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Quem é a autora do Blog?

Sou a Leca Lichacovski, Jornalista. Blogueira. Vocalista da Banda Gonzales. Sarcasticamente engraçadinha. Talvez você vá com a minha cara, talvez não.

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Eu quero acreditar

Eu quero acreditar que você diz a verdade. Que, ao olhar nos meus olhos e diz que será diferente, você está sendo sincero. E vai se esforçar para não cometer os mesmos erros. E eu quero acreditar que suas tentativas serão de bom grado e de coração.

Eu quero acreditar que seu arrependimento é real. Que suas palavras não são apenas da boca pra fora e que suas lágrimas não são resultado de suas aulas de teatro. Eu quero acreditar que podemos voltar a ser como éramos antes.

Você lembra? Será que isso te impulsionou a querer outra chance? Eu me recordo bem de como era bom. De como a gente se engrenava em qualquer situação antes das suas mentiras e desculpas.

Dizem que relacionamentos terminam por culpa dos dois envolvidos. Mas não serei hipócrita. Você me enganou porque quis. E, talvez, caiba a mim a responsabilidade de ter acreditado tão cegamente em você. Mas a gente confia na pessoa que amamos… Se não, qual é o sentido de estar com alguém?

E aí eu me pergunto: Vale a pena um relacionamento ser retomado apenas com meia confiança? Porque eu não tenho como estipular em quanto tempo poderei fechar os olhos por você novamente. E, nesse período, como seria estarmos juntos?

Eu quero acreditar que você vai acertar tudo. Que vai mudar, vai deixar a parte mesquinha e ardilosa e se entregar a mim e a nos com sua parte mais limpa. Eu quero acreditar, amor. Mas seus olhos não conseguem me transmitir mais a mesma sensação de segurança.

Eu quero acreditar que você não é um monstro.
O problema é que eu já sei que você é.

ETC

Não tenho mais medo

*Texto publicado originalmente em Entre Todas as Coisas

Eu não tenho mais medo, amor. Agora, eu digo, grito e berro que eu te amo. E que se danem os vizinhos se acharem ruim a minha serenata. Tô nem aí. Porque eu to feliz e confiante em declarar que esse amor me faz bem.

É que nem todos fizeram isso. Amor mal direcionado vira ferida desatada. E dói lembrar as vezes que disse “eu te amo” para o alvo errado. É como se as palavras ricocheteassem e voltassem para mim em brasa.

Mas dessa vez é diferente. Eu já te amava baixinho, sem saber se você também o fazia em segredo (quer dizer, eu sabia que você me amava em retorno também, mesmo em silêncio). Resolvi guardar para mim as palavras e deixar que o corpo fizesse o trabalho dessa vez. Quem sabe assim você perceberia o quanto eu te quero bem.

Eu dizia que te amava em cada abraço de chegada e em cada beijo de despedida. Em cada dedo entrelaçado nos seus cabelos. Em cada carinho na bochecha ou nas costas. Em cada olhar demorado e em cada crise de riso. Em cada conversa de final de dia e em cada desabafo.

Não sei por que eu tinha essa fobia em verbalizar o que já estava na cara (e em todo o resto de mim). Talvez porque você poderia não ter interpretado bem aquele meu sorriso… Vai que você não é tão bom na leitura de entrelinhas?

Mas já fazia uns dias que não tava mais dando pra segurar isso na garganta. Parece loucura, mas chegava a doer de verdade. Fisicamente. E aí, eu o deixei sair. Inseguro. Trêmulo. Sussurrado. Sem saber o que esperar em retorno.

Para o fim de todos os meus temores, você sorriu e disse um “eu também”. Parece que as palavras vieram em câmera lenta. Seu tom de voz foi suave. Tenho certeza de que vou guardar esse momento para sempre. Principalmente se eu voltar a ter medo.

Textos

Só eu sei

Não adianta me apontarem direções. “Vá por aqui”; “Este é o caminho que você deve seguir”; “”. Tantas frases, conselhos não pedidos, invasivos. Mas a verdade é que só eu sei do meu trajeto. E, apesar de acharem que sim, eu não devo satisfações, explicações ou justificativas.

É perigoso deixarmos outros definirem nossa vida e gostos. Somos nós quem damos nossos passos. Podem até saber dos fatos, mas nunca sabem da nossa verdade – aquela que guardamos para nós mesmos ou contamos ao travesseiro antes de dormir. E, se soubessem, muito provavelmente não entenderiam.

Não vai faltar gente querendo ditar a lista de “faça isso, não faça aquilo” na nossa vida. É diferente de aconselhar, ajudar, trazer uma luz para quando estamos confusos. Tem gente que vai surgir com o propósito de fazer o seu sonho parecer patético. E, para essas pessoas, você vira as costas, tapa os ouvidos e sai cantando conforme o planejado.

O difícil é distinguir quem são essas pessoas. Críticas vão surgir sempre. Basta você peneirar as que são construtivas e as que foram ditas apenas para depreciar. Porque, nem sempre, apoiar significa falar apenas o que a pessoa quer ouvir, mas o que ela precisa ouvir. E isso vai doer. Mas não deixe se desanimar.

Só eu sei o que eu quero pra minha vida. O que eu busco. O meu objetivo. O que eu conto ou deixo aparecer é apenas uma parcial. O meu foco real fica entre mim e meu pés, que me levam na direção que eu quero ir.

Textos

Eu sonhava…

Toda vez que fecho os olhos ao lembrar de você, nunca sei qual sentimento vai me atingir. Se vou me alegrar, se sentirei saudades, se vou ficar com raiva ou se vou querer chorar de novo. Quando se trata de lembranças de nós dois, é sempre uma roleta russa.

Queria que as boas memórias tivessem a mesma força das ruins. Tão bom lembrar aquela vez que, de longe, ao me olhar da piscina, você me piscou em segredo. O rubor nas minhas bochechas foi instantâneo e tive que baixar o rosto para esconder o riso frouxo que surgiu. Nem sei se isso significou algo para você. Mas, para mim, foi de tamanha importância que virou lembrança. Uma das minhas favoritas.

Antes de me fazer mal, você me fez bem. E é para essa parte que eu tento dar importância e valor. Nesse trecho da nossa história, você ainda não era tão real para os meus sonhos. Ainda se encaixava nos meus floreios.

Mas quando os enfeites do meu vislumbre foram saindo, você foi aparecendo mais. O seu verdadeiro. Não que fosse ruim, mas estava longe de ser quem eu pensei. Falha minha. Minhas expectativas, meu erro.

Acho que é por isso que nunca sei o que sentir. É um misto de decepção com curiosidade. Mistura alegria, paixão e dor. Como se tivessem batido os sentimentos num liquidificador e eu não sei o que dizer.

Isso me faz entender Cazuza. Aí eu saio a cantarolar (para mim mesma) por aí: “Você sonhava acordada, um jeito de não sentir dor, prendia o choro e aguava o bom do amor”. É, eu sonhava. Alto. Sem medo. Mas você… Você só era. E isso me fez acordar.

Textos

Quero um “eu” feliz

É Ano Novo. É um novo ano.

E, como aconteceu em todos os outros antes desse, nossas expectativas se renovam. Será que esse ano vai ser melhor? Será que esse ano as coisas mudam? Será que dessa vez vai ser diferente?

Será?

Mas de que adianta ser um novo ano se ainda somos os bons e velhos nós mesmos de sempre? Será que ajudamos as nossas esperanças continuando do jeito que terminamos o ano anterior?

Não podemos exigir mudanças se elas não começarem por nós. Pequenas, médias, grandes, gigantes. Não importa a proporção: tem que começar por mim e por você.

Claro que não é fácil. Mudar, sair da zona de conforto é um risco com 50% de chances de dar certo. E esse medo da metade negativa nos prende no nosso “velho eu”, porque “ah… deixa. Tem dado certo assim”.

Mudanças levam tempo de adaptação. Até as menores e, talvez, insignificantes para os outros. Por exemplo: Decidi que vou cortar o cabelo! Mas cortar mesmo. Curtinho. E eu sei que vou levar uns três dias me olhando no espelho para entender que aquela sou eu.

Eu quero mais. Ser mais. Sorrir mais. Tentar mais. Arriscar mais. Lamentar menos. E acho que você deveria fazer o mesmo.

Arrisque. Não deixe que as expectativas se diluam nas noites e nas tristezas do cotidiano. A gente não sabe o que está por vir. E nem precisa. Mas devemos estar preparados para as transformações sem aviso prévio. Aquelas que chegam como ventania de temporal.

A roupagem do ano anterior não te serve mais. Nem a minha em mim. Eu não sou mais quem eu fui ontem e, com certeza, não serei a mesma amanhã. E não quero ser.

Quero um eu novo. Quero um eu feliz.

Textos

É hora de acordar

Está na hora de acordar – para a vida.

Sabe, colocar meus pés no chão e decidir, de maneira real, o que eu vou fazer da minha vida. Continuar sonhando, claro, mas não deixar me levar demais pelas fantasias.

Nem eu nem você estamos ficando mais jovens com o passar do tempo e eu sinto que, até agora, minhas realizações não chegam nem perto do que eu realmente posso conquistar. Você já sentiu isso?

Talvez seja pensamento de ano recém virado. Talvez seja vontade antiga emergindo. Talvez seja um chacoalhão, uma luz, uma direção. Não sei. Mas tem uma voz me dizendo isto: “Acorda!”.

E não dá mais para pedir por cinco minutos extras. Não quero mais atrasar minha própria vida. É autossabotagem e só eu posso impedir isso. Desapegar do conforto e encarar novas oportunidades. Arriscar novos desafios. Me jogar em novas aventuras.

É hora de acordar.
E só para que o mundo saiba: eu acordo de bom humor!

ETC

Ela é de Áries

*Texto publicado originalmente em Entre Todas as Coisas

[Você pode ler este texto ao som de Confident]

Ela se apega aos começos, porque ela é primeira. Vai guardar bilhetes de cinema, shows, nome do restaurante, o primeiro beijo, a primeira transa, a primeira briga. Se ela se apaixonar por você, vai cultivar esse sentimento com o maior zelo.

Seja a aventura dela. Deixa ela te descobrir e mapear. Rondar as suas margens e se afundar nos seus segredos. Não precisa ter medo, não. Ela vai guardá-los como se fossem dela própria, abaixo de todas as camadas sociais.

Você não precisa esperar os lábios se encontrarem para sentir o beijo dela, rapaz. Ela começa no jeito de te olhar. Cria uma atmosfera que parece pertencer a um universo paralelo, onde ela é o sol.

Quando o beijo, enfim, chega, ela irradia. Ela vem de corpo e alma ao encontro da sua boca. Te faz arder em desejo (em suas mãos, porque ela vai te dominar, mesmo quando você pensar que não). Ela lidera o ritmo, o contato, a pressão, os movimentos.

Não espere que ela baixe a cabeça para as tuas vontades – as dela vem em primeiro lugar. Ela sabe melhor do que você o que quer para a vida e como chegar lá. Ela é forte, rapaz, mas não nega um cuidado. E, se você o der verdadeiramente, ela será sua pra sempre.

Textos

E você nem imagina

Não sei se você sabe, mas somos companheiros de viagem diária. Geralmente, eu já estou acomodado nos assentos mais ao fundo quando você embarca. E é sempre um prazer vê-la subir a bordo. Eu te acho linda, moça. E sequer sei o seu nome e o que faz da vida.

Por favor, não me ache um louco por imaginar inúmeras situações em que me apresento e você sorri em retorno. Mas você já me encantou e você nem imagina que eu existo. Queria muito saber quais lugares você frequenta para esbarrar com você e puxar assunto.

Ah, moça… Será que seu coração já tem habitante? Será que você pensa em alguém quando ouve suas músicas de olhos fechados? Maldita timidez que me faz ficar sentado aqui, só te olhando à distância.

Mas também… Se eu me aproximasse durante o trajeto, você poderia pensar mal de mim, já que tem tanto maluco por aí. Eu não sou como esses caras. Se eu tivesse a oportunidade real de chegar perto de você, seria para tentar ficar sempre ao seu lado.

Essa é a minha parada, moça. É a hora que, mentalmente, me despeço de você e te dou um beijo na bochecha – juro que é só isso! – como a despedida carinhosa de dois amigos. Ao me levantar, para a minha surpresa, você também começou a vir em direção a porta de saída. Perdi o fôlego e te dei a preferência para desembarcar.

Quando desci, você ainda estava ali, parada. Quase não acreditei que você ficara ali para falar comigo.

– Você foi muito gentil. Obrigada! – e me deu um sorriso mais lindo do que todas as versões que eu já imaginei.
– Não foi nada!
– Ei… A gente sempre pega esse ônibus, né? Acho que já te vi outros dias.
– Sim, esse é o meu diário.
– Ah, bom saber que um cavalheiro me acompanha. Obrigada de novo e tenha um bom dia,…

Era a deixa pra eu me apresentar.

– Felipe.
– Prazer, Felipe. Meu nome é Bianca. – E, como eu sempre quis que fosse, você sorriu ao ouvir meu nome.
– O prazer é meu. Um bom dia pra você também. Até amanhã, então, né?
– Sim! Até.

Eu te vi ir para uma direção e eu peguei o meu caminho de sempre, na direção oposta. Mas hoje, moça, eu caminhei em nuvens e saí a assoviar melodias de um coração alegre.

Textos

Minha saudade tem metragem definida

Para ler ouvindo: Jealous – Labrinth

Hoje é mais um dia sem você aqui. Mais um dia em que tenho que tentar transmitir tudo o que eu sinto por um telefonema. Fingir que conversas por mensagem substituem a mesa do bar ou o sofá da sala. Mais um dia que preciso aceitar que você está aí e eu não.

Minha saudade tem metragem definida, com preço de passagem certo, com horas nos ponteiros marcadas. E tem dias, como hoje, que eu tenho que tentar amansá-la como se fosse uma criança e dizer que nos veremos logo.

Eu queria que isso fosse verdade. Não que eu precise te ver todo santo dia, passar horas com você. Isso seria cansativo e prejudicial para o relacionamento. Mas eu queria, pelo menos, ter a opção de escolha.

Queria poder ir te buscar no trabalho para almoçarmos. Queria poder marcar aquele encontro com o casal de amigos. Queria poder dormir abraçada numa tarde preguiçosa. Queria poder contar o meu dia enquanto te faço cafuné.

São essas coisas do amor que eu não entendo. Que eu acho que o Cupido é um ser que vive a fazer pequenas maldades com os corações. Amor é burro e, quando é assim, é dolorido. Amor é teimoso. Amor é esperançoso. Mas nem sempre eu tenho certeza de que vou acompanhar esse ritmo quase inconseqüente.

Porque é difícil. Tem dias que fico zangada com a sua ausência não sei nem com quem estou brava. Se é com você ou se é comigo. Se eu quero brigar com você ou se quero chorar nos seus braços.

Tem dias que a imaginação vai além do que deveria e te imagina com outras pessoas. Amigos, amantes. Não sei. Quando a insegurança bate, eu não me responsabilizo pelos meus pensamentos. E te peço desculpas. Não é desconfiança. É saudade atrelada aos dias sombrios.

Eu amo você e sei que você sente o mesmo, porque eu também ouço sua voz trêmula quando diz que sente minha falta. O que eu odeio é a distância que me impede de ser sua por completo. Não só de alma, mas também de corpo.

Listas, Textos

Os melhores de 2015

Ano acabando, é hora da tradicional retrospectiva do Cereja no Ombro. Rever quais foram os melhores textos do ano. Então, vamos lá: Quais foram os destaques do blog em 2015..

Antes que eu te ame
Não era esse o combinado, mas o coração me pregou uma peça de mau gosto. A última coisa que eu queria era isso, porque eu sei que você não está na mesma página que eu – nem pretende estar.

Te baguncei
Eu queria te bagunçar, sim. Mas a bagunça que eu buscava envolvia só cabelos desgrenhados, roupas amassadas, lençóis pelo chão. Queria, talvez, uma bagunça no seu escritório, tipo aquelas cenas de filme, em que a mulher chega de surpresa, tira as coisas de cima da mesa para ela poder deitar. Era essa bagunça que eu queria e não a que eu causei.

Eu preciso dizer que te amo
Hoje eu acordei com coragem para dizer “eu te amo” e enfrentar o possível silêncio de retribuição. Hoje, resolvi aceitar que você não precisa falar o mesmo. Ninguém é obrigado a amar o outro. O que eu não posso mais é deixar isso engasgado e desbaratinar com assuntos aleatórios para ver se o caroço some da garganta.

Eu prefiro sorrir
Você que me dizia para eu sempre dizer o que penso. Para não esconder meus sentimentos, porque isso, um dia, iria me deixar louca. Então, seguindo o seu conselho, vou te dizer: Quando fiquei sabendo que não deu certo pra você, eu sorri.

Não era pra você ser tão grande
Eu achei a sua frequência. Já aprendi a te sintonizar e deixar nossas lembranças tocando sem intervalos comerciais ou ruídos. É você, em claro e bom som. Somos nós e nossas risadas. É a nossa música. São os nossos suspiros e gemidos. São meus tesouros.

Eu te amo porque…
Eu te amo porque sua risada me faz bem. Adoro te ouvir rir gostoso até perder o fôlego. Te ouvir gargalhar me faz sorrir.

Eu, bomba relógio
Eu não sou sua inimiga, moça. Não me odeie só pelo título que carrego – mas isso também não é um convite para me conhecer melhor. Só me deixe estar, assim como eu a deixo. Acredite, eu quero o mesmo que você: que ele seja feliz. E eu abri mão de estar ao lado dele visando esse objetivo.

Te descobri
Eu te descobri num olhar. Já tinha visto você várias vezes e passado horas na mesa do bar falando besteiras pela madrugada, mas eu ainda não havia realmente olhado você. E bastou um único olhar para eu realmente achar você em mim.

E se você voltar?
Não posso deixar minha cabeça muito solta, porque ela sempre acaba indo até você. Perambula pelas possibilidades, quiçá impossíveis, de um novo encontro nosso. De uma tentativa de reaproximação sua. E como eu reagiria caso você decidisse voltar.

Nada melhor do que não fazer nada com você
Tudo que eu faço tem mais graça quando você está. Dá mais cor e mais gosto. Acentua a experiência de viver. E isso também acontece quando fazemos nada juntos. Quando apenas deixamos os corpos sobre o sofá ou sobre a cama, sem distrações, a não ser as nossas conversas imaginando o futuro.

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