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Foz

Cultura, Foz

#WeAreFoz – Hey, @Pharrell, we’re Happy too!

Foz do Iguaçu também entrou na lista de cidades com versão de “Happy”, do Pharrell Williams. Nós, do Clickfoz, abraçamos a ideia e começamos a produção.

Quando lançamos a proposta no Facebook, jamais imaginamos que tanta gente fosse querer participar – e com tanto gosto! Foram mais de 50 dançarinos sendo “Felizes” por Foz do Iguaçu: Cataratas, Itaipu, Zeppelin Old Bar, Parque das Aves, Templo Budista, Mesquita…

Ao todo, foram 34 locais e 96 horas de produção. E reduzir isso tudo a 4 minutos não foi tarefa fácil.

Cansativo? Sim. Valeu a pena? Com certeza! 

Ontem, 22, fizemos o lançamento oficial do vídeo, no Hotel Bella Italia. Até então, nenhum dos (ansiosos) participantes, tinha visto. E, para a nossa alegria, foi sucesso.

Curioso para conhecer quem foram os malucos que saíram dançando pela cidade? Então, dá o play e confira!

#WeAreFoz

P.S: Sim, eu dancei. 
P.P.S: Não, eu não sei dançar.


www.clickfoz.com/wearefoz


Ficha técnica:
Realização: Clickfoz
Direção: Garon Piceli
Imagens: Rafael Guimarães
Produção: Lauane de Melo e Letícia Lichacovski
Apoio e colaboração: Neve Gois, Priscila Mantovani e Romildo Marques
Edição: Vision Art

Foz

Iguassu Coworking

*Texto enviado por Camila Giacomeli

Coworking é um modelo de trabalho que se baseia no compartilhamento de espaço, recursos de escritório, ideias, experiências que favorecem o surgimento e amadurecimento de projetos e networking.

Reúne pessoas que trabalham em diferentes áreas, pequenas empresas, profissionais liberais e freelancers.

É
uma maneira de solucionar o problema de isolamento ocasionado pelo Home
Office e uma alternativa mais barata que um escritório privado, sem
falar na interação e conectividade.

As práticas de conduta do coworking fazem com que este modelo de escritório tenha seu foco não apenas na receita, mas também na coletividade e crescimento de todos.

E por esses motivos, acreditamos que a cidade de foz do Iguaçu merece ter um espaço de coworking, um espaço que auxilie na conexão de profissionais, resultando em muito networking e fortalecimento de parceria, ou seja, fomentando o crescimento coletivo.

O Escritório

O Iguassu Coworking é um escritório compartilhado que mantem suas ações focadas em construir um espaço colaborativo, onde todos possam realizar as suas atividades profissionais, num ambiente saudável e motivador.

Certo que a grande troca de experiências será valiosa para os coworkers e também para os visitantes, estimula a troca de experiências, fortalecimento de ideias e networking.

Oferece infraestrutura de escritório, como mesas, cadeiras, WI-FI, material de escritório (canetas, folhas de papel, impressora, etc….), whiteboard para que os coworkers possam rabiscar suas ideias, sala de reuniões para 6 pessoas, serviços de secretariado (gerenciamento de correspondência e agenda de compromissos e etc.) e claro café fresquinho e uma boa conversa.

O Iguassu Coworking tem capacidade de atender até 21 coworkers simultaneamente. Além disso, fora do horário de funcionamento, o Iguassu coworking pode ser transformado em ambiente para eventos com capacidade para 30 pessoas.

Aqui, o coworker pode receber seus clientes e fazer parte de um
ecossistema empreendedor, repleto de energia positiva, onde o networking
e a colaboração são estimulados constantemente.

Valores
1. Acreditamos no conceito de “Coworking” e temos orgulho de estarmos envolvidos.
2. O “compartilhar” e “colaborar” são nossas forças.
3. Ética, respeito e responsabilidade em todas nossas atividades.
4. Compromisso em prestar serviços de qualidade.
5. Ousadia e coragem em assumir desafios.
6. Valorização e desenvolvimento de novos negócios e parcerias.
7. Ambiente proativo, participativo e transparente.

Contatos
Iguassu Coworking
Av. Paraná, 974, Edifício Naipi, Sala 201
CEP: 85852-000 – Centro
Foz do Iguaçu – PR
(45) 3029-4132 – Escritório / (45) 9919-1833 – Camila Giacomeli
www.iguassucoworking.com.br
www.facebook.com/iguassucoworking
@igucoworking
midia@iguassucoworking.com.br / camila@iguassucoworking.com.br

Foz

Aprovado: El Bigodón Mexican Bar

Ontem fomos conhecer o novo bar mexicano (na verdade, único do tipo) em Foz do Iguaçu, o El Bigodón.

A convite da Bruna Cardoso e Juliano Dobler, nós do Clickfoz/Loumar Turismo, fomos experimentar as delícias mexicanas – e foram aprovadas por unanimidade!

Eu estava curiosa para conhecer o lugar. Adorei o ambiente! Muito bom para ir com os amigos e se divertir num “pós” expediente.

Apesar da minha curiosidade, estava com um pouco de receio porque, mesmo gostando de comida mexicana, pimenta e eu não nos entendemos muito bem. Benzadeus, os pratos não vinham tão apimentados, mas na medida certa e deliciosa!

Pedimos: Tacos, nachos e quesadillas. E, me perdoem, mas eu não lembro dos preços!

E, já que é um bar mexicano, não pode faltar:

1) Mariachis!

2) Ela…. a Tequila! (Arriba, abajo, al centro y adentro!)

O legal é que, para servir a dita cuja, tem um “tequilero” a noite toda passando pelas mesas. E ele chega chegando! Põe o copo com tudo na mesa (até quebrou um na nossa! Hahahaha) e grita: “TEQUILA! Não aguenta? BEBE LECHE!” – e “saca” uma mamadeira do cinturão em que carrega as Jose Cuervo.

Resumindo: Estávamos em dez pessoas e eu gastei R$55.

Serviço:
El Bigodón Mexican Bar
Endereço: Rua Edmundo de Barros, 712
Telefone: 3025-1813
Facebook: Elbigodonfoz
E-mail: elbigodonfoz@gmail.com
Horário de funcionamento: De terça a domingo, a partir das 18h.

Ah! E tem que entrar no clima…

Foto: Instagram da Cerejeira
Entretenimento, Foz, Leca

Cereja no Café com Teatro

Imagens valem mais do que mil palavras, então o convite será feito da seguinte forma:

E o que a Cerejeira vai fazer por lá?

Bom….


Não vou falar mais nada. Quem quiser saber, vai ter que ir! Rá!

O Café com Teatro começa às 17h, no Zeppelin Old Bar. 

Espero vocês!

Foz, Leca

Cereja no Porá-Y

Há um tempinho fui a um restaurante coreano em Ciudad del Este (Py) com os queridos Leila Gesing, Rodrigo Mantovani e Agostinho Ramos. Juntos, esse trio forma o Porá-Yy na TV, um programa super divertido e espontâneo para mostrar curiosidades da fronteira e outras aventuras mundo afora.

Teve até apresentação de “Miss me when I’m gone” (aquela música com o copo).

E o vídeo desse passeio foi ao ar ontem! Dá o play, macaco!

Adorei o convite, a comida, a companhia e tê-los conhecido melhor. Foi tudo muito muuuito bom!
E que venham mais dessas saídas!
Foz

O GIGANTE acordou

Quando estava na Espanha (no ano passado), ouvi por várias vezes “O Brasil é gigante!”. Me doía ter que responder que, apesar do gigantismo, meu país permanecia apenas “deitado em berço esplêndido”, sendo feito de trouxa – e o que é pior, se permitindo viver tal papel de tolo.

Até que tudo começou. Os R$0,20 centavos encheram o balde da paciência dos brasileiros. A última gota. Bastou esse gatilho para uns saírem às ruas de São Paulo e outras cidades seguirem o exemplo. Não vou ficar me alongando nessa parte porque a contextualização é desnecessária.

Este post é, na verdade, um relato do que eu vivi ontem. De como foi me envolver e fazer parte de uma nação que se cansou.

Conforme eu disse aqui, a Marcha em Apoio à Revolta do Vinagre (ou, como usamos, o #MudaFoz) começou no Terminal de Transporte Urbano de Foz do Iguaçu. No Facebook, mais de quatro mil pessoas confirmadas. Pensei comigo: “Se 500 aparecerem, vai ser muito“. Para a minha total surpresa, foram mais de dois mil participantes. Ao ver a multidão no ponto inicial da marcha, estremeci num misto de alegria com orgulho.

Primeiros manifestantes em frente ao Terminal de Transporte Urbano de Foz do Iguaçu (foto tirada pelo celular)

Quando o sinal fechava, protestantes iam para a rua. Com boa organização e ajuda da Polícia Militar e
Guarda Municipal, sem confusões.

Eu estava com a câmera fotográfica nas mãos, a trabalho. Mas, lá pelas tantas, meu colega pediu a máquina e eu fiquei livre. Quando dei por mim, estava no meio do mar de gente, gritando “Vem pra rua!” com toda a força que eu tinha, convocando mais iguaçuenses a fazerem parte daquilo. Ainda no começo do percurso, em uma curva, olhei para trás e vi um rastro de gente. Novamente, meu coração palpitou com mais força.

Olhei pra trás e não conseguia ver o fim da marcha.

“Vem pra rua!”

Ao chegar na Avenida Brasil, principal via comercial da cidade, vi pessoas nas janelas e fora das lojas aplaudindo, fotografando, filmando, gritando, cantando. Minha garganta já não aguentava mais berros, mas eu nem queria saber. Ainda mais quando começamos a entoar “Eu sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor“. Pela terceira vez, em cerca de meia hora, eu tive vontade de chorar.

“Eu sou brasileiro com muito orgulho, com muito amor”

Avenida Brasil foi totalmente “preenchida” pela manifestação

Levamos cerca de uma hora para fazer um percurso de dois quilômetros, no máximo. Vi gente de todas as idades segurando cartazes, usando narizes de palhaço, fazendo barulho com tambores, apitos e vozes e vestidos com a bandeira nacional. Me arrependi por não ter levado coisa alguma… Mas, estava lá! Me sentindo mais brasileira do que nunca. E essa sensação só aumentou quando, ainda que tímida, a passeata foi embalada pelo hino. “Conseguimos conquistar com braço forte (…) Pátria AMADA, Brasil“.

Para encerrar, assim que chegamos a Praça da Paz, voltamos a cantar que somos brasileiros, com muito orgulho, com muito amor. Eu estava tão no fervo para tentar registrar aquilo que saí correndo, subi numa árvore e fiquei observando, totalmente encantada, aquelas pessoas fazerem parte do início da mudança. Nessa hora, eu não consegui cantar. Eu só apreciei e ouvi, apoiada nos galhos daquela goiabeira.

Sim, eu sei que a foto está péssima. Mas eu nem reparei na hora que ficou assim…
Agora sim! Foto por Rafael Guimarães (Clickfoz)

Praça da Paz em outro ângulo. Foto por Marcos Labanca.

O Brasil acordou. O GIGANTE, aquele que eu lamentava ver acomodado, enfim se pôs em pé. Queremos mais que futebol. Não queremos mais ser apenas o país do Carnaval. Reivindicamos o desenvolvimento e direitos que não deveriam nunca ter sido negligenciados. Saúde, educação, segurança, uma vida digna e plena de respeito por quem escolhemos para tomar conta da nação.

Este, senhores governantes, é o valor do nosso voto. Não os colocamos em vossos tronos de graça. Isso – ao que parece – acabou (graças a Deus!).


Foz do Iguaçu volta às ruas neste sábado, 22 de junho, às 18h (novamente, saindo do TTU).
Foz

#MudaFoz

Não sou muito fã de causar polêmica, mas visto o momento que estamos vivendo, não dá pra fugir disso. Não sou filiada a nenhum partido político, não sou militante e pouco importa a minha classe social: Sou brasileira e, como tantos outros compatriotas, cansei de ver o Brasil ser feito de bobo. Acordamos, enfim.

Hoje, 17 de junho, vai bombar. Aliás, na internet, os movimentos já estão avançados. No fim desta tarde, às 17h 30min, chegou a hora de Foz do Iguaçu se mobilizar.

A ideia não é só mostrar apoio às manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e tantas outras cidades, mas fazer barulho contra os abusos que sofremos em atmosfera local também – falta de estrutura na cidade, mais buracos que asfalto nas ruas, saúde precária, falta de segurança, preço abusivo no transporte coletivo (redução de R$0,05 não ameniza a situação), etc.

A Marcha em Apoio à Revolta do Vinagre começa em frente ao Terminal de Transporte Urbano, com caminhada (pacífica) até à Praça da Paz.

A intenção não é fazer baderna. Se você está pensando em ir só para fazer bagunça, faça um favor à causa e não apareça.

Instruções (retiradas do evento criado no Facebook):

1- NÃO LEVAR ARMAS ou outro material que possa ferir alguém (como coquetel molotov, fogos de artificio, etc), é lógico que este é um protesto pacífico;
2- NÃO DEPREDE A CIDADE, precisa explicar o motivo?;
3- NÃO LEVAR SUBSTÂNCIAS ILEGAIS, para evitar problemas;
4- EVITE UTILIZAR ROUPAS OU BANDEIRAS PARTIDÁRIAS, como já discutido, esta é uma marcha apartidária;
5- LEVE ALGO PARA FAZER BARULHO, apitos, panelas, instrumentos musicais, etc…
6- NÃO SUJE A CIDADE, queremos que depois da marcha, possamos receber uma avaliação positiva da população;

Dá pra ajudar mesmo sem ir à marcha:
1 – Se morar nos entornos das manifestações, abra seu Wi-Fi. O uso de 3G na região provavelmente ficará congestionado e isso pode dificultar o upload de conteúdo pelos manifestantes.
2 – Se estiver realmente muito perto, vale tentar produzir conteúdo filmando da janela.
3 – Se quiser apoiar os manifestantes, um pano branco ou uma bandeira do Brasil na janela na janela vão funcionar: são esses os símbolos que estão espalhados pela internet como apoio de quem vai ficar em casa.
Até mais tarde!

ATUALIZAÇÃO: Tumblr colaborativo #VemPraRuaFoz

Eventos, Foz

Acabou X Games: Minhas impressões

Que dor no coração em dizer que acabou. Foram os quatro dias mais alucinantes, cansativos e radicais da minha vida. E já estou com saudades.

X Games Foz do Iguaçu foi lindo, gente. 

Jamais pensei que a cidade pudesse receber um evento desse porte. Aliás, confesso que sou uma das primeiras a criticar a estrutura do município. Quando a ESPN anunciou, no passado, que Foz seria uma das novas sedes (ao invés de Rio de Janeiro e São Paulo), fiquei feliz e, ao mesmo tempo, receosa. Descrente, pode-se dizer. Me perguntei: “Como isso vai acontecer aqui?“.

E fico ainda mais contente por terem provado que estava errada. Em cerca de dois meses transformaram uma área vazia e um centro de convenções meio largado no maior evento que Foz já recebeu em seus quase 100 anos.

A arena dos jogos era incrível. Não havia uma viva alma que não se surpreendesse com a mega estrutura. E, o mais legal: Não ouvi falar de nenhum inconveniente (batedores de carteira, etc etc. Algo que, infelizmente, pode acontecer nesses eventos). Tinha até esquadrão do BOPE por lá… Então, até onde eu sei, tudo ocorreu bem.

Entretanto, senti falta de público. Acho que o pessoal não tem noção ainda do que é esse tal “Xis Gueimes“.  É o terceiro maior evento esportivo do mundo (ficando para trás, claro, de Olimpíadas e Copa do Mundo), e o pessoal ainda achava que era algo nível “Fartal” (feira de artesanato e alimentos de Foz, sempre acontece para comemorar o aniversário da cidade).

Eu espero, do fundo do coração, que ano que vem as pessoas apareçam. Algumas modalidades, como rally e motocross freestyle, tiveram as arquibancadas cheias. Outras, nem tanto. Uma pena mesmo… Mas, como essa foi a primeira vez que o X Games veio ao Brasil, é perdoável. A partir de agora a galera vai se ligar mais, saber o que é, do que se trata.

Vivi quatro dias que meu corpo não acompanhou. Eram latas e latas de energético e, ainda assim, conseguir dormir por 12 horas, tamanho o cansaço. Foram horas embaixo de sol, subindo e descendo escadas, correndo (em alguns momentos, literalmente) de um lado para o outro até as pernas não aguentarem mais. Mas, se eu não trocaria por nada nesse mundo. 

E tudo isso para que? Para ver o Brasil ser palco de algo grandioso. Para me surpreender com o que a vontade de alguns pode fazer. Para ver brasileiros conquistando títulos inéditos, manobras jamais realizadas e para ver que o preconceito com os esportes radicais (principalmente skate) está diminuindo.

Foi isso. Um baita evento que me marcou pessoal e profissionalmente. Quero mais e logo. Até lá, como disseram no Twitter: That’s a wrap!

E você? O que achou?

Eventos, Foz

Cereja no X Games

É isso, gente: A Cerejeira estará louca envolvida no X Games Foz do Iguaçu.  Isso quer dizer que estarei, faceira da vida, acompanhando de perto o maior eventos de esportes radicais do mundo.

Mas, isso também quer dizer quatro dias (de 18 a 21 de abril) sem aparições minhas por aqui..

Enfim… Só pra avisar mesmo. O Cereja não foi esquecido. A bloggeira só está toda empolgada vendo Bob Bunrquist, Ken Block e outros feras.

Beijos na bunda e até segunda!
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