Desculpem a demora! Mas meus dias aqui precisavam de 36 horas para que eu conseguisse fazer tudo (passear, postar, descansar, sair..). Estou atrasada com vocês… Esse post é sobre os passeios que fiz domingo, 22.

Ah, e, pra ajudar, meu editor de vídeos resolveu “causar” um pouquinho e não funcionar. Quando ele decidir descer do salto, o vídeo será colocado tanto no post quanto no Youtube (você pode rever os outros no canal TVCerejanoOmbro).

O que eu fiz domingo:

A torre mais famosa do mundo

Paris é gigante, não preciso dizer isso. Então, como tinha poucos dias (sim, quatro dias acabam sendo pouco para a Cidade Luz… Dá pra ver muita coisa, claro. Os principais, mas… Aqui vai uma semana fácil), o mais fácil é você se organizar por regiões. Então, domingo, fui para o lado da Torre Eiffel, minha primeira – e linda – parada.

É possível subir nos três andares e acho que não são mais do que 15 euros para ir até o último andar. Do segundo você já consegue ver toda Paris. Eu não subi pelo tanto de tempo que teria que ficar na fila, tanto para comprar o bilhete quanto na fila para pegar o elevador. Cerca de 2h em cada uma… Não rola, infelizmente, não rola. Se eu tivesse mais dias, me daria o luxo, mããããss… não foi bem assim.
Almocei ali por perto mesmo… Nessas regiões mais turísticas, não tem a pira do “Não posso falar em inglês”. Os próprios franceses é que chegam “Hi, how can I help you?“. Mas, claro que, eles reconhecem o esforço por (tentar) falar o idioma deles e eles são mais gentis por causa disso. E sim, eles gostam de brasileiros. Fiquei conversando com um garçom sobre feijoada e caipirinha, bem simpático.
*Dica Plus: Quando comer, evite deixar comida no prato. Não é da cultura deles. No Brasil, temos comida de sobra e “podemos” fazer isso, mas aqui, eles passaram pela fome na época das guerras, sentiram a falta de alimentos, por isso, evitam o desperdício.

Outra coisa: Esqueçam a história de que eles comem porções pequenas…

Prato principal: Frango com verduras e legumes; antes disso veio a entrada e o pão
Depois dessa pratão mara, fui caminhando até o Hotel des Invalides/Musée de L’Armée, onde está o túmulo de Napoleão Bonaparte, além do museu da armada francesa. Bem bacana, eu gostei. Seções de todas (ou quase todas) as guerras nas quais a França se envolveu, muita coisa interessante. Fiquei cerca de 2 horas lá. O túmulo do Napoleão fica numa igreja com um domo enorme e dourado, lindo. 
Em seguida, achei que seria boa ideia ir caminhando até a Champs-Elysées e ao Arco do Triunfo. O que eu não sabia era que a avenida estaria fechada por causa de Le tour de France. Que loucura caminhar naquele lugar! Era uma luta, tinha que ir desviando, tinha gente em cima das placas, das latas de lixos, dos bancos, nas janelas das lojas… 
Até que cheguei! Consegui chegar ao Arco do Triunfo vi, tirei foto e voltei. É possível subir nele, mas não conseguiria encarar mais degraus depois da Notre-Dame. Não sei quanto custava, mas eu tinha o Museum Pass, que serve para praticamente todos os museus e monumentos de Paris. Você encontra em qualquer museu e pode comprar para usá-lo por 2, 4 ou 6 dias. Comprei o de 2 por 39 euros. Valeu a pena, evitei filas para comprar ingressos.
Para encerrar o dia, fiz o passeio no Bateaux-Mouches, os famosos barcos parisienses que fazem um passeio de uma hora pelo Rio Sena. Como minhas pernas já estavam doendo (saí do hotel as 11h da manhã e subi no barco as 18h 30min), foi um bom descanso. Aliás… aqui, minhas caminhadas duravam, em média, 8 horas por dia. Por isso comia crepe ou qualquer outro confeitado sem culpa nenhuma.
E foi assim o domingo!

Amanhã já volto para Madrid! E sábado, rumo ao Brasil. Passou tão rápido, mas acho que só pra mim. Minha presença em Foz já está sendo reivindicada! 

Bises, tento postar mais alguma coisa amanhã.

Enquanto isso, vai lá no Flickr ver as fotos de: Paris, Valência, Barcelona e Madrid.

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