É você. Você mesmo. E vou ter que contar pra todo mundo, porque eu sou dessas que sai contando a todos os ventos, sim. Ou você achava que poderia vir aqui mexer comigo e me deixar calada? Não, meu bem. Não… Vou dizer e apontar que é você.

Você que faz a batida do meu coração virar sinfonia e faz da minha alma, bailarina. Eu também achava isso uma daquelas besteiras de romancinhos com a Jennifer Lopez ou coisa de paixão-hormonal adolescente baseada na saga Crepúsculo…

Mas você… Ah, você!

Foi você que mudou tudo. Você me transformou numa dessas debiloides que parecem ter saído de um musical. Sabe, aquelas que começam a cantar pela rua como se não existisse ninguém por perto para notar a minha voz desafinada.

Não sei se esse trem é irreversível. Mas, pra falar bem a verdade, tô com uma vontade tamanha de me jogar nisso apesar de todos os efeitos colaterais que pode causar… Porque eu não sei nem se quero voltar a ser como antes. Então, se é pra ser assim, então que seja. Se é pra ser, que seja um daqueles amores inspiradores. Se é pra ser, que não seja em vão.

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