cedo demais. Há ele e há você, separadamente.

Eu sinto a sua dor agora e a sua autoestima encolhendo. Não deixe que isso lhe atinja, menina. Não é você. Ou o seu corpo. Ou o seu humor. Não é nem o fato de vocês torcerem para times rivais. E eu não digo isso para agradar. Falo porque vi nele a verdade: Nem sempre os corações estão prontos para serem preenchidos novamente. Se vocês tivessem se encontrado em outra hora, talvez. Mas, naquela época, ele não estava pronto. E tudo bem não estar pronto para alguém.

Eu sei que parece injusto. Mas o Amor é respeitoso, menina. E ele não entra num coração sem ser convidado. Quem invade é a Paixão. Essa, sim, chega querendo ditar regras, horários de encontro, loucuras, gritos aos ventos de que está ali, presente. Mas ela dificilmente fica por muito tempo.

Paixão é a que anima a festa, sim. Causa risos. Dá até vexame às vezes. E segue em frente, mirando o próximo festerê. O Amor chega para ajudar a limpar a bagunça e por tudo de volta no lugar. Fica até o fim, até o último copo estar lavado. E te chama para tomar café da manhã, regado de boa conversa.

Então, menina, não se aflija. Não é culpa de ninguém. “Culpa”, aliás, é palavra pesada que o coração insiste em dizer, mas o Amor, sábio que só ele, pede o desuso. Seja leve, menina. E guarde o amor aí para quem um dia chegar convidando para o café, o almoço, o jantar e a ceia. Guarde o seu amor para o amor de outro alguém.

Textos

Eu quero te beijar

Eu quero te beijar de novo. E outra vez. E novamente. Quero te beijar muito, como nos beijamos naquela noite no meu carro. Como naquela madrugada no seu sofá, ao som de Lynyrd Skynyrd.

Eu quero te beijar até as horas se perderem nos ponteiros. Até eu sentir você arrepiar na nuca, nos braços e na barriga. Quero te beijar até você puxar o meu corpo para mais junto do seu e não me soltar.

Eu quero te beijar como se este fosse nosso último dia na Terra. Talvez até seja… Quem pode saber? Então, eu quero te beijar até ser inesquecível. Até fixar bem na boca, na memória e na alma.

Eu quero te beijar até seu fôlego começar a ficar ofegante. Até os beijos se mesclarem com mordidas e variarem o ritmo. Quero te beijar até matar minha sede em você. E eu quero te beijar porque só em ver você, os meus lábios já te pedem.

Eu quero te beijar contra a parede do quarto, deitados na cama, no meio de uma multidão. Aqui ou em Paris. Numa barraca de acampamento ou de férias em Gramado. Eu quero te beijar de qualquer jeito. E eu vou.

Leca

O que não te contam sobre Criolipólise

Ontem me submeti ao primeiro tratamento estético da minha vida! Desde o início do ano, resolvi me cuidar mais. Alimentação mais certinha, atividade física sem preguiça. Os resultados estão aparecendo timidamente, mas se surgiu algo que pode ajudar ainda mais, por que não, né?

Eu já tinha ouvido falar dessa tal criolipólise no início do ano, eu acho. E comecei a ver a moda crescer e a pipocar na timeline. Comecei a pesquisar a respeito e achei legal. Pensei: “Opa! Pode me ajudar” (porque eu tenho aquela pancinha que não sai nem com 200 segundos de prancha, sabe? E é por pura estética. Eu tenho noção disso. Então, pelo menos por ora, não planejo ir pra faca por causa disso. A “crio” me pareceu mais certeira para o meu caso).

O que é: Criolipólise é um novo tratamento não invasivo que congela as células de gordura.

Por se tratar de um tratamento, é preciso ter alguém que saiba o que está fazendo. Ou seja: um lugar de segurança. Não entre na primeira clínica que vir pela frente ou naquela que oferecer o melhor preço. Pesquisa é primordial. Estamos falando do nosso corpo! Imagina se largamos na mão de alguém que só põe o aparelho de qualquer jeito e depois faz massagem que mais parece estar sovando massa de pão? Não, não. Pergunte. Vá ao local. Peça referências.

Aqui em Foz, encontrei a Clinic – Fisioterapia Feminina. E fui lá pra ver. A Clinic segue a metodologia da Priscila Palazzo: Sessão de Criolipólise (separe umas 3 horas para isso, tá? Vá sem pressa e sem nenhum compromisso depois. A sessão demora. Melhor ficar tranquila) + dez sessões de pós-crio, que são tratamentos complementares que ajudam a manter e a esculpir o corpo.

É claro que eu não cheguei e imediatamente marquei a sessão de crio. A Melissa (fisioterapeuta responsável) sentou comigo, fez avaliação, me explicou tudo certinho como será todo o processo. Aí vem a primeira coisa que não te contam sobre Criolipólise: Não é um milagre divino que você já sai fina com uma única sessão. É um tratamento a longo prazo, dura cerca de três meses. E como em todo e qualquer tratamento estético, você precisa fazer a sua parte! Alimentação e exercícios são primordiais para a redução de medidas. Não adianta fazer Crio e se jogar no sofá comendo pizza, né?

Dadas as explicações, marquei o meu horário. Ontem, ele chegou. Eu fui com um pouco de medo, confesso, porque ouvi por aí que a tal da crio dói! Segunda coisa que não te contam sobre ela: Ela não dói tanto assim, até porque, dor é algo muito relativo! Os primeiros cinco minutos são um pouco desconfortáveis, sim. Mas nada que me levou a querer abandonar a causa e dizer: “Não consigo! Dói demais“. Passado esse início – que nada mais é do que uma adaptação do corpo ao frio do equipamento – eu fiquei bem tranquila… A ponto de tirar um pequeno cochilo na cama.

Eu fui contanto o passo-a-passo no meu Snapchat (LecaLichacovski). Olha só:

E depois? Dói?
Mulherada, vamos desapegar desse medo de dor! Eu tô aqui viva contando a história, não estou?! Então! A região fica sensível, sim. Mas volto a repetir: Dor é relativa. Eu tô bem de boa aqui. Enfim… Eu gostei. Verei os resultados agora? Não, mas tudo bem. Não tenho pressa. Prefiro fazer tudo certinho agora e ficar satisfeita com meu corpo.

Se você quer o mesmo, procure um profissional em que você confie e tire todas as suas dúvidas! Aqui, eu só estou contando como foi comigo, ok? Não é regra geral!

E digo mais, gente! Se você se interessou e quer conhecer a Clinic, anota esta: vai rolar sorteio de uma sessão de Magic Touch Detox ou Slim Body ou Clear Skin! Vem aqui pro Facebook e participe (válido apenas para moradores de Foz do Iguaçu).

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Acho que é isso! Qualquer dúvida, deixa nos comentários.

Receitas

Creme de cenoura com gengibre

Fazia tempo que não postava nenhuma receita por aqui. Com esse friozinho, resolvi inventar moda na cozinha e ontem a noite fiz um creme de cenoura com gengibre e ficou bem gostoso (além de bonito. Vide foto)!

Então, pega lá o caderninho e vamos lá!

Ingredientes:

3 cenouras médias
1 cebola
2 ou 3 lascas de gengibre
1 tablete de caldo de galinha
Azeite, sal e pimenta do reino a gosto

Modo de preparo:

1. Pique as cenouras em rodelas finas e cozinhe com um pouco de água (500ml) no micro-ondas – aproximadamente 3 minutos
2. Bata as cenouras no liquidificador ou no processador junto com as lascas de gengibre
3. Refogue a cebola com azeite numa panela. Quando dourar, adicione a cenoura batida
4. Enquanto você refoga a cebola, deixe água fervendo (aproximadamente 500ml) e dissolva o tablete de caldo de galinha. Quando estiver dissolvido, junte essa água do caldo com a cebola e as cenouras.
5. Misture um pouco e volte ao liquidificador. Bata até ficar um caldo homogêneo
6. Volte ao fogo e tempere com sal e pimenta do reino a gosto.
7. Engrosse a sopa com uma colher de sobremesa de maisena dissolvida em água ou espere o caldo reduzir. Se for usar maisena, vá acrescentando aos poucos e mexendo sempre quando o caldo já estiver fervendo. Espere a sopa ferver novamente antes de servir.

Servir
Claro, você pode simplesmente colocar no prato de sopa e mandar ver, mas fica gostoso se acrescentar uma colher de sobremesa de cream cheese (eu usei o light), cheiro verde e um fio de azeite.

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Prontinho! É uma boa opção para entrada. Por ser creme, não tem “sustância” para ser o prato principal. Fácil, gostoso e quentinho.

Cereja no Mundo

Turista em Casa 2015 (Dia 3)

E chegamos ao último dia de #TuristaEmCasa2015. Foi lindo? Foi. Demais (Veja o que rolou no primeiro e no segundo dia). Por isso também foi triste quando chegou o domingo. Mas, “tende bom ânimo”, porque ainda tinha um senhor café da manhã no Hotel Bella Italia (com direito a champagne) para deixar aqueles mocinhos taciturnos bem nutridos e prontos para o último passeio: Parque das Aves.

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O Parque das Aves é (mais) um lugar maravilhoso em Foz do Iguaçu. Há 20 anos, o local trabalha com a recuperação de Aves e de outras espécies. É um refúgio e não um zoológico. Quando os animais são resgatados e tem chances de serem devolvidos a natureza, o Parque se encarrega de reintegra-los. É um trabalho muito bacana, que envolve biólogos, veterinários e tantos outros amantes de aves, répteis e até pequenos mamíferos. Outra coisa legal no Parque é que ele foi construído e manteve o remanescente de Mata Atlântica.

Como eu disse, não é um zoológico. E acho que realmente sentimos isso quando entramos nos viveiros e dividimos o mesmo espaço com várias espécies (o Parque tem mais de 200). Sim, a gente leva uns rasantes de vez em quando e é óbvio que não é boa ideia passar a mão nos pássaros porque, né… Aqueles bicos podem machucar. Melhor não, né?

#turistaemcasa2015 #fozdoiguaçu #parquedasaves

Um vídeo publicado por Leca Lichacovski (@leca_dpaula) em


Para encerrar, um super almoço na Churrascaria Bufalo Branco. Rodízio de carnes maravilhoso, que nos fez sair rolando de lá. Sem contar o buffet de saladas, pratos quentes e sobremesas. O atendimento também é excelente. E, depois disso, foi hora de ir embora.

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Vamos de vídeo? Com certeza!

Eu só tenho a agradecer pelos dias deliciosos que passei em minha própria terra. Agradecer a Alice, Bruna, Bruno, Brenda, Carol, João, Mateus, Jakline, Julianne,  Raísa, Ruben, Rodrigo,  Thallen e Hugo por terem participado; a Lauane, Garon e Rafael por serem uma equipe ffffff…antástica; e a Loumar Turismo, aos hotéis Bella Italia e Bogari, Icebar Iguazú, City Tour Foz do Iguaçu, Itaipu, Parque das Aves e Churrascaria Bufalo Branco por fazerem isso tudo ser possível.

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Até a próxima!

Cereja no Mundo

Turista em Casa 2015 (Dia 2)

Muito bem! Continuando com as peripécias do #TuristaEmCasa2015 (leia o que rolou no dia 1 aqui). O segundo dia começou com o City Tour de Foz do Iguaçu, a bordo do novo ônibus Sightseeing (panorâmico) da Loumar Turismo. O passeio dura três horas e, durante todo o tempo, o guia André vai contando histórias e curiosidades da cidade – detalhe: esse passeio é interessantíssimo, inclusive, para moradores (que tem direito a meia entrada).

segundo dia. #TuristaEmCasa2015 #CityTour #LoumarTurismo

Uma foto publicada por Leca Lichacovski (@leca_dpaula) em

O City Tour tem três paradas: Marco das Três Fronteiras, Mesquita Islâmica e Templo Budista. Não vou escrever muito sobre eles porque no vídeo abaixo tem tudo bem detalhado.


Terminado o City Tour, fomos almoçar no Dolce Vitta, restaurante anexo ao Hotel Bella Italia, onde ficamos hospedados. No final da tarde, fomos ver o por do sol do Kattamaram, no Lago de Itaipu. E, olha… A vista é feia.

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É ou não é de cair o queixo? Obrigada, Itaipu pela parceria com esta ação! Os Turistas em Casa adoraram o passeio (e a gente também, claro!). Para encerrar a noite, fomos à Noite Italiana do Hotel Bella Italia. Gente: é pra comer rezando. Mesa com mais de 30 tipos de queijo, buffet de antepastos, saladas, sopa, azeites nacionais e importados AND rodízio de massas artesanais. Mas eu cheguei com tanta fome que não quis saber de filmar nem fotografar nada (Gordinha feelings).

Então, fiquem com o vídeo do segundo dia:

Foi um dia e tanto! No domingo, só deu tempo de comer um super café da manhã e ir ao Parque das Aves. Voltem amanhã para saber mais sobre o último dia do #TuristaEmCasa2015

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