É gente… Acabou. Este post foi escrito já em Guarulhos, porque nos últimos dias não deu tempo.. Os vídeos – falta um de Paris e o último de Madrid – posto hoje, de casa, com uma conexão decente. Espero que entendam e me desculpem pelo atraso. Passou tão rápido esse mês que nem acredito que já é hora de voltar. 

Para encerrar minha visita a Espanha, fui no representante da maior tradição espanhola: A Plaza de Toros las Ventas. Sou contra as touradas, que fique claro. Mas por que não conhecer as raízes do país? 

A Plaza las Ventas é a mais importante do mundo. O tour por dentro é rápido, mas interessante. Meia hora de passeio guiado em espanhol ou inglês (a sua escolha), contando sobre as origens da tourada espanhola e como são.

Em média, Madrid recebe cerca de 72 touradas por ano, de maio a outubro. A maioria delas acontece em maio porque é o mês do santo padroeiro da cidade, então, praticamente todos os dias, tem tourada. Essa é uma tradição espanhola que iniciou em 1929 em Madrid, com oito toureiros e oito touros. Geralmente, são 3 toureiros e 6 touros, com uma média de 20 minutos de “apresentação” cada.

A intenção das touradas não é ser cruel, mas artístico. O toureiro é um “dançarino” na arena, além de representar bravura por estar diante de um animal tão perigoso. Um movimento e o touro ataca para expulsar o estranho do seu território.

O movimento final da “coreografia” é o abate, infelizmente. Em países como Equador e México, o touro não é morto na frente no público, mas na Espanha ainda é permitido. A questão é que: ninguém quer ver o animal sofrer. Então, se o toureiro não acerta a espada de primeira, para o touro morrer em 10 segundos e “com dignidade”, o povo começa a não gostar.


Quando o toureiro agrada a plateia, existe uma tradição: O público abana uma bandeira branca para demonstrar satisfação… Se a grande maioria, a família real e o presidente da tourada também levantarem a bandeira, o toureiro sai pela porta da frente da Las Ventas e com um troféu: as duas orelhas do touro. Sem contar que entram pra lista (foto ao lado) dos toureiros mais bem sucedidos do mundo, já que o público madrilenho é considerado o mais difícil de se agradar.

[Atualização] 

O vídeo! 




E aí acabou. 

A viagem foi extremamente cansativa: 11 horas de voo. E como foi durante o dia, dormir não foi algo muito fácil de se fazer. Mas, tudo deu certo e agora a vontade de voltar pra casa bate forte.

Um grande beijo a todos vocês por terem acompanhado essa blogueira por uma aventura sensacional. Obrigada pela participação, pelas perguntas que enviaram e dicas que pediram. Isso tudo foi um plus que deixou a viagem ainda mais especial – siim, sou puxa saco dos meus leitores, mas é a mais pura verdade! Eu sentia, sim, um impulso por buscar informações, fazer os vídeos da melhor forma que eu pudesse, tudo para que vocês pudessem tirar boas informações do que era mostrado.

A gente continua em ritmo normal a partir dessa semana. E espero que, muito em breve, mais edições de “Cereja no Mundo” aconteçam. Novamente, um muito obrigada a vocês!

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