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3 músicas para se apaixonar por Anavitória

Esses dias, brincando no Spotify, encontrei um álbum de um dueto feminino coisa mais linda: Anavitória. Depois fui notar que as duas já estavam pipocando na minha Timeline também.

Violãozinho delicioso, letra gostosa, um par de vozes que fazem cócegas no coração. O conjunto todo é um som apaixonante. As meninas são de Tocantins e entraram há pouco tempo na casa dos 20 anos. Se você ainda não conhece, vou deixar aqui as minhas três canções favoritas, para você já pegar gosto pelo álbum recém lançado.

1. Singular

Essa música é uma serenata todinha, mas este trechinho:

“Eu te enlaço e não me permito soltar
Pro nosso nós não deixar de ser assim
Tão singular”

2. Chamego meu

Chamego meu” tem até direito a viola! Mistura aquela pegada da música “caipira” tradicional (não entendam pelo modo pejorativo da palavra, ok? Ok) com a meiguice do pop atual à lá Tiago Iorc.

3. Dengo

“Deixa eu lhe convencer
Que tu é o ser mais bonito
Que eu tive a sorte de conhecer”

EXTRA

Aí essas duas, que sabem que arrasam, resolvem fazer um arranjo em “Tocando em Frente“, de Almir Sater. O resultado não podia ser outro a não ser: “lindeza pura”.

E aí, gostaram? Qual é a música favorita de vocês?

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Esse lugar vai destruir você

Atenção! Contém spoilers da última temporada de Orange is the New Black

Essa semana consegui, finalmente, terminar a quarta temporada de OITNB e, olha… Não fiquei bem. Não lembro quando foi a última vez que chorei assistindo a um seriado – se é que isso já aconteceu.

Depois de duas temporadas mornas, os roteiristas conseguiram recuperar a mão e acertar em cheio cada um de nós com histórias intensas, dramas pesados e concisos. Pudemos ver nos 13 episódios que o que Caputo disse ao guarda Bayley é verdade: “Esse lugar vai destruir você”.

Pudemos ver a ascensão e queda de personagens importantes. Por sinal, as atrizes, merecem um outro destaque. Sempre fizeram bem os papéis mas, agora, os levaram ao extremo e conseguiram nos fazer sofrer suas dores mais do que nunca: A revolta de Burset. A recaída de Nicky (uma das cenas que mais me impressionou foi quando ela começou com a abstinência e ficava com os olhos mal e mal abertos). Dogget vagando como morta-viva pelos corredores após ter sido estuprada. A aflição de Lolly por não saber o que é real e a sensação de fracasso de Healey. A dor física da Piper ao ser queimada pela Ruiz. A quebra de valores de Vause ao matar alguém pela primeira vez.

Foram muitos momentos que mexeram comigo, especialmente nos últimos episódios. Mas o auge, para mim, foi com a Taystee. Não apenas quando viu que Poussey não se mexia mais – foi nessa parte que eu chorei muito – mas a sua revolta quando Caputo defendeu o guarda em rede nacional.

Na hora em que Taystee saiu gritando, eu senti minhas veias pulsarem com ela. Eu também fiquei revoltada que P não foi sequer citada. Eu também quis bater nas portas e convocar quem estivesse ouvindo a fazer alguma coisa.

A quarta temporada de Orange is the New Black deixou para trás as mulheres que só esperavam a hora de sair da prisão. Elas se tornaram mulheres cansadas de sofrer abusos físicos e psicológicos. Elas foram para a guerra. E eu quero muito ver o que vai acontecer daí por diante.

Entretenimento, Textos

O que aprendi em Love

Ontem comecei a assistir Love, nova série do Netflix. Só assisti dois capítulos, então, não se preocupe com spoilers. Não aconteceu nada de importante até agora. Pode ler sem medo. Juro juradinho.

Mickey e Gus estão sofrendo com o término de relacionamentos. Mas quero falar sobre Gus, porque muita gente vai se identificar com o caso dele. Ele namorava Natalie há alguns anos. No primeiro episódio, vemos a decisão de irem morar junto. Um mês depois, já com as escovas juntadas, o relacionamento termina.

Deixa eu falar uma coisa pra vocês: Gus é um cara bonzinho. Muito bonzinho. Irritantemente bonzinho. E é isso que faz Natalie terminar tudo. “Você é um bonzinho falso, o que é pior do que ser malvado” é a justificativa exata. E o que isso quer dizer?

Ele não abria a boca para discordar da amada. Nem quando ele queria muito alguma coisa. Sempre cedia aos desejos e opiniões dela. Não dizia o que pensava, mas o que iria agradar Natalie. E isso não é saudável para o relacionamento, nem para o outro e muito menos para você (ou Gus).

Eu acho que nunca estive no lugar dele, mas eu já fui a Natalie da história. E é horrível ter a sensação de termos sido colocados num altar de adoração. Pode parecer bonito, mas não é. E nem é certo. Não é assim que um relacionamento pode e, de fato, funciona.

Relacionamento é equilíbrio, como tudo na vida. Também devemos contar com contrapontos, divergências, discussões e, em seguida, um ponto em comum. Sermos sinceros conosco e com o outro é o princípio básico do sucesso da vida a dois.

Vai ser bom sempre? Não. Algumas vezes, você vai dizer o que o outro precisa ouvir e vai doer nos dois. Mas lembre-se de que a verdade, por mais cruel que possa parecer, é melhor do que qualquer mentira que possa ser posta no lugar. Verdade é permanente. A mentira se revela logo. E aí… Bom, aí você sabe que fica muito mais complicado reverter a situação.

Não seja um Gus em nenhum sentido da sua vida. Não estou dizendo para você se tornar um ser estúpido e sair fazendo o que bem entende, dizer o que lhe vier a cabeça, não importa o que seja. Equilíbrio, lembra?

O que eu quero dizer é: Se, para fazer o outro feliz, você deve sacrificar a sua própria felicidade, pode ser que ninguém saia feliz de verdade dessa história.

Pense nisso.


Sobre Love:

Love é uma comédia-romântica que, obviamente, fala de amor. De um lado, temos Mickey, interpretada por Gillian Jacobs, e do outro, temos Gus, interpretado pelo ator e um dos criadores do seriado, Paul Rust.

Ainda não tenho como indicar a série. Como eu disse, só assisti dois episódios. O que eu posso dizer por ora é: Love é uma produção original Netflix. Isso, para mim, é sinal de coisa boa. Porém, como já aconteceu com os outros seriados produzidos por lá (Orange is the New Black, Sense 8, House of Cards), os primeiros capítulos são meio parados. Vou esperar para ver o que acontece.

Confira o trailer:

Entretenimento

Scandal, Olivia Pope e tendão de Aquiles

Há uns dias, comecei a assistir a série Scandal, pelo Netflix. Não é um seriado que eu possa dizer: “Nossa! Vai lá e assiste AGORA”, mas a trama me segura pela curiosidade. A história até começa bem: liderada por Olivia Pope (Kerry Washington), uma equipe de advogados é especialista em livrar seus clientes, principalmente políticos, de possíveis escândalos em que se metem.

O problema, porém, é que Pope, uma mulher segura, bem sucedida, inteligente e linda (é a Kerry, né gente?) tem um ponto fraco: o presidente dos Estados Unidos, Fitzgerald Grant (vivido por Tony Goldwyn), com quem se envolve romanticamente há anos.

E isso vira maçante na série. Olivia começa como uma personagem decidida e forte e agora, na terceira temporada, é mais um clichê feminino sofrendo de carência e por um amor impossível. Não, minha filha! Você é melhor que isso!

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Ao mesmo tempo, eu penso: Quem nunca teve um “tendão de Aquiles”? Sabe?… Aquela pessoa que basta sorrir para você e está feito o estrago? É irritante ver os outros nessa condição, mas é pura hipocrisia também.

E eu acho muito engraçado que o amor entre Fitz e Liv é sempre mais forte do que qualquer outra vontade ou sentimento deles. Estão putos um com o outro, mas aí se olham (ainda enfurecidos) e pronto… Lá vem uma cena com pegada mais forte. Estão para terminar a relação (pela 194ª vez), aí vem a cena de um sexo triste e amoroso. Se reencontram depois de um tempo, beijos mil para matar a saudade. Enfim… Sempre termina na cama.

É um amor que transcende todas as circunstâncias. Toda e qualquer razão. Todas as impossibilidades e, ainda assim, impossível por si só. E, falando francamente? Eu detesto a existência de um amor desse jeito, que não desiste nem desenvolve. Que só prende e nos torna fracos. Estou torcendo para que, um dia, Olivia perceba isso e consiga sair da Sala Oval só com ela. Livre. Leve. Solta.

Entretenimento, Filmes

Mesmo que nada dê certo…

Se você ainda não viu Begin Again (Mesmo se nada der certo), recomendo que assista e, então, venha ler este texto. A menos que você não se importe com spoilers. Apesar de não gostar deles, não tenho como falar desse filme sem contar os desfechos.

Então, pronto. Aviso devidamente entregue, comecemos.

Begin Again conta a história de uma compositora londrina em Nova Iorque, Gretta, vivida por Keira Knightley. Ela se mudou para os Estados Unidos para acompanhar o namorado, o cantor ascendente Dave (Adam Levine). O problema é que a fama do moço leva ele para longe e para outros braços, o que implica no fim do relacionamento.

Numa noite, em um bar, a convite de um amigo, Gretta sobe ao palco para cantar uma de suas canções. É aí que entra o personagem de Mark Ruffalo, Dan, um produtor musical que acabou de ser demitido de sua própria gravadora por não conseguir fechar um contrato há anos.

Dan consegue convencer Gretta a ficar uns dias a mais na cidade para gravar suas canções — detalhe: no cenário urbano, já que não tinham dinheiro para ir a um estúdio. E, assim, começa uma relação (não amorosa) entre os personagens.

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E aí é que também entra a minha parte favorita: O filme tem tudo para ser clichê. Você espera (e até torce para) que eles engatem um romance. Mas isso não acontece. Eles são apenas bons amigos.

Em seguida, numa tentativa de pedir perdão e voltar com Gretta, Dave a convida para um show e canta uma das músicas que ela compôs. E você volta a torcer: “Ah, perdoa! Perdoa!”. E o que ela faz? Sai de cena, para a nossa surpresa.

E mesmo assim, você comemora a decisão da moça. Ela fica sozinha. Dan volta com a ex-mulher. Dave fica com a fama. Não é o esperado, mas é um “felizes para sempre”, apesar de o filme terminar com Gretta chorando, andando de bicicleta pela Big Apple.

Mas não era um choro desesperado. Perdido. Pelo contrário: Era um choro que tinha, ao mesmo tempo, a dor do desapego e a alegria por ter se encontrado, finalmente. Um leva ao outro. Causa e conseqüência.

Ou seja: Gretta nos mostra que, mesmo que nada dê certo, dá pra ser feliz. Basta ter coragem para sê-lo.

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Entretenimento

Cereja no Ainda Não Cresci

Vamos falar de Oscar, que rola neste domingo, 22? Sim!

Fui convidada pelo amigo Garon Piceli, do canal Ainda Não Cresci, para palpitar sobre o Oscar 2015. Eu ainda estou correndo com a maratona de filmes, mas já tenho ideia do que pode/vai acontecer.

Foi um vídeo super divertido de fazer – e vocês verão como somos mongos! Eu adoro filmes e quem acompanha o Cereja a mais tempo sabe que eu tenho um histórico com essa premiação.

Então, deixa o volume bem alto, ajeite-se na poltrona, pega a pipoca e dá o play!

Siga a Cerejeira no Twitter e acompanhe os comentários desta que vos fala durante o Oscar.

Ainda Não Cresci no Facebook.

E você, já tem algum palpite?

Entretenimento, Textos

O poder de um coração partido

No último domingo, 8, Sam Smith se consagrou no Grammy Awards com a música “Stay With Me”. O britânico levou o prêmio de Melhor Música e Melhor Gravação com a canção melosa (sem contar o prêmio de Melhor Álbum Pop).

E vejam só a coincidência: Sam disse que a música foi composta depois que ele levou um fora. O mesmo aconteceu com Adele e seu álbum 21 – e a conseqüência das dores cantadas por ela foram todos os prêmios possíveis! Acho que só faltou o Nobel.

E aí eu me pergunto: Qual é o real poder de um coração partido? A gente não vê musicas felizes ganhando esse tanto de prêmios, nem ficando tanto tempo no topo das paradas mundiais por tanto tempo.

Não acho que a dor seja necessariamente maior que a felicidade, mas ela é, com certeza, mais intensa. Bota a gente num estado de reflexão que não fazemos quando estamos felizes e amando. Na verdade, ficamos até mais idiotas quando estamos bem. Parece que nada de ruim nunca mais vai nos acontecer (até que…).

Na dor, somos mais sinceros, penso eu. Na felicidade, guardamos muita coisa para não estragar tudo. Já um coração partido… O que tem a perder? Põe pra fora todas as dores, mágoas, todos os compromissos não cumpridos, todas as frases que machucaram. A dor marca, enquanto a felicidade é superada pela nova.

Não estou sendo ingrata. Eu fui feliz, sim, em relacionamentos anteriores e agradeço por todos os momentos bons – eu ainda os guardo. Você deveria fazer o mesmo com os seus.  Mas quando o coração partiu, os sonhos e as expectativas construídos a dois foram junto.

E nesse perder de chão, a gente encontra as palavras. Alguns, a melodia. Diria até que a gente encontra a gente mesmo, porque somos a companhia que sobrou. O segredo – e isso nem precisa ser premiado depois – é saber se levantar. Sempre.

Entretenimento, Leca

Cerejeira convida: Gonzales na Virada Cultural

Olha só quem voltei! Tô vivinha, gente. Sumi por uns dias para ir cuidar do amado (que, por sinal, já está praticamente 100%!)

E como tenho que por as coisas em ordem no trabalho, o tempo para escrever ainda não surgiu.

Entretanto, porém, todavia: Dá tempo de convidá-los à Virada Cultural em Foz do Iguaçu – mais especificamente para o show da Gonzales, no sábado, dia 15, às 19h30, na Praça da Bíblia. Entrada franca.

Foto: Paulo Falcão



A Gonza vai tocar no mesmo palco que Karol Conká (show às 21h, logo depois do nosso); Denorex 80 (22h30 ) e Arnaldo Antunes (00h).

Estamos super felizes com a oportunidade. A Virada Cultural é um evento organizado pela Secretaria Estadual de Cultura que acontece em várias cidades do Paraná, como Toledo, São José dos Pinhais, Umuarama e Francisco Beltrão.

Entretenimento, Leca

Cerejeira convida: Banda Gonzales no Caponne Pub

Hoje não é texto, é convite: A banda Gonzales vai voltar aos palcos depois de um (longo) hiato. Marca aí na agenda: 16 de outubro, no Caponne Pub & Burger, vamos fazer a festa da Latinoware 2014.

Os ingressos podem ser comprados online ou nos seguintes pontos de venda:

Laos Bar
M Officer Cataratas
Rede Cooperfarma – Porto Meira
Bull Bar
Arguile Foz Vila A; Centro; Morumbi e Três Lagoas
Caponne Pub & Burger

Já estamos lindos ensaiando para fazer vocês se divertirem, cantarem e dançarem muito. Escuta aí:

Também vai ter a banda Les Chiens, com participação minha em duas músicas. Tem um trechinho no meu Insta do primeiro ensaio com os “cães”:

SERVIÇO
Festa Latinoware
Local: Caponne Pub & Burger
Endereço: Rua Castelo Branco, 283
Data: 16 de outubro
Horário: 22 horas

Te espero lá! #GoGonza

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