*Texto publicado originalmente em Entre Todas as Coisas

Eu te vejo aflita quando se trata dos meus sentimentos. Morde os lábios e fica com os olhos cheios de lágrimas porque ainda não me ouviu dizer que te amo. Não se preocupe, pequena. Eu sou fechado mesmo, mas aqui dentro, tudo é seu. Eu só sou sem jeito com as palavras. Prefiro que minhas ações falem por mim, porque tenho medo de morder a língua de novo.

É que o meu tipo de amor é diferente do seu, que cresceu vendo as princesas Disney e, querendo ou não, ainda carrega a inocência dos contos de fada. Não acho isso uma coisa necessariamente ruim, mas te faz esperar o tal príncipe encantado – o que pode me deixar abaixo das expectativas.

Olha, pequena, dentro do meu abraço, eu espero que você perceba que eu sou louco por você. Muito mais além do que qualquer forma verbalizada poderia expressar. E esse sou eu, no meu modo mais intensivo, tentando fazer você feliz. E eu sei que isso é difícil, mas peço que tente perceber a diferença gritante do meu antes e depois de você.

Percebeu? Notou como, com você, eu rio mais para o mundo e que eu não sou mais tão quieto num canto?
É isto que você faz comigo: Uma pessoa melhor, mas eu não saberia falar isso sem gaguejar ou trocar as palavras, me atrapalhar todo. Por isso, deixo meus beijos te mostrarem como eu te quero. E os meus olhos tem a função de te dizer que eles são só seus.

Eu te amo com tudo de mim, pequena. É um amor genuíno, acredite. Concreto. Forte.

Eu só não sei dizê-lo.

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