“Some days I can’t even trust myself (…)
Some days I don’t know if I’m wrong or right
Your mind is playing tricks on you my dear”
(Little Talks – Of Monsters Men)



1. Twitcam em 10min – Conforme eu disse ontem, fui fazer uma Twitcam pra falar sobre o #QueroEmFoz. O convite veio, novamente, pela professora Denise Paro, para os acadêmicos de jornalismo verem como é uma transmissão ao vivo em livestream. A Thata Macedo me chamou para fazer com ela o debate entre os alunos e foi bem bacana. 25 minutos conversando. O vídeo está abaixo:

2. Nova remessa – Novos cartões do Cereja! Já estava sem e, como o FozHair está chegando, tomei vergonha na cara para mandar fazer novos. Na hora de buscá-los, conheci uma leitora! Beijos, Camila! 🙂
3. Tietando. – Está acontecendo aqui em Foz do Iguaçu (aliás, hoje é o último dia) a 9ª Conferência Latino-Americana do Software Livre, também chamada de Latinoware. O grande nome do evento é esse cara aí, o Jon Maddog Hall, da Linux. Fiz uma entrevista com ela (leia aqui) e depois, tive que dar uma tietada. Repórter também pode, né?!

4. Tem gente me dando dengo. – Terça foi um dia muito triste aqui em casa. Nossa poodlezinha de 17 anos morreu. Fiquei com os olhos inchados de tanto chorar. Aí, a Jolie, que geralmente não dá a mínima pra gente, ficou toda atenciosa comigo, toda querida, me dando dengo mesmo. Incrível como eles sentem quando não estamos bem, não é?! Agora estou melhor, mas ainda é muito estranho não ouvir os roncos da Ceci pela casa. 
5. Às vezes dá saudade. Só às vezes. – Já comentei com vocês que fui nadadora? Tipo, de verdade! Competi por Foz do Iguaçu durante quatro anos (dos 9 aos 13) e tenho, até hoje, minha coleção de medalhas. Não é a maior que alguém pode ter, mas são especiais para mim. A minha favorita (não aparece na foto) é uma de bronze: Competição em Erechim – RS, eu com 9 anos, categoria Mirim 2. Ganhei o terceiro lugar no campeonato sul-brasileiro nos 50 metros nado costas, minha modalidade. Olho para as medalhas no meu quarto e dá saudade, mas minha época passou. Melhor assim, fica como uma lembrança boa.
6. Almofadinha. – Que eu sou louca por cães vocês já sabem, mas o que eu nunca contei é que sou viciada em apertar duas partes deles: O fucinho e a pata. Como a Margot não me deixa apertar o nariz dela, fico com a “almofadinha”. Ela estava deitada na minha frente, dando mole, e tirei a foto – em seguida, apertei a patinha. Ô, delícia! 

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