Chegamos ao dia 300 de 2016. Passou rápido… Tão rápido, que faz a gente perguntar: O que eu fiz nesse tempo que voou? (Pausa para lembrar daquele jingle “o tempo passa, o tempo voa…”. Se você leu cantando, me abraça, porque estamos ficando velhos. Se você não tem ideia do que seja isso, vem aqui).

Provavelmente, algumas metas lá do dia 1º ainda estão pendentes. Em compensação, algumas que nem imaginei ser listadas já foram concluídas com sucesso. E outras estão surgindo improvisadamente.

Planejei meu casamento, que se aproxima na velocidade da luz. Conheci pessoas incríveis e me afastei de algumas que já não me traziam bem algum. Voltei pra academia e aprendi a comer. Disse “eu te amo” a pessoas que deveriam ouvir isso com mais frequência.

Me aproximei de Deus e Ele de mim. Amei-o mais e, consquentemente, Ele retribuiu na mesma intensidade – até mais forte. Entendi o que é o tal “Deixa Deus te usar”, porque eu O deixei fazê-lo. E isso me abriu portas, janelas e mares.

Hoje já é o 300 e eu penso em como esses dias foram bons – não todos, mas a média continua sendo positiva. E eu também, porque eu sou dessas sonhadoras que acredita, talvez ingenuamente, que amanhã vai ser melhor. Nem que seja um pouquinho só…

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