Categoria

Leitor

Leitor

Preciso imaginar uma vida sem você

*Texto da leitora Joyce Souza, do blog Entre Galáxias.

Me sinto doente. Não sei de quem é a culpa. Talvez minha mesmo.

Não consigo parar e me lembrar de como eu era antes disso tudo. Mais forte? Às vezes me pergunto o que eu estou fazendo, aonde estou indo. Então percebo que talvez não valha a pena. E torço pra que, um dia, eu acorde e desperte dos pesadelos também. Acorde sem dúvidas, e completamente lúcida. Por dentro eu sei que sobreviverei depois de tudo. Então por que continuo nisso? Continuo te perseguindo, e me amando em segundo lugar.

Me sinto quebrada. De novo. Cada minuto é um cinema. Tudo está brilhando e nada pode nos alcançar. Vai dar tudo certo. Eu sei que é só uma fase. Mas caímos. Juntos nós caímos, e eu continuo a gritar com você. E tudo que construímos se desmorona. Esquecemos de remendar bem remendado os pedaços. As estruturas estão ocas, e não sei até quanto tempo, ou quanto mais o material conseguirá ser reutilizado. Porque sinto o desgaste subindo por elas e talvez não duremos tanto tempo.

O quanto isso é cômodo (ou amor) é de se questionar. O que tem pela frente é um longo caminho. Com mais dúvidas. Pode me derrubar ainda mais, até certo tempo. Mas, não posso parar minha vida. Preciso botar fé que vai dar certo. Existem tantos motivos. Até que ponto podemos deixar de lado, desculpado e esquecido, tudo que fazemos?

Me sinto pra baixo. Posso sentir a nossa luta constantemente. Do coração ou cabeça? São muitas perguntas. Acho que chegou a hora de brigarmos por nós mesmos. Chega de silêncio nas ligações. Chega de saudade, de rezar pra que a febre passe, de discussões, de olhos nos olhos naquele hotel, porque preciso de mim.

Sinto falta de mim mesma. Preciso imaginar uma vida sem você. Preciso me remontar e, pra isso, preciso que vá. O tempo está passando, e nosso filme comum precisa acabar.

Leitor

Eu não sou obrigado a esquecer você

* Texto do leitor André Olliver, do Blog das Horas Comuns

[Escrito ao som de Dancers – Axel Flovent]

Eu não sou obrigado a esquecer você. Ainda não esqueci do meu tênis velho, que tá todo furado, todo rasgado e todo machucado. Não tenho coragem de me desfazer dele, talvez porque ele me acompanhou em tantos caminhos. E você? Por que eu sou obrigado a me desfazer de quem você foi?

Sabe aquela parte toda furada, toda rasgada e toda machucada dentro do meu peito? É você. Mas as suas cores continuam vivas na minha memória, e ainda que eu tenha revirado tudo, tenha me desfeito de cartas, ingressos de cinema e outros detalhes de nós dois.. Esquecer? Não, eu não sou obrigado a esquecer você.

Eu era o cara das profundidades, você sabe. Eu não era dos que boiavam na superfície. Eu mergulhei, eu me afundei, eu me joguei de cabeça, eu me virei todo em você, mas me afoguei no seu silêncio. Hoje, o que restou da nossa descida ao fundo dos mais profundos de mim e de você, foi uma respiração ofegante de algumas mágoas dessa dor.

Você é o outro agora, é o cara das antigas, é o cara de dois mil e poucos.E eu, por um tempo, fui o cara das páginas ainda não viradas, das escovas de dente solitárias e das mensagens não mais enviadas. Mas esquecer? Não, eu não sou obrigado a esquecer você.

Fica tranquilo, porque lembrar de você não é mais como cair pra trás, sozinho num vazio de possibilidades impossíveis. Não é como colocar o meu coração e a minha capacidade de me manter em mim contra a parede. Lembrar de você é ter a certeza de que continuo a respirar, mesmo que eu ande recolhendo cacos e construindo vitrais, só para o Sol colorir os meus cantos. As portas ficam sempre abertas agora e gosto de ver o vento levando pra longe a poeira que você deixou parada nos corredores.

Mas, esquecer? Não, eu não sou obrigado a esquecer você.

Leitor

Meu menino-americano

Texto do leitor Alexandre Martins, do Aros Redondos

Para ler ouvindo: All American Boy – Steve Grand

Oi. Tudo bem? O que você está esperando para pegar na minha mão? O que você está esperando para andar comigo pelas ruas de São Paulo e me comprar um churros e limpar o doce-de-leite que ficar no canto da minha boca? Não espere, vamos fazer. Vamos, você chegou na hora certa, pontual como sempre, até parece eu. Um espelho invertido. Não faz mal se temos diferenças a nossa essência é quase igual, não é mesmo?

Vem, me dê um abraço, um sorriso e um beijo. Deixe que todos saibam que estamos felizes e que pedra nenhuma vai abalar nosso caminho. Faça em mim a tua morada e adormeça em meu peito quando formos no cinema. Não esqueça de segurar a minha mão, você já percebeu como eu gosto disso? Eu adoro isso.

Eu nunca conheci ninguém assim e sei que você também não. Eu sei que sou o teu primeiro e vou fazer isso tudo valer a pena. Você não vai sentir falta do passado eu tenho certeza. Cada segundo será especial.

Vamos levantar essa bandeira juntos, jurar nosso amor à América e cantar nossa música predileta. Vamos despejar nosso brilho pelos rios poluídos e filtrar toda a sujeira com o nosso amor, você vai ver, a água vai brilhar.

Pule comigo nesse rio, vamos nadar até o amanhecer, me permita conhecer o teu corpo, matar tua vontade. Deixa o celular de lado e olha para mim, sou eu quem te dou atenção e não ela. Ela é passado agora, viva o novo comigo. Sei que parece ser difícil mas eu sei fazer ficar fácil: é só encostar a cabeça no meu ombro e esperar a dor passar.

Me dê a mão e vamos ser felizes, abra a porta do seu conversível e vamos a um bosque nos divertir, ver os pássaros cantarem enquanto o pipoqueiro mexe a panela à espera de novos clientes. Quero fazer tudo o quanto eu puder enquanto eu puder porque logo você vai escapar das minhas mãos, eu sinto que você vai fugir. Não vá, não ainda. Vamos fazer este sonho ser real, você vai amar. Corre para os meus braços porque está amanhecendo e eu não quero te perder quando o sol se levantar, meu Menino Americano.

Leitor

Pare de jogar

*Texto da leitora Laura Andreuccetti, do blog Dois cês, dois tês.

Ela é linda, não é?

É curioso como o cara que está com ela não aparece em momento algum. É curioso como o cara que está com ela não tira fotos, não comenta, não é presente em muitos lugares (a não ser em todas suas frases).

Ele é isso e aquilo, sabemos onde ele mora, sabemos como se veste, do que fala, o que deseja ser e onde prefere estar. É curioso como nunca o vimos. Em algum ponto da história deles, entre o primeiro olhar e o primeiro beijo, ele decidiu que facilitar as coisas não era uma opção. O que passou na cabeça dele?

Ele achou, em algum momento, que não estar tão presente deixaria ela com mais vontade dele, mas isso não existe. É claro que há essa curiosidade quando as pessoas não se entregam de pronto, curiosidade essa que pergunta a todo momento o porquê disso e daquilo.

Não precisa mais, moço. Ela está entregue. Ela está tão na sua que não sabe mais falar de outra coisa. Ela está tão na sua que quando você não se importa com o ex, quando você não aparece no dia marcado e quando você não liga, ela se machuca e vem correndo me perguntar se fez alguma coisa de errado.

Ela é linda, não é? E você não lida bem com isso? Porque se eu tivesse uma menina dessas do meu lado, eu trataria muito melhor. Para com os jogos, moço. Ela é uma menina, mas você pode tratar ela como mulher, já. Ela pode ser sua melhor amiga, mas não trata ela que nem um parceiro, porque ela merece mais. Porque ela dormiu ontem pensando em você e acordou me contando os sonhos por mensagem. Quando você some, ela fica apreensiva e quando você aparece, se ilumina.

Ela é linda, não é? Por dentro e por fora e isso você já entendeu. O bairro inteiro acha a menina linda, mas ninguém a conhece como você conheceu. Porque é amor. E quando as pessoas amam, elas ficam cada vez mais lindas.

Ela é linda e você também, quando pintado por ela. Eu nem te conheço, mas sei a sorte que tem. Aprende a lidar, jovem. Esquece o jogo todo e se entrega pra ela também.

Leitor

A luta que é negar você

*Texto da leitora Tayná Freire

Todos os dias eu travo uma guerra contra mim mesma ao abrir os olhos e tentar negar você mais uma vez. Todos os dias eu tento mentir pra mim – em vão – de que não vou pensar em algo pra poder puxar assunto com você. Que eu não tô sentindo saudade – e necessidade – das nossas conversas durante a madrugada sobre o assunto que bem quisermos. Todos os dias eu tento negar que não é você. E que o que eu sinto, não vai além da carne – quanta ilusão!

Todos os dias, quando abro os olhos finjo que não te encontrei nos meus sonhos. Finjo que não quis acordar ao teu lado. Finjo que não desejei teus olhos e teu sorriso. Teus beijos. Tuas mãos. Tuas mordidas e tuas provocações. Finjo que não desejei que fosse você.

Todos os dias eu tento negar que não é você que eu vejo ao fechar meus olhos. Que não é você que procuro ao conhecer um outro alguém. Que não é a tua boca que eu procuro quando beijo um alguém – em mais uma tentativa de te deixar pra lá. Tento não tremer quando meu celular vibra e eu penso ser você – e que o mundo parece querer desabar quando eu vejo que não é. Que nunca é.

Aos finais de semana, bebo pra fingir que não tô querendo você. Bebo na tentativa de te deixar no fundo do copo. Na tentativa de te jogar fora junto com a cerveja que esquenta. Bebo na tentativa de esquecer você. Mas não esqueço nem das coisas que eu faço. Quem dirá esquecer você! Não tenho o dom da amnésia que vem com o etílico.

Cada segundo de negação é um desgaste diferente. Eu me canso. Eu fico exausta. Negar você é algo que exige esforço demais. Negar que não vai ser você, doloroso demais! Mas aceitar viver sem você – mesmo que seja com presenças faltosas e migalhas que transbordam – é o fim do mundo!

Leitor

Você já não está mais em mim

*Texto da leitora Gabriela Mendes

É, você já não está mais em mim.

Não há nada mais em mim que me faça lembrar de você. Não frequento mais os restaurantes que a gente ia. Sua foto já não está mais no fundo de tela do meu smartphone. Nossa música preferida já não me toca mais (e eu ouço ela sempre). Nosso filme favorito passa na sessão da tarde repetidamente, fazendo com que os telespectadores enjoem facilmente – da mesma forma que o nosso amor nos causou enjoo. É, você já não está mais em mim.

Parei de dormir nas tardes de domingo. Parei de tomar açaí. E música eletrônica, ouço raramente – quando bêbada. Não curto mais chicletes de melancia. As minhas crises de enxaqueca passaram (por que será, né?!). É, você já não está mais em mim.

Em dois meses, eu retoquei a raiz do meu cabelo duas vezes. Eu parei de me preocupar com as suas críticas ciumentas que diziam que o louro não combina comigo. Não me lembro mais das nossas datas comemorativas – datas essas que eram só minhas, já que você não fazia questão de comemora-las. É, você já não está mais em mim.

nãoestamaisemmim_cerejanoombro

Não falo de você pras minhas “amigas-piranhas” (o melhor adjetivo que você usava pra elas). Não falo mais de você pros seus “amigos” (um dia você vai entender o porquê dessas aspas). Já não lembro mais do perfume que você usava. É, você já não está mais em mim.

A placa do seu carro, eu já esqueci. Como já esqueci também o seu número de telefone. Não desvio a minha rota diária só pra não ter que topar com a sua. Pelo contrário, continuo fazendo as mesmas rotas de sempre porque elas não me trazer lembrança alguma. É, você já não está mais em mim.

Voltei a malhar, a usar roupa curta, fazer terapia e ler os meus livros chatos. Ah, voltei a frequentar cinema também. As nossas alianças ainda estão no mesmo lugar onde você deixou, na rua. Por esses e vários outros motivos é que você já não está mais em mim… E faz tempo.

Leitor

Disfarce

Vou confessar que, às vezes, acordo de madrugada te procurando na cama. Minhas mãos saem tateando o colchão no escuro até encontrarem a saudade disfarçada de você. Ela tem a textura da sua pele. O cheiro do seu xampu. Até o timbre da sua voz sonolenta me dizendo “Calma, eu tô aqui“.

E se desperto no meio da noite, odeio a minha insônia mais do que nunca. Não por me roubar o sono, mas por me fazer lembrar que não tenho mais o seu rosto para ver enquanto não consigo voltar a dormir.

Será que você volta ou minha imaginação já está indo longe demais? A sensação do seu retorno iminente me levanta e me destrói ao mesmo tempo. É a minha droga. Vivo a espera de um telefonema. De uma mensagem. De uma batida na porta.

disfarce_cerejanoombro

E, quando (não me atrevo a dizer “se”) isso acontecer, a saudade vai bater em retirada, junto com todas as imitações e jogos de mente que me aplicou nesse tempo em que você saiu. Eu não quero mais o seu disfarce. Eu quero você de verdade, em carne, osso, manias e imperfeições.

Quero meus lençóis mais caídos para o seu lado de tanto você puxá-los a noite toda. Quero o seu corpo para esquentar o meu nas madrugadas mais frias. Eu quero dormir com você de novo e acordar segurando sua cintura, bem firme, para nunca mais te perder.

Leitor

Amor atendente de Telemarketing

* Texto do leitor Pietro Mirandez , do Tumblr Um Quarto de Tudo

Final de expediente, já com a mesa arrumada e braço posicionado para me despedir rumo as desejadas férias, o telefone toca. Mesmo sabendo que seria abusar da sorte, correndo o risco de ser o chefe pedindo para finalizar um relatório urgente, atendi.

– Alô, boa tarde.
– Boa tarde, quem fala?
– Aqui é da empresa Amores Frustrados, e gostaríamos de saber se o senhor tem sofrido ultimamente.
– Mas que porra de conversa é essa?- indago estranhando.
– Não é porra, senhor, é sentimento. Estamos olhando o seu cadastro e faz um tempo que o senhor não sofre por uma paixão impossível. Estamos lhe oferecendo uma oportunidade de ficar pensativo nessas férias e arruiná-las completamente, tudo isso com um plano gratuito.

Ofereceu-me parecendo ser um produto revolucionário.

– Desculpe-me… Eu devo estar louco. Você está querendo que eu sofra durante o meu período de descanso, é isso? – e fico confuso.
– Não exatamente, senhor. O que estaremos oferecendo é um plano especial, uma retomada de lembranças ruins que, se antes vinham somente durante o sono, agora virão em qualquer momento, mas que será de grande valia a longo prazo, ainda mais agora que sua ex está feliz.
– Ela está namorando depois de ter me chutado?! Mentira…- e já sento na cadeira para ouvir aquela conversa.
– E não é só isso, senhor! Há também Bruna, aquela garota que gostou no ensino fundamental e que você perdeu a oportunidade quando estavam sozinhos! Tudo isso de graça!

Ah, aquela realmente foi um grande amor, e talvez a maior desilusão que encarei. Teria sido burrice ou inexperiência? Seja lá o que fosse, resultou num dos maiores tapas na testa que me dei, e ardeu.

– Nem me lembrava dela… – divaguei.
– Por isso estamos aqui: Ajudá-lo nessa tarefa. Por uma taxa extra, disponibilizamos acesso vinte e quatro horas as redes sociais, nas quais encontrará fotos com o atual namorado, juras de amor e alguma ofensa contra você! Senhor, acredito ser uma oportunidade imperdível, vamos estar oficializando esse contrato?
– Isso é sério mesmo?
– Mais sério que o seu rosto quando descobriu que foi trocado pelo seu amiguinho no jardim de infância só porque ele tinha um tênis de luzinha, que piscava quando pisava, lembra?

Aí remoeu muitas feridas, tornei-me agressivo. Uma hora daquelas e ouvindo essas coisas?

– Olha, ok. Entendi que sabe muito bem de mim. E obrigado por estragar meu início de férias… – e fui interrompido.
– Isso foi uma amostra, senhor. O serviço de especial oferece muito mais recursos, como rejeição em publico. Basta oficializar! Vamos estar oficializando de vez suas frustrações e trazendo de volta aquele amor que tanto o fez sofrer?
– E na bunda vai o que, nada?
– Senhor, para tomar no cu, terei que repassar sua ligação para o setor responsável. No menu disponibilizado, disque opção dois ao ouvir ‘encontrar a mulher dos meus sonhos’. Lá farão um cadastro e em até duas vidas você encontrará ela…”

Não se negocia com o amor. É um filho da puta mesmo.

Leitor

Seu outro alguém

*Texto da leitora Alexa León, com colaboração da Cerejeira

Eu realmente espero que sua viagem ao Peru faça você se encontrar consigo e que te carregue de boas e novas energias. Espero que encontre uma peruana, boliviana, venezuelana ou uma colombiana morena linda e se apaixone.

Apaga a luz, fecha a porta e mostra pra ela o quanto você a ama. Fala com jeitinho e diz como ela é importante pra você. E isso basta. Não lhe dê as estrelas, não lhe ofereça a lua. Ela vai sacar que você não pode prometer o que já não é mais seu. Que elas já foram o presente para mais alguém. (E, por favor, me deixa acreditar que são só minhas).

Ao invés de promessas, fale como ela é linda quando acorda e roube seu primeiro sorriso do dia. Ele é eterno e infinito. E o brilho dos olhos que o acompanham é duradouro no amor. Eu lembro como você me disse isso algumas vezes e quando me fez falta quando era só um cordial “bom dia”,

Como o tempo passou rápido! Agora, suas tristezas são ouvidas por outros ouvidos e suas mãos estão entrelaçadas em outras. Seus beijos tem outros lábios como destino. Os meus… Ah, os meus também, mas ainda não achei um que me faça não querer repetir os seus.

Quando eu esbarrar com você de novo, vou ficar em silêncio. Talvez, só ele possa responder as perguntas. E taparei os ouvidos também, para não cair na sua voz outra vez. Na língua de sua poesia. Da próxima vez, a gramática das suas promessas fáceis não vai iludir um coração imune a você.

Enquete, Leitor

Pesquisa: O que você quer no Cereja?

Eu gosto muito de conversar com vocês. Quem me manda e-mail sabe disso (apesar de eu demorar um pouco pra responder. Mas não falho!).

Então, que tal vocês me dizerem o que querem no Cereja?

Os textos estão legais? Tem um tema para sugerir? O layout não tá muito prático? Sente falta do blog em alguma rede social (sem esquecer que o Cereja tá no Facebook)? Precisa de mais atualizações? Alguma coisa em vídeo?

Eu preciso do feedback de vocês para o blog a ficar melhor. Então, que tal participar da pesquisa? É rapidinho!

Desde já, obrigada pela colaboração!

Close