Categoria

Leca

Leca

O que tenho aprendido com o futebol feminino

No começo do ano, eu e outros colegas de equipe passamos a fazer parte da equipe de Marketing do Foz Cataratas Futebol Clube. Foi um susto, confesso, porque eu não curto futebol (só durante a Copa do Mundo). Mas, vamos lá! Desafio aceito.

O primeiro passo foi aprender sobre o time. O Foz é pentacampeão paranaense e campeão brasileiro (2011). Além de ter conquistado o terceiro lugar na Libertadores. Também tive que aprender um pouco da história de que todo clube brasileiro precisa ter uma equipe feminina e, por esse motivo, o Foz, agora, também é meio Coritiba. Esses títulos são fáceis de gravar e repetir. Mas eu ainda não havia entendido o que era o futebol feminino.
Continue lendo

Leca, Mulher

Usei e recomendo: coletor menstrual

Já fazia um tempo que eu queria usar o tal coletor menstrual. Depois da entrevista com a dra. Laura, então, mais ainda. Mas sempre rola aquele medinho, né? Até porque eu não consegui usar absorvente íntimo, por exemplo. Aí tinha aquele receio de que fosse a mesma coisa com o coletor.

De qualquer forma, fui à farmacia um dia e me deparei com uma caixinha. Uma versão descartável, da Prudence. Pensei: Quer saber? Vamos ver o que acontece!

Continue lendo

Leca

Não pare de sonhar

Qual pegadinha a vida já pregou em você? Qual surpresa desagradável ela trouxe à sua porta, sem te deixar opção? Se você não conseguiu lembrar de nada, é porque esse fator inesperado ainda não chegou. Mas não se engane: cedo ou tarde, ele aparece.

Não estou dizendo isso para desmotivar ninguém. E também não pense que sou uma pessoa pessimista… Pelo contrário. Arrisco dizer que, mediante situações ruins, eu até me saio bem. Mantenho o sorriso conforme eu posso e choro com as pessoas certas. E choro mesmo, sem deixar conter.

Continue lendo

Leca

Cereja no Ombro 2017 – O que vai mudar?

O layout vocês já notaram que não é mais o mesmo. Lá no topo, o título também aparece diferente, com nova logo. Na barra lateral, nova foto desta que vos fala. Na página onde me apresento, também. Isso é só o começo da mudança do Cereja no Ombro. O conteúdo também vai mudar. Ampliar.

A minha intenção esse ano é começar a profissionalizar o Blog. Continuo sem ter retorno financeiro com ele, mas, quem sabe, se essa história der certo, eu não passe a mudar isso, não é? Mas o objetivo, na verdade, nem é tanto o financeiro. É crescer e ajudar outras pessoas.

Continue lendo

Leca

Vou me dar o direito de sumir

Às 6h30, de segunda a sábado, toca o despertador no celular. Desligo. Abro o Facebook e fico exatos 11 minutos rolando a timeline para ver o que de interessante (ou não) aconteceu enquanto eu dormia. Selfies. Gatinhos. Resultados de testes do tipo: “Como seria a sua versão no sexo oposto?“.

Se o Face não está lá muito bom, vou para o Instagram e vejo imagens – praticamente as mesmas que vi na outra rede social – carregadas de efeitos, brilho, contraste e etc. É bonito o mundo por ali.

Durante o meu dia, penso: “O que eu vou postar hoje? Preciso de um texto. De uma foto. De uma música legal para compartilhar. E piadinhas para o Twitter. Será que dá pra repeti-la no Snapchat?“.

E me pergunto onde está o meu proveito dos meus dias entre uma rede e outra. Então, decidi: vou me dar o direito de sumir. A ocasião também pede sumiço e privacidade. Vou casar e sair de lua-de-mel.

Leca, você não vai fazer posts da viagem?“. Não sei. E, se fizer, não vai ser em tempo real. Talvez uma foto de vez em quando no Insta para mostrar que estou viva. Posso anotar as dicas e passá-las depois para o blog. Mas, enquanto eu estiver lá, eu quero estar lá. Com el maridón recém assinado.

O Cereja no Ombro, como já disse na fanpage, ficará sob os cuidados de Caroline Sassatelli e Carolina Nepomuceno, minhas (lindas) companheiras de Entre Todas as Coisas – de onde, por sinal, também estou de folga por conta do casamento.

Eu volto na segunda semana de dezembro. Voltamos a nos conversar a partir de lá, tudo bem? Fiquem bem, se cuidem, não brinquem com fogo e curtam os textos das lindezas que vão tomar conta desse espacinho, ok?

Okay.

Leca

Notas sobre uma noiva ansiosa

Eu não estou dormindo a noite toda por causa da ansiedade. 80% dos meus sonhos envolvem casamento e alguma situação ridícula, do tipo: esqueci de comprar o sapato de noiva e vou ter que usar minha rasteirinha quase-gladiadora toda surrada.

Ontem terminei de fazer a limpa nos meus armários. Separei sacos e mais sacos de roupa para doação. Sapatos. Almofadas. Bijuterias. Cintos. Bolsas. Tudo que não vai, mas que também não merece ficar mais.

Tive que me desprender de todo apego emocional na separação das roupas. Aquelas bonitinhas que vieram de viagens e estavam no armário só por esse motivo. Por esse lado, foi bom. Libertador até… Não sei porquê guardamos tanta coisa. Achei até bilhetes de entradas de parques. Livros de teoria musical e de dinâmicas em grupo.

No meio da arrumação (ou ‘desarrumação’?), me peguei pensando: como é engraçado o curso natural da vida. De repente, a casa onde eu cresci e me criei vai se tornar “a casa dos meus pais”. Ando meio nostálgica, eu sei. Mas acho que não tem como não ficar vendo sua vida inteira sendo separada em caixas de mudança e de lixo.

Outra coisa que vai doer: Margot vai ficar em casa. Aliás… na casa deles. Não vou separá-la da Milly, muito menos privá-la do espaço para prendê-la num apartamento onde ficará sozinha. Pela primeira vez em 27 anos, não terei companhia canina diária.

Não vou nem citar meus pais, porque choro só de pensar. Quando eu era pequena, eu, minha irmã e minha mãe dividíamos a cama dos meus pais até dormirmos. Meu pai vinha nos buscar e, muitas noites, eu fingia que estava dormindo só para ele me levar no colo até o meu quarto.

Droga, já estou chorando.

Mas não pensem que estou triste. Pelo contrário! Estou muito animada com a mudança. Só fica esse pesinho no coração, mas estou pronta. É natural, eu acho, ficar assim, nostálgica. Ansiosa. Noiva prestes a mudar o status para “casada”.

Que venham novas caixas para serem preenchidas. Que venha a nova vida.

Leca

O tempo não para

Chegamos ao dia 300 de 2016. Passou rápido… Tão rápido, que faz a gente perguntar: O que eu fiz nesse tempo que voou? (Pausa para lembrar daquele jingle “o tempo passa, o tempo voa…”. Se você leu cantando, me abraça, porque estamos ficando velhos. Se você não tem ideia do que seja isso, vem aqui).

Provavelmente, algumas metas lá do dia 1º ainda estão pendentes. Em compensação, algumas que nem imaginei ser listadas já foram concluídas com sucesso. E outras estão surgindo improvisadamente.

Planejei meu casamento, que se aproxima na velocidade da luz. Conheci pessoas incríveis e me afastei de algumas que já não me traziam bem algum. Voltei pra academia e aprendi a comer. Disse “eu te amo” a pessoas que deveriam ouvir isso com mais frequência.

Me aproximei de Deus e Ele de mim. Amei-o mais e, consquentemente, Ele retribuiu na mesma intensidade – até mais forte. Entendi o que é o tal “Deixa Deus te usar”, porque eu O deixei fazê-lo. E isso me abriu portas, janelas e mares.

Hoje já é o 300 e eu penso em como esses dias foram bons – não todos, mas a média continua sendo positiva. E eu também, porque eu sou dessas sonhadoras que acredita, talvez ingenuamente, que amanhã vai ser melhor. Nem que seja um pouquinho só…

Leca

Relatos da Cereja: Planejando um casamento

Eu vou me casar em 30 dias. Estou maluca, como devem imaginar (mas sem neuras ou surtos. Só ansiedade mesmo). O sono já não é mais o mesmo, nem a cabeça. São dezenas de pequenas coisas e preocupações a todo momento. Reuniões. Conversas. E-mails. WhatsApp (muito Wpp). Estou nessa desde abril, quando comecei a fazer os planejamentos e a correr atrás das coisas.

Planejar um casamento é delicioso, mas também tira a gente do sério às vezes. Dá medo, sabe? Queremos que tudo seja perfeito, conforme o nossos sonhos. Eu, no meu caso, comecei a sonhar com casamento há uns anos. Decidi que queria fazer ao ar livre e simples. Não gosto de muitas flores nem de vestido “bolo”. Já tinha meus gostos bem definidos.

Então, por onde começar?

1. Casamentos.com.br e Pinterest

Achei o site casamentos.com.br por acaso e foi uma senhora mão na roda! Eles tem lista de fornecedores, blog com dicas, fórum onde você pode tirar dúvidas. Comecei por ali e peguei algumas orientações bacanas, como uma check list e prazos para cumprir.

O Pinterest me salvou no quesito “referências”. Eu já sabia como queria, mas eu precisaria mostrar para os organizadores. O mais difícil foi encontrar uma paleta de cores. Pra minha sorte, o noivo é designer e manja de cores e tudo o mais. Selecionamos, então, uma que tivesse os tons de Cereja (porque… né?!) e o amarelo, que é a cor da comunicação (eu não sabia disso, foi ele quem me contou). E, assim, surgiu o nosso norte para pesquisar as coisas. Criei uma pasta com tudo que eu gostaria de ter (privada, entre mim e meu noivo apenas). Decoração. Bolo. Cores dos padrinhos.

Internet é uma beleza e eu achei tudo que precisava. Minada com as fotos, fui fazer os orçamentos.

2. Organizadora (Wedding Planner)

É muito importante você sentir confiança nessas conversas. Eu fechei com a Jemima Giacomini, porque, além de confiar em tudo que ela me disse, nós nos conhecemos há muito tempo, desde quando eu era uma punkzinha que estudava violão (é, eu tive essa fase). Esse fator pesou na decisão. Confiança + tranquilidade + afinidade.

Uma das minhas referências! Foto: Pinterest

Uma das minhas referências! Foto: Pinterest

Na hora de conversar com Wedding Planner, veja o que, exatamente, eles fazem. Decoração? Cerimonial? Assessoria? Orçamentos? A conversa precisa ser a mais franca possível e (conselho de jornalista) quanto mais perguntas, melhor.

A Je me ajuda na hora que for! Mando áudios no WhatsApp e ela responde com uma voz calma e me explicando tudinho. Agora, na reta final, me mandou check list e o roteiro do cerimonial para irmos montando juntas. É muito gostoso participar de tudo sem pirar.

3. Local

Eu queria um lugar aberto, mas que me permitisse fazer uma festa em local fechado, até para termos um Plano B em caso de chuva – sim, tem que ter esse cuidado. Sinceramente, desde que vi as fotos pela primeira vez, me apaixonei pelo Espaço Villa Fiori. Era o que eu queria! Mas, disponibilidade ali estava difícil. Os outros, em hotéis, principalmente, estavam muito caros e tem a questão do limite de hora do baile, dentre outras questões. Então, nós encontramos a Maison Bourbon e eu só pensava: “Villa quem?“.

 

maison

Me encantei com o lugar. Me vi casando ali. A data que eu queria estava disponível e o orçamento estava no jeito!

4. Fotografia

Foto também é algo que precisa ser decidido com bastante antecedência, porque os fotógrafos são concorridos. Nem sei com quantos conversei… Mas, numa conversa têt-a-têt com o Chris Borges, onde ele me mostrou seus trabalhos. O Chris oferece diferentes pacotes. Eu escolhi fazer apenas o Making Of e registro no dia.

chris

Leca, você não quis pre-wedding?“.

Não. Nunca quis. É bonito, mas não me vejo fazendo um. Se você gosta, faça! Não apenas pelas fotos, mas para o fotógrafo já sentir como é o casal e já criar uma relação entre vocês. Eu é que sou jacu e não gosto de foto mesmo. #ProntoFalei

5. Vestido

O tão sonhado. O casamento todo é algo muito especial, claro, mas o vestido… É seu! A festa precisa ser algo do casal. Já o vestido, é a noiva! Precisa ser você. Você pode optar por um vestido pronto. Se você tiver a sorte de achar um com o qual se identifique, é uma correria a menos pra você. Como eu queria algo bem específico, precisei mandar fazer. Mas eu estava há tanto tempo ser frequentar eventos sociais que estava meio “órfã” de ateliês. Percorri a cidade e, olha, fiquei bem chateada com alguns. Ou não nos davam a devida atenção ou iriam nos cobrar “a partir de R$5.000” (e, desculpem, mas eu, particularmente, não pago isso num vestido).

Aí, fui no Bel Art Maison. Já havia usado um vestido de lá para um evento no ano retrasado. E, novamente, o encanto e a confiança apareçeram para me ajudar na decisão! A Elham Handous, nossa atendente, é de uma atenção sem igual! Muito querida, entendeu a minha ideia, fez o desenho (para mim, minha mãe e irmã) e acertou em cheio! Já fiz as provas e, olha… Me sinto noiva!

Obviamente, não teremos foto do vestido de noiva. Mas olha o vestido que eu peguei lá para um outro casamento, onde fui madrinha:

versão madrinha de casamento. . vestido: @belartmaison cabelo e make: @mulinarihair

Uma foto publicada por Leca Lichacovski (@leca_dpaula) em


6. Cabelo e maquiagem

Apesar de eu ter cabelo curto, preciso pensar em penteado, sim. Então, há quatro meses, estou cuidando do corte e coloração no Salão Mulinari, com a Darcilda Mulinari. O legal do salão, onde irei me arrumar, é que oferecem o pacote para noiva. Além de uma salinha especial, para me arrumar tranquilamente sozinha ou com minhas madrinhas. A maquiagem ficará por conta da Marcela Potrick, que também captou bem a minha ideia e meu estilo. Não quero falar muito para não soltar spoilers, mas fizemos o teste semana passada e ai, ai… Eu não quis tirar a make nunca mais.

Ter referências para cabelo e maquiagem também é importante.

Obviamente (2), não teremos foto do cabelo e maquiagem.

7. Buffet

Se você não fizer festa em hotel, terá que contratar um buffet, como é o meu caso. Depois de indicações, me sentei numa reunião com a Cáritas, do Ver o Verde Bufê, e ela foi a única com quem quis conversar! O legal dela é que não existe um cardápio pronto para ela te mandar orçamento. Ela c o n v e r s a, pergunta dos seus gostos, dos gostos do noivo e cria algo para o casamento de VOCÊS. E é muito legal ter a orientação de coisas que você nunca imaginou, como cardápio infantil ou opção de finger foods que não vão esfarelar e sujar a roupa de ninguém.

caritas

Foto: Ver o Verde Bufe

 

É ótimo encontrar profissionais que te fazem crer que terão o mesmo cuidado na organização do seu casamento que você. E tem outros envolvidos que tem a minha confiança total, como os músicos: Noemia, Sergio e Eliezer; Carol, Renato e banda.

Enfim… Eu esqueci de alguém, com certeza. Esse é o mal em querer citar todo mundo.

Mas, enfim… Tá chegando! E eu quero logo.

Leca

O que não te contam sobre Criolipólise

Ontem me submeti ao primeiro tratamento estético da minha vida! Desde o início do ano, resolvi me cuidar mais. Alimentação mais certinha, atividade física sem preguiça. Os resultados estão aparecendo timidamente, mas se surgiu algo que pode ajudar ainda mais, por que não, né?

Eu já tinha ouvido falar dessa tal criolipólise no início do ano, eu acho. E comecei a ver a moda crescer e a pipocar na timeline. Comecei a pesquisar a respeito e achei legal. Pensei: “Opa! Pode me ajudar” (porque eu tenho aquela pancinha que não sai nem com 200 segundos de prancha, sabe? E é por pura estética. Eu tenho noção disso. Então, pelo menos por ora, não planejo ir pra faca por causa disso. A “crio” me pareceu mais certeira para o meu caso).

O que é: Criolipólise é um novo tratamento não invasivo que congela as células de gordura.

Por se tratar de um tratamento, é preciso ter alguém que saiba o que está fazendo. Ou seja: um lugar de segurança. Não entre na primeira clínica que vir pela frente ou naquela que oferecer o melhor preço. Pesquisa é primordial. Estamos falando do nosso corpo! Imagina se largamos na mão de alguém que só põe o aparelho de qualquer jeito e depois faz massagem que mais parece estar sovando massa de pão? Não, não. Pergunte. Vá ao local. Peça referências.

Aqui em Foz, encontrei a Clinic – Fisioterapia Feminina. E fui lá pra ver. A Clinic segue a metodologia da Priscila Palazzo: Sessão de Criolipólise (separe umas 3 horas para isso, tá? Vá sem pressa e sem nenhum compromisso depois. A sessão demora. Melhor ficar tranquila) + dez sessões de pós-crio, que são tratamentos complementares que ajudam a manter e a esculpir o corpo.

É claro que eu não cheguei e imediatamente marquei a sessão de crio. A Melissa (fisioterapeuta responsável) sentou comigo, fez avaliação, me explicou tudo certinho como será todo o processo. Aí vem a primeira coisa que não te contam sobre Criolipólise: Não é um milagre divino que você já sai fina com uma única sessão. É um tratamento a longo prazo, dura cerca de três meses. E como em todo e qualquer tratamento estético, você precisa fazer a sua parte! Alimentação e exercícios são primordiais para a redução de medidas. Não adianta fazer Crio e se jogar no sofá comendo pizza, né?

Dadas as explicações, marquei o meu horário. Ontem, ele chegou. Eu fui com um pouco de medo, confesso, porque ouvi por aí que a tal da crio dói! Segunda coisa que não te contam sobre ela: Ela não dói tanto assim, até porque, dor é algo muito relativo! Os primeiros cinco minutos são um pouco desconfortáveis, sim. Mas nada que me levou a querer abandonar a causa e dizer: “Não consigo! Dói demais“. Passado esse início – que nada mais é do que uma adaptação do corpo ao frio do equipamento – eu fiquei bem tranquila… A ponto de tirar um pequeno cochilo na cama.

Eu fui contanto o passo-a-passo no meu Snapchat (LecaLichacovski). Olha só:

E depois? Dói?
Mulherada, vamos desapegar desse medo de dor! Eu tô aqui viva contando a história, não estou?! Então! A região fica sensível, sim. Mas volto a repetir: Dor é relativa. Eu tô bem de boa aqui. Enfim… Eu gostei. Verei os resultados agora? Não, mas tudo bem. Não tenho pressa. Prefiro fazer tudo certinho agora e ficar satisfeita com meu corpo.

Se você quer o mesmo, procure um profissional em que você confie e tire todas as suas dúvidas! Aqui, eu só estou contando como foi comigo, ok? Não é regra geral!

E digo mais, gente! Se você se interessou e quer conhecer a Clinic, anota esta: vai rolar sorteio de uma sessão de Magic Touch Detox ou Slim Body ou Clear Skin! Vem aqui pro Facebook e participe (válido apenas para moradores de Foz do Iguaçu).

sorteioclinic_cerejanoombro
Acho que é isso! Qualquer dúvida, deixa nos comentários.

Close