Todos já sabem a ordem dos dias da semana: Domingo,
Segunda-feira, Terça-feira, Quarta-feira, Quinta-feira, Sexta-feira e
Sábado.


Isso não é novidade para ninguém. Mas o que é segredo e que poucos
sabem é que, assim como existem números fracionários entre um e dois na
Matemática, também existe algo entre a Sexta e o Sábado: a Sétima-Feira.


É aquela altura que você não sabe mais se é tarde da noite ou cedo da
manhã. É algo que todos adoram, mas não sabem da existência desse
“semi-dia”.


É a em hora que os casais namoram dentro de quatro paredes, hora de a
mãe levantar para amamentar o bebê, hora de descanso onde as crianças
repõem as energias para o amanhã e é hora que a noite não pára.


A noite, apesar de fria na Sétima-feira, aquece. Faz com que todos
tenham vontade de abraçar, beijar, suar, transar, pular, dançar e tantas
outras ações. Faz com que todos pensem: tomara que o Sábado demore para
terminar. Mal sabem eles que o Sábado ainda nem chegou. Que aquele dia,
é algo entre as madrugadas dos dois dias favoritos das pessoas, onde o
final de semana começa.


Sétima-feira é o segredo dos poetas, assim como os Templários tinham
os seus. Agora, que o tornei público, façam o favor de contar para o
vizinho, para os avôs, para os pais e filhos. Quem sabe assim, ao
perceberem quão maravilhosa é a Sétima-feira, nossa semana passe a ter
oito dias, sendo dois deles, sagrados: Um para descanso e o outro para
se libertar da mesmice causada pelo calendário

Texto das antigas. Acho que escrevi “Sétima-Feira” em 2006, por aí e o encontrei ontem. Gosto dele, acho que valeu fazer o resgate.

Ah, um adendo que não está no texto: A sétima-feira só acontece quando vale a pena.

Bom domingo!

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