Voltei! Gente, que final de semana sem igual! Rock in Rio é totalmente incrível! Não quero mais perder uma edição sequer (e parem com esse mimimi chato de que “no RiR não toca rock’… Muda a pauta, galera).

Como vocês já devem ter imaginado, é um evento muito diferente do que vemos na televisão. Multiplique o que a telinha mostra por mil, e aí dá pra começar a ter uma ideia do que realmente é esse festival.

Não tivemos nenhum tipo de problema. Nem para ir até a Cidade do Rock (contratamos transfer pela empresa Rio 40 Graus) nem no local, com entrada ou segurança. Tudo muito bem montado e estruturado. Mas, vamos aos shows e a minha singela opinião e relato.



Phillip Phillips

Acompanhei o Phillip no American Idol. Até postei aqui quando ele ganhou, então, minha empolgação com ele foi grande. Era algo do tipo: “Eu vi esse menino surgir como músico”, sei lá. Uma espécie de orgulho bobo.

O Phillip é bom. Muito bom. E a banda quebra tudo. Gostei de ver o público cantando junto, meninas com cartazes. Mas, o menino não tem dois anos de carreira e isso faz um pouco de falta, porque ele interagiu pouco com a plateia (que não era pequena). Tudo bem, ele sempre foi quietão e mantendo o foco no item ‘fazer música’ (o qual ele faz muitíssimo bem e evoluiu consideravelmente desde o Idol).

Acho que não deu uma hora de show. Mas, manteve a galera com o ânimo lá em cima. O auge foi quando tocou seus dois sucessos Gone, Gone, Gone e, Home, no encerramento. Adorei!

John Mayer

Ah, John, John… Preciso dizer que, mesmo que o show tenha sido bom, eu esperava mais. Comparado a outras apresentações dele, achei essa meio “morna”, sei lá. Repito: Estava bom, mas acredito que ele tem potencial para oferecer mais. 
Em todo caso, Daughters, Wildfire e Stop This Train foram as minhas favoritas. Achei engraçado como a mulherada chorou desesperadamente nesse show.

Bruce Springsteen

The Boss! 


Bruce mostrou que merece e reforça o título. Mostrou que a experiência faz a diferença. Mostrou que manja dos paranauê  o que é domínio de palco! Mostrou que é gente da galera (ele foi cantar no público umas sei-lá-quantas vezes!)! Mostrou que 63 anos não são nada. Bruce Springsteen foi inesquecível por vários motivos!
Um deles: Eu estava na grade! Quando vimos, estávamos lá e ali ficamos. Tá, não era no centro, mas ainda assim, grade é grade. E como ele andava pra lá e pra cá, foi sensacional. E eu consegui essa foto:
Depois disso, o celular morreu e perdi de tirar uma foto dele ainda mais perto, porque ele passou na nossa frente e eu quase (quaaaaaase) consegui encostar nele. Mas não tinha mais que um metro de distância. Não sei se apareci na TV, mas se apareci, foi como uma das loucas desesperadas e suadas gritando para tentar fazer o cantor olhar pra mim. E com orgulho, tá?!
O show que valeu a noite já na primeira música (Sociedade Alternativa, do Raul Seixas). Outra coisa que achei legal foi que ele falou em português. Não dá pra explicar mais… Não tem como! Vejam o vídeo… (Ah! Nessa música, quando ele vai lá para o canto esquerdo do palco, é que eu tirei a foto).

Rock in Rio 2015, te espero!

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