O título chamou a atenção, não é?! Calma que eu explico, vamos por partes. Para conseguir dar conta de editar vídeos, fotos e posts, vou resumir os últimos dois dias em Paris.

Dia 1 – Louvre, Centro George Pompidou e Sacre Coeur

Musée du Louvre

Sim, o que você ouviu sobre o Museu do Louvre é verdade: Ele é imenso! Para aproveitá-lo bem e com calma, seriam dois dias. Eu fiz um trajeto express de duas horas. Se você tem pouco tempo, como eu, o jeito é decidir o que você quer ver. Artistas italianos, franceses, espanhóis; Arte de Ásia, África, Oceania e Américas; Grécia e Roma; Antiguidades Egípcias? Essas são categorias que eu lembrei, mas tem muitas (muitas mesmo!) outras. O chamariz mesmo é a Monalisa. Um mar de gente na frente dela querendo tirar foto – sim, é permitido. Só não pode ter flash. 

A entrada para o Museu do Louvre é 11 euros – eu não paguei porque usei o Museum Pass que comprei no Hotel des Invalides. Ele é aberto todos os dias, menos na terça-feira, diferente dos demais museus que fecham na segunda.

Do Louvre, seguimos ao Centro George Pompidou, também chamado pelos parisienses de Beaubourg. Assim… Eu não entendo/curto muito arte moderna e o CGP é o maior da França nesse segmento. Então, foi um passeio que, sinceramente, se eu tivesse pago entrada, teria me arrependido. #prontofalei 

Sacré Coeur no monte Martre

Para compensar, saímos do Beauborg e fomos até a Basílica de Sacré Coeur, uma igreja linda na região de Montmartre. Ela foi construída com um mármore todo especial, de cor branca, e feita por causa de uma “aposta”. Dois generais prometeram que, se sobrevivessem a guerra, iriam construir uma igreja. Algo assim… Uma história bem bacaninha.

Não é permitido tirar fotos nem filmar dentro dela, mas, por estar no monte mais alto da cidade, só a vista que ela nos dá de Paris já é maravilhosa. E, depois de sair dela, é possível caminhar pelas ruas do bairro, com muitos cafés, creperias e artistas de rua. Mas se for comprar lembrancinhas, não compre ali, porque são mais caras. Na região de Notre-Dame e na Rue de Moufetarrd estão mais em conta e praticamente todas essas lojas de souvenires vendem as mesmas coisas.



Dia 2 – A frustração de Versailles e Musée d’Orsay

Château de Versailles

Agora vem a parte em que eu explico do por que fiquei frustrada. Pegamos o trem cedo para ir até Versailles. Foram cerca de 40 minutos até chegar lá e, quando conseguimos ver o palácio, vimos também o tanto de gente que tinha lá. Era absurdo, simples assim. A fila fazia zigue zague pelo pátio da frente do castelo e o sol reforçava a nossa vontade de não ficar na fila… Chuto que, se ficássemos, esperaríamos umas três horas para entrar.

Ok, esquece… Vamos ficar só nos jardins mesmo“. Só que aí… Estavam cobrando para entrar nos jardins também! Geralmente, ali é uma área aberta ao público e, por ser alta temporada, estavam cobrando 8 euros. Sem contar que, o jardim mais bonito (segundo me disseram, já que eu não vi) é o de Maria Antonieta, e tem que pegar um trenzinho para chegar até ele. Então, não bastasse os 8 euros, teríamos que pagar mais 15 para ir de um jardim a outro. Absurdo… Exploração descarada dos turistas, gente. Que feio!

O jeito foi dar meia volta, tirar foto da fachada, almoçar por ali mesmo e pegar o trem de volta a Paris. Fomos, então, ao Musée d’Orsay, o maior do impressionismo na França. Era uma antiga estação de metro, transformada em museu em 1986. É legal porque, além de quadros conhecidíssimos como os de Vincent Van Gogh, tem também trabalhos de arquitetura, ou seja, móveis todo arrojados e diferentes. A entrada custa 9 euros.

O melhor sorvete da vida!
Minha intenção era fazer o Citytour noturno. Afinal, queria ver a Cidade Luz em ação! Maaaaasss… Os ingressos já haviam esgotado. Mais uma frustração para o dia. Encerrei, então, comendo um sorvete MA-RA-VI-LHO-SO, da sorveteria Amorino. Descobri que tem aqui em Madrid também. O jeito vai ser repetir a dose… Sem esquecer, claro, que também provei a baguette francesa, e são realmente deliciosas. 

A comida em Paris não vai desapontar, gente. Isso é fato. E como eu andava muito (muuuuuuito), comia sem culpa nenhuma as gordices francesas e saía feliz pela rua. 

Quero aproveitar o post e agradecer a Denise Rodrigues pela companhia. Uma boa guia, sim – apesar de te dizerem que não, flor! Eu adorei, de verdade.

O vídeo desses dois dias está em produção! Se o meu editor voltar ao normal, acredito que consigo postar ainda hoje.

Para resumir Paris:

Valeu a pena? Claro, mobein! É (freaking) Paris!
Notas:
– Sim, Paris é cara. Em um restaurante, uma garrafa de água me saiu 5,70€. O segredo foi sair com uma garrafinha plástica e enchê-las nas fontes que tem pela cidade. Atenção, não é fonte de “chafariz” essas coisas, tá?! São fontes de água potável e fresca. Não me invente de querer tomar água podre e dizer que foi recomendação minha!
– Nos restaurantes, mesmo que você não peça nada para comer, eles são obrigados a trazer uma garrafa de água.
– Paris é linda, com atrativos maravilhosos, mas tem muita coisa feia pela cidade. Mal de grande centro… Vi um menino de uns 9 anos fumando e, aqui, isso é “normal”.
– A lenda sobre o cheiro dos franceses também é verdade, infelizmente.

Eu voltaria, com certeza! Aliás, pretendo voltar. Com a família, de preferência. E com o digníssimo, para deixarmos um cadeado na Pont de l’Archevêché.

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