O Disney’s Hollywood Studios é o antigo parque da MGM. Se não estou enganada, é o menor dos parques, mas tem uns brinquedos bem legais, como a Rock’n’Roller Coaster Starring Aerosmith, um dos meus favoritos, e a Hollywood Tower, que é um daqueles elevadores que despencam em queda livre. Mas nesse, rola toda uma história de terror antes. Bem legal. Até minha mãe foi!

A Rock’n’Roller Coaster é o único atrativo na Disney Hollywood Studios com uma fila separada para quem vai sozinho (sinalizada como “Single Riders”). É uma montanha russa no escuro, cheia de placas neon, simulando uma avenida de Beverly Hills. O carrinho vai de 0 a 100km/h em apenas dois segundos, ou seja: você já sai com tudo! Excelente e sem nenhum tipo de restrição. Vi até um casal de idosos na fila (a senhorinha, inclusive, sendo levada pelo senhorzinho numa cadeira de rodas).

O diferencial deste parque são as peças, como A Bela e a Fera (que eu sempre choro, porque é lindo demais) e, mais recentemente, Frozen – Sing Along. Enquanto a primeira é um resumo da peça apresentada na Broadway, a segunda é um “karaokêzão” para a galera cantar junto. Dois narradores contam a história (de forma bem engraçada! Eles eram ótimos) e as canções aparecem no telão, com a letra para todo mundo cantar.

Pausa para o diálogo engraçado:
Na saída da peça, eu puxei a conversa:
– A menininha do meu lado cantou todas as músicas! Bem lindinha!
Minha mãe:
– É, a menininha que estava do meu lado também cantou todas.

 

Era eu. Rá!
Voltando ao que interessa:

Claro que alguns personagens aparecem na peça. Além dos narradores, Anna, Elsa e Kristoff aparecem no palco, mas por pouco tempo.

Let it gooooooooo, let it gooooooooooooo

Como acontece em todos os parques, o encerramento das atividades é com uma apresentação especial e queima de fogos. Enquanto no Magic Kingdom sentamos na rua para ver o desfile, e na Epcot ficamos em pé ao redor do lago, a Fantasmatic é o único “fechamento” com auditório. O legal é que essa apresentação é com os vilões da Disney. Rainha da Branca de Neve, Malévola (inclusive na forma de dragão) e o cara de Pocahontas que eu esqueci o nome agora.

Mesmo sendo baixa temporada, lotou. Por isso é importante chegar com, pelo menos, uma hora de antecedência.

 

No final, claro, as princesas e Mickey ltda cantam uma música feliz e de que sonhos são mais fortes do que imaginamos.

Não fomos ao Animal Kingdom dessa vez. Mas, sinceramente, é o mais fraquinho de todos (na minha opinião!). Tem coisas legais, óbvio. Quem não conhece, deve ir. A gente tinha problema de tempo (fizemos cinco parques em quatro dias) e, na hora da escolha, Animal ficou de fora.

De Disney, é isso. Passa rápido… Amanhã, post sobre Universal Studios e Island of Adventure. Começarei a editar os vídeos esta semana também. Não foi falta de vontade, tá? É que chegávamos nos parques às 9 horas e saímos de lá às 22 horas. Chegávamos moídos no hotel. E, quando voltei para Miami, estava com família, aí não ia deixar todos de lado para ficar mexendo no computador, né?
Mas, ainda que saia com um pouco de atraso, vai sair! Promessa de mindinho.

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