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Quem é a autora do Blog?

Sou a Leca Lichacovski, Jornalista. Blogueira. Vocalista da Banda Gonzales. Sarcasticamente engraçadinha. Talvez você vá com a minha cara, talvez não.

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Leca

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Cereja no Mundo

Lua-de-mel na Europa: Frankfurt am Main, o centro econômico alemão

Enfim, hora de falar de nossa última parada na viagem: Frankfurt am Main, uma das maiores cidades da Alemanha e centro financeiro do país. Foi em Frankfurt que o Euro surgiu como projeto e começou a ser executado. A cidade tem uma história muito forte de destruição (2ª Guerra Mundial) e ressurgimento, com esforço da população e do governo. Hoje, andando pelas ruas de lá, nem dá pra acreditar que boa parte de seus monumentos foram refeitos.

Frankfurt am Main

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Cereja no Mundo

Lua-de-mel na Europa: Viajar de carro na França e Alemanha

Alerta: este post pode causar irritação.

Nós pegamos o carro (um Ford Focus) na Sixt, em Paris. Nosso destino final era Frankfurt, na Alemanha. No total, passamos por oito cidades: Paris e Colmar, na França; Zurique, na Suíça; Füssen, Augsburg, Rothenburg ob der Tauber, Würzburg e Frankfurt, na Alemanha.

Reveja os posts da Lua-de-mel aqui.

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Cereja no Mundo

Lua-de-mel ma Europa: Rothenburg, a cidade atrás da muralha

Parece título de episódio de Game of Thrones, mas não é. Depois de dois dias (gelados e lindos) em Füssen, fomos para Rothenburg ob der Tauber, com parada para almoço em Augsburg, outra cidade da rota romântica. Não tenho foto de lá porque perdemos o foco e só fizemos compras. Então, vamos focar em Rothenburg.

Chegamos a cidade atrás da muralha junto com umas crianças que iam se apresentar no mercado de Natal

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Cereja no Mundo

Lua-de-mel na Europa: Füssen, o início da Rota Romântica alemã

O caminho de Colmar até Füssen, no sul da Alemanha, é lindo. A cidade faz parte da chamada “Rota romântica“, composta por 21 municípios – sim, vai ter post só sobre essa rota também. Como estávamos sem muita pressa, demos uma leve esticada para almoçar em Zurique, na Suíça. Não conseguimos ver muito da cidade, já que paramos apenas pra uma refeição, mas a a capital suíça exala riqueza e sobriedade.

Centro de Zurique

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Cereja no Mundo

Lua-de-mel na Europa: Colmar, a pequena Veneza da França

No último dia em Paris, pegamos é o carro (vai ter post só sobre road trip na Europa também) e seguimos em direção a Alsácia, região entre França e Alemanha. A cidade mais conhecida e populosa dessa área é Estrasburgo, mas uns quilômetros mais ao sul, há uma tesourinho chamado Colmar.

Chegamos já era noite, mas ela nos encantou de cara mesmo assim

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Cereja no Mundo

Lua-de-Mel Na Europa: 5 dias em Paris

Voltei, Brasil. E com posts sobre viagem, lua-de-mel e Europa!

Preciso dizer logo de cara que eu a d o r e i viajar nessa época do ano (final de novembro, começo de dezembro). Está frio, já que é final de outono, mas nada absurdo. Quer dizer, chegamos a pegar um dia com -8° C, mas tinha sol. Além disso, é baixa temporada. Não tem muita gente (a não ser excursão de chineses), preços mais baixos e poucas filas nos principais atrativos. E, a cereja no bolo: tem mercados de Natal! Farei um post só sobre eles… Teremos muito assunto nos próximos dias.

Vamos começar por Paris, nossa primeira parada “nazoropa“.

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Leca

Vou me dar o direito de sumir

Às 6h30, de segunda a sábado, toca o despertador no celular. Desligo. Abro o Facebook e fico exatos 11 minutos rolando a timeline para ver o que de interessante (ou não) aconteceu enquanto eu dormia. Selfies. Gatinhos. Resultados de testes do tipo: “Como seria a sua versão no sexo oposto?“.

Se o Face não está lá muito bom, vou para o Instagram e vejo imagens – praticamente as mesmas que vi na outra rede social – carregadas de efeitos, brilho, contraste e etc. É bonito o mundo por ali.

Durante o meu dia, penso: “O que eu vou postar hoje? Preciso de um texto. De uma foto. De uma música legal para compartilhar. E piadinhas para o Twitter. Será que dá pra repeti-la no Snapchat?“.

E me pergunto onde está o meu proveito dos meus dias entre uma rede e outra. Então, decidi: vou me dar o direito de sumir. A ocasião também pede sumiço e privacidade. Vou casar e sair de lua-de-mel.

Leca, você não vai fazer posts da viagem?“. Não sei. E, se fizer, não vai ser em tempo real. Talvez uma foto de vez em quando no Insta para mostrar que estou viva. Posso anotar as dicas e passá-las depois para o blog. Mas, enquanto eu estiver lá, eu quero estar lá. Com el maridón recém assinado.

O Cereja no Ombro, como já disse na fanpage, ficará sob os cuidados de Caroline Sassatelli e Carolina Nepomuceno, minhas (lindas) companheiras de Entre Todas as Coisas – de onde, por sinal, também estou de folga por conta do casamento.

Eu volto na segunda semana de dezembro. Voltamos a nos conversar a partir de lá, tudo bem? Fiquem bem, se cuidem, não brinquem com fogo e curtam os textos das lindezas que vão tomar conta desse espacinho, ok?

Okay.

Leca

Notas sobre uma noiva ansiosa

Eu não estou dormindo a noite toda por causa da ansiedade. 80% dos meus sonhos envolvem casamento e alguma situação ridícula, do tipo: esqueci de comprar o sapato de noiva e vou ter que usar minha rasteirinha quase-gladiadora toda surrada.

Ontem terminei de fazer a limpa nos meus armários. Separei sacos e mais sacos de roupa para doação. Sapatos. Almofadas. Bijuterias. Cintos. Bolsas. Tudo que não vai, mas que também não merece ficar mais.

Tive que me desprender de todo apego emocional na separação das roupas. Aquelas bonitinhas que vieram de viagens e estavam no armário só por esse motivo. Por esse lado, foi bom. Libertador até… Não sei porquê guardamos tanta coisa. Achei até bilhetes de entradas de parques. Livros de teoria musical e de dinâmicas em grupo.

No meio da arrumação (ou ‘desarrumação’?), me peguei pensando: como é engraçado o curso natural da vida. De repente, a casa onde eu cresci e me criei vai se tornar “a casa dos meus pais”. Ando meio nostálgica, eu sei. Mas acho que não tem como não ficar vendo sua vida inteira sendo separada em caixas de mudança e de lixo.

Outra coisa que vai doer: Margot vai ficar em casa. Aliás… na casa deles. Não vou separá-la da Milly, muito menos privá-la do espaço para prendê-la num apartamento onde ficará sozinha. Pela primeira vez em 27 anos, não terei companhia canina diária.

Não vou nem citar meus pais, porque choro só de pensar. Quando eu era pequena, eu, minha irmã e minha mãe dividíamos a cama dos meus pais até dormirmos. Meu pai vinha nos buscar e, muitas noites, eu fingia que estava dormindo só para ele me levar no colo até o meu quarto.

Droga, já estou chorando.

Mas não pensem que estou triste. Pelo contrário! Estou muito animada com a mudança. Só fica esse pesinho no coração, mas estou pronta. É natural, eu acho, ficar assim, nostálgica. Ansiosa. Noiva prestes a mudar o status para “casada”.

Que venham novas caixas para serem preenchidas. Que venha a nova vida.

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