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Quem é a autora do Blog?

Sou a Leca Lichacovski, Jornalista. Blogueira. Vocalista da Banda Gonzales. Sarcasticamente engraçadinha. Talvez você vá com a minha cara, talvez não.

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Gordice de domingo (2)

Mais um domingo frio em Foz… Isso quer dizer mais uma gordice – a primeira foi o bolo de caneca, lembra?

Mas hoje tem um motivo mais especial, a noite ou amanhã eu atualizo aqui dizendo o que era. Então, tentei fazer bonito, uma coisa diferente e que eu amo: Cheesecake!

Não sei vocês, mas sou louca por essa comida gringa! Talvez seja um pouco de influência da Rachel e do Chandler (Friends) no episódio que eles roubam uma torta que é tão tão cremosa!

Mas tá… chega de falar. Foi um pouco mais trabalhoso que os bolos de caneca (tá… bem mais trabalhoso) e ainda não provei… Mas olha como ficou:

Sim, eu sei que ele tá estranho, tá legal!? Meus (poucos) dotes culinários me abandonaram hoje… Mas eu posso explicar… Segue a receita e daí eu falo onde eu fiz merda “caca”.

Ingredientes
1 lata de creme de leite
1 lata de leite condensado
200g de cream cheese
Massa
300g de biscoito maria ou maisena
6 colheres de manteiga sem sal
Cobertura
1 vidro e meio de geleia (a que você escolher. Eu misturei dois tipos: Frutas vermelhas e silvestres).
Meio copo de água
Modo de Preparo
1. Triture o biscoito e misture com a manteiga
2. Forre o fundo e os lados de uma forma de fundo falso e leve ao forno por 10 minutos
3. Misture tudo, menos a geleia, na batedeira por 4 minutos 
(meu primeiro erro… Não li essa parte em negrito, então, não bati tempo suficiente)

4. Coloque a mistura sobre a massa e leve ao forno por 15 minutos; Retire e deixe esfriar
5. Amoleça a geleia com um pouco de água em banho maria; Quando esfriar, coloque por cima da torta (segundo erro. Não bastasse o ‘caldo’ não estar frio, a torta também não estava… Aí um pouco da cobertura afundou. Por isso tem umas partes sem nada)


Sem contar que tive que improvisar umas horas… Não vou descrever aqui, porque… né!? Se ficar bom, criei uma nova receita. Se ficar ruim… Bom… Melhor não pensar nisso.
Farei uma versão melhorada algum outro dia e vocês vão ficar com água na boca! Guardem as minhas palavras, ou não me chamo Letícia!

[ATUALIZÇÃO]

Muito bem, crianças… Conforme havia dito ontem aqui no post, eis a atualização. O cheesecake (meio desastroso, mas ficou bom!) foi para comemorar mais um aniversário do nosso clube da Luluzinha! Dessa vez, da sra. Maya Riquelme! 
Jaq Gimenez (anfitriã), Gabriela Beck, Natalia Casado, Maya Riquelme, Giovana Cirne, Letícia Lichacovski, Gladys Gonzalez, Suellen Moraes e, na TV, Thaís Montenegro, ao vivo, direto de Curitiba!

Sobre o Cheesecake…
Não tirei fotos dele depois, porque quis evitar minha vergonha. Como eu disse, não bati o recheio pelo tempo necessário e isso fez diferença, porque não endureceu! Ficou gostoso – já acabou – mas não deu para desenformar, senão ia fazer uma sujeira enorme…
Minha promessa vale: Um dia farei uma tão, mas tão bonita, que você vai se ver lambendo a tela do computador! Há!
Receitas

Gordice de domingo

Chove na fronteira. O clima não poderia estar mais agradável para um domingo. E, para acompanhar essa delícia, que tal uma gordice rápida e fácil de fazer?
Bolinho de caneca no microondas!


Receita:
. 1 ovo pequeno;
. 3 colheres (sopa) de óleo;
. 6 colheres (sopa) de leite;
. 4 colheres (sopa) de açúcar;
. 3 colheres (sopa) de chocolate em pó;
. 4 colheres (sopa) de farinha de trigo;
. 1 colher (café) de fermento em pó;
. 1 colher (chá) de manteiga;
Modo de Preparo:

1. Coloque o ovo na caneca e bata com um garfo;
2. Adicione o óleo, o açúcar, 4 colheres (sopa) de leite e 2 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó e mexa;
3. Incorpore a farinha de trigo e o fermento, aos poucos, na massa. Em seguida, leve ao micro-ondas durante 3 minutos na potência máxima;
4. Prepare a cobertura: junte 2 colheres (sopa) de leite, a margarina e 1 colher (sopa) rasa de chocolate e ponha no micro-ondas por 30 segundos, também na potência máxima;
5. Despeje no bolo ainda quente
Fala séééério, super fácil, né?! Se até eu consegui, por que não você? E assim, por ser feito no microondas e direto na caneca, quase não faz sujeira… a menos que você seja levemente destrambelhado como eu…
Ainda assim, a lambança poderia ter sido bem pior.
Ah, lembram que eu contei ontem que a minha pequenina, a Bonnie (a Terrível), não está mais entre nós, né?! Já chorei horrores… Mas, ao chegar em casa ontem, olha quem me esperava:

Essa é a Margot, a minha beagle linda! Nunca vi um furacão tão bem disfarçado… Ela não anda, só corre… E, diferente da Bonnie, não foi adotada, mas comprada mesmo. Ainda sou adepta a adoção, mas eu acho que a Bonninha já tenha vindo doente da ONG. Como eu disse: ACHO, ok?! E, ainda que tenha vindo, não culpo, nem penso em culpar a entidade. O trabalho da Vida Animal é lindo e eu continuo apoiando. Mas, com o tanto de animais, eles não tem como evitar pulgas e carrapatos… Muito menos um carrapato que transmita a doença (causa da morte da Bonnie).
Voltando à Margot, minha nova filhota, já está ajudando na cozinha. Ela e a Ava…

É isso, gente… Bom resto de domingo para vocês!
Textos

Com que cão eu vou?

Há duas semanas encafifamos que queríamos um cachorro novo aqui em casa (porque três já não eram suficiente, né?!).
Pensamos, pensamos e pensamos mais um pouco quanto à raça. E meu post é sobre isso: Por mais que cachorros sejam lindos, companheiros e tudo mais, não são brinquedos. Eles vão lhe custar tempo e dinheiro.
Devemos lembrar também que eles vivem anos e, como pessoas, tem suas personalidades.

1º pense no seguinte: PARA QUE você quer um cachorro?

Cada raça tem um temperamento que influencia no seu comportamento. Claro que a forma de como o bichinho será criado também conta, mas cada raça tem suas características comportamentais. Portanto, estude-as
2º quesito: quais os meus PLANOS FUTUROS?
Nem sempre lembramos disso, mas também tem que ser levado em consideração. Exemplo: Compro um cão de médio a grande porte, mas daqui 2 anos pretendo me mudar para um apartamento. E aí? Ou ainda: Comprei um Pastor Alemão e planejo, em breve, ter filhos. Não rola… Adotei um boxer, mas pretendo ter outros cães. Sabia que Boxers são ótimos cães-babás, mas detestam convívio com outros animais!?
Novamente, repito: criação influencia, mas o temperamento da raça também
3ª questão: Você terá TEMPO para se dedicar ao cão?
Parece ser fácil criar um cachorro, mas não é bem assim… Dependendo da raça, os cuidados com pelo devem ser dobrados. Ou, por genética, algumas raças tem maior incidência a certas doenças, como obesidade (Beagles), problemas respiratórios (Pugs), dermatites (Golden Retrievers e Sharpeis) e tantas outras.
Após analisarmos essas questões, optamos por uma Cocker…”cockercoisa“. Quem disse que para ser um bom cachorro tem que ter pedigree? 
Portanto, ontem fui até a ONG Vida Animal e trouxe para casa a minha feiurinha…
Muito amor por cão num post só.
Textos

Mais saxofone

Já comecei aqui uma teoria de que o saxofone está ganhando espaço no mundo pop. E, mais uma cantora resolveu deixar o instrumento fluir na música: Beyoncé.
Primeiro deixa eu falar que essa mulher é uma verdadeira DEUSA DOS PALCOS quando se apresenta. Não sou fã dela, mas tenho que reconhecer isso. 
Em sua apresentação no Glastonbury (ela encerrou o festival: a primeira mulher em 20 anos a fazer isso. Uia!), na música “Crazy in Love”, o saxofone ganhou um solo. Não só um, mas dois deles. E um trompete.
Babe com a apresentação da Rainha do Glastonbury 2011:
É muito poder pruma mulher só.
Textos

Crazy Friends Forever

Suas amigas fazem textos super lindos em Blogs? Não? As minhas, sim…
Suas amigas organizam uma festa surpresa temática em apenas um dia para você? Também não? As minhas organizam…
E música? As suas amigas compõem alguma para você? NÃO? Ah… As minhas…. Adivinha?!
A Gi “Paris-Bobagem” Cirne e a Thaís “Lady Bera” Montenegro fizeram uma música super mimo para o nosso grupo de “djivas” via Gtalk (isso porque a Giovana estava a mais de mil km de distância…). 
Pra ninguém esquecer a importância de uma (ou várias, como é o caso) amizade(s).
I don’t know what to do with you
It’s even harder to be without you
And everytime that I see you cry, it makes me wanna kill, it makes me wanna die
You’re my best friend
Textos

Resposta ao Top 3 da Vida

Há quase 3h eu vim para o computador. Cedo, eu sei, mas precisava fazer uma matéria. Confesso que me faltava inspiração… Apesar de estar bem na maior parte do tempo, estar desempregada me frustra de uma maneira avassaladora. E isso faz com que escrever seja mais difícil – o que é ruim para quem acabou de se formar em jornalismo.
Fiquei enrolando um pouco. Foi aí que vi um link no meu Facebook. Era da Natalia, a nossa “Globeleza do Metal”. Um post lindo, contando de 2010 e sobre as amizades que surgiram e/ou evoluíram no ano passado.
Nosso grupo da alegria, onde, além de mim e da Ná, tem Maya Riquelme, Thaís Montenegro, Gabriela Beck, Carol Ramalho, Suellen Geanne, Jaq Gimenes, Giovana Cirne e Gladys Gonzalez.
Lembrei que ainda não nos reunimos esse ano e, nossa, que saudade que me deu. 
Não sei quais são os outros dois componentes do “Top 3 da Vida”, mas, com certeza, a amizade não podia faltar. Até certo ponto do ano passado, principalmente nas minhas crises de TPM, me sentia sozinha. E, por mais que essa sensação passasse, hoje me arrependi (mais do que nunca) por tê-la sentido. Senti como se fosse traição.
Depois de ler tudo no post da Natália e rever os vídeos das nossas versões musicais, minha inspiração veio como bola de canhão. A toda velocidade, peso e densidade. 
Até minha frustração se encontra reduzida. Talvez porque agora a ideia de não estar sozinha – seja nos bons ou maus momentos – foi reforçada. E tudo fica melhor assim.
Textos

Letícia cresceu

Já foi o tempo que eu fazia dever de casa… ou melhor, tarefa. Nessa mesma época, enfeitava as margens do caderno com lápis coloridos e perguntava pra “tia” se eu podia escrever de caneta.
Em casa, os trabalhos eram feitos em papel almaço, lembrando sempre de respeitar a linha vermelha e não ultrapassá-la e de nunca – nunca mesmo – escrever no verso. E para os parágrafos, o dedo era a medida exata da distância necessária.
Para estudar na época de provas, me imaginava sendo a professora e explicando para os meus alunos – quem diria que, anos mais tarde, isso realmente aconteceria. E teria, não uma, mas algumas turmas com estudantes me perguntando o que “shades” quer dizem em português.
A noite, meu pai sentava comigo para ver se estava tudo na ponta da língua ou me fazia exercícios no caso de matemática. Às vezes eu ia bem, às vezes não… O que me fazia ler a apostila mais algumas vezes.
A técnica de estudar mudou e mudou e mudou de novo. Da técnica de “professora dos alunos imaginários”, fui para os resumos, estudar em voz alta, estudar com música, fazer cola. Ah, as colas… Tinha que ter manha. Aliás, até hoje, é preciso ter a jinga para enganar o professor. No Ensino Médio, as colas já não bastavam e o segredo era ser rápido o bastante para trocar de prova com o colega sem ninguém ver. Eu fazia as de História enquanto alguém resolvia os problemas de Física por mim.
No terceiro ano, em 2006 – nossa, já faz quatro anos! – era tudo misturado. Estudos e trabalho. Tinha orgulho de não poder ir às aulas da tarde por causa do meu trabalho. De manhã, aula, de tarde, trabalho e a noite… O que eu fazia a noite naquela época? Não lembro.
Para resumir: agora, depois de quatro anos de faculdade, estou aqui… à mercê de Deus e olhando para os capítulos passados. Bate uma nostalgia e uma certa dor de saudade dos tempos que brincava na rua até tarde da noite. Ano que vem tudo vai mudar, de novo. 
Não tem mais lápis colorindo caderno – até porque nos dias de hoje, está tudo na tela do computador, e não no papel. Nem colas, troca de provas, simulados. Agora é pra valer… E que venham as novas brigas, batalhas e lutas: Eu cresci! Não há bicho papão que me faça cair.
Textos

Conversa comigo mesma

Há tempos não dedico uma escrita para mim mesma.
É como se um lado meu tentasse me acalmar enquanto o outro se depara com um abismo.

Respire, Letícia, continue respirando.

A incerteza vem chegando com os colegas
medo, ansiedade e insegurança.

Você lutou e se esforçou por quatro anos para estar onde está agora.
Não deixe que seja tudo perdido por medo.

Como me disseram ontem: “O ‘não’ você já tem, então, o que vier, é lucro”.

Respire, continue respirando.

Continue.

Leca

A cerejeira no Estúdio Click Foz

Matéria do amigasso Garon Piceli sobre minhas fotos no Flickr. A matéria está disponível no site do Click Foz do Iguaçu, mas, para facilitar, é só clicar aqui.

Vou colocar trechos da entrevista Ping Pong.

Clickfoz – Por qual razão você se interessa pela fotografia?
Letícia – Eu acho que é um meio diferente de vermos o mundo. Não reparamos na beleza, por exemplo, de um riso até o registrarmos. 
Clickfoz – Qual o estilo que melhor define as suas capturas?
Letícia – Gosto da espontaneidade (a não ser quando são fotos minhas). É o único meio de conseguirmos transmitir um sentimento verdadeiro para a foto. É muito mais fácil entender o um sorriso de uma criança brincando do que o sorriso de uma modelo que sorri porque deve.
Leca, Listas

Os cinco filmes de 2009 que recomendo

Se você ainda não assistiu, dá tempo e, acredite, vai valer a pena! Uma pequena lista dos meus filmes favoritos de 2009.

5º Lugar – Marley e eu

Filme baseado no livro do jornalista americano John Grogan onde os feitos do “pior cão do mundo” foram registrados. Com Owen Wilson, Jennifer Aniston e um Golden Retriever como Marley, que é a estrela do longa. Linda fotografia, trilha sonora e história belíssima sobre a fidelidade de um cão a seu dono. Para rir e chorar.

Frase do filme: Você não é o pior cão do mundo.

4º Lugar – O Leitor

Prefiro o livro, mas o Oscar de Melhor Atriz foi sem sombra de dúvida merecido. Kate Winslet é Hannah Schmitz, uma alemã dura e que tem um caso com um jovem 15 anos mais novo que ela, Michael. O longa também conta com Ralph Fiennes, que interpreta Michael adulto. Muito bom, o diretor foi bem fidedigno ao livro.

Frase do filme: Michael? Então, eu estou com o Michael….

3º Lugar – A troca

Não podia deixar a minha musa fora. Em “A Troca”, Angelina Jolie interpreta Christina Collins, mãe do desaparecido Walter Collins e luta até o fim para que ele seja encontrado. E para isso, enfrenta até a corrupta Polícia, quando lhe entregam um menino que dizem ser seu filho. Jolie não levou Oscar de melhor atriz, mas a interpretação dela é linda, o papel é forte e a história é baseada em fatos reais.

Frase do filme: Eu quero o MEU filho de volta.

2º Lugar – Bastardos Inglórios

Quentin Tarantino me conquistou com esse filme. Americanos judeus comandados por Brad Pitt que vão caçar nazistas. Esse grupo é chamado de “Bastardos”. A atenção, porém, não foi nem no Aldo Raine (Pitt), mas no general nazista Hans Landa, interpretado por Cristoph Waltz, que merece até uma crítica à parte! O austríaco era ator de novelas antes do Tarantino achá-lo, ou até ele encontrar Tarantino. O diretor estava prestes a desistir do papel, porque não encontrava ninguém que falasse inglês, francês e alemão com fluência. Até que… Waltz entra (literalmente) em cena e, além das três, ele ainda fala italiano. Esse não podia faltar na minha lista de filmes! Indicado e recomendado!

Frase do Filme: Cada um de vocês terá que me trazer 100 escalpos nazistas… E eu quero meus escalpos.

1º Lugar – O Curioso Caso de Benjamin Button

Assisti duas vezes no cinema e uma em casa e nas três, eu choro. Belíssimo filme, como há tempos não era feito um filme bonito. A história é baseada em um conto, onde Benjamin (Brad Pitt), curiosamente, nasce com aparência de idoso e rejuvenesce conforme o passar dos anos. Além da brilhante atuação de Pitt, Cate Blanchett está linda e de performance igualmente perfeita. Achei uma pena ele não ter ganho o Oscar de Melhor Filme (que ficou com “Quem quer ser um Milionário), porque eu realmente torcia para este. Enquanto criança, Pitt capta o olhar infantil de uma maneira cativante. Você realmente vê uma criança apesar da imagem de um senhor idoso. E o texto final, é simplesmente deslumbrante.

Frase do filme: Boa noite, Benjamin.

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