Há duas semanas encafifamos que queríamos um cachorro novo aqui em casa (porque três já não eram suficiente, né?!).
Pensamos, pensamos e pensamos mais um pouco quanto à raça. E meu post é sobre isso: Por mais que cachorros sejam lindos, companheiros e tudo mais, não são brinquedos. Eles vão lhe custar tempo e dinheiro.
Devemos lembrar também que eles vivem anos e, como pessoas, tem suas personalidades.

1º pense no seguinte: PARA QUE você quer um cachorro?

Cada raça tem um temperamento que influencia no seu comportamento. Claro que a forma de como o bichinho será criado também conta, mas cada raça tem suas características comportamentais. Portanto, estude-as
2º quesito: quais os meus PLANOS FUTUROS?
Nem sempre lembramos disso, mas também tem que ser levado em consideração. Exemplo: Compro um cão de médio a grande porte, mas daqui 2 anos pretendo me mudar para um apartamento. E aí? Ou ainda: Comprei um Pastor Alemão e planejo, em breve, ter filhos. Não rola… Adotei um boxer, mas pretendo ter outros cães. Sabia que Boxers são ótimos cães-babás, mas detestam convívio com outros animais!?
Novamente, repito: criação influencia, mas o temperamento da raça também
3ª questão: Você terá TEMPO para se dedicar ao cão?
Parece ser fácil criar um cachorro, mas não é bem assim… Dependendo da raça, os cuidados com pelo devem ser dobrados. Ou, por genética, algumas raças tem maior incidência a certas doenças, como obesidade (Beagles), problemas respiratórios (Pugs), dermatites (Golden Retrievers e Sharpeis) e tantas outras.
Após analisarmos essas questões, optamos por uma Cocker…”cockercoisa“. Quem disse que para ser um bom cachorro tem que ter pedigree? 
Portanto, ontem fui até a ONG Vida Animal e trouxe para casa a minha feiurinha…
Muito amor por cão num post só.

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