Desculpem o chá de sumiço. Estava turistando. Não, eu não viajei. Fui turista em minha própria cidade. E, olha… que experiência boa!

Estava acompanhando um casal (queridíssimo!) de jornalistas de Londres e, com isso, aproveitei a oportunidade de ver a Foz do Iguaçu que os turistas conhecem. E como eu gostei dessa nova visão. Já serviu para mudar um pouco a perspectiva de “cidade de interior”. De repente, as peculiaridades ficaram mais especiais… Ah, é difícil de explicar. Vocês não vão entender a menos que passem por isso (recomendo).

Na sexta-feira, eu e Tom Mitchelson (do jornal londrino The Sun), fizemos o City Tour oferecido pela Loumar Turismo. Vergonha na cara por não ter feito antes.

O Junior, nosso motorista, fez um papel excelente de guia. Textos sobre a cidade na ponta da língua e explicações muito bem dadas às perguntas do visitante estrangeiro. Até eu, nascida e criada aqui, aprendi muito sobre a cidade e sua fundação.

Durante o passeio, percorremos pelo centro da Foz e fazemos três paradas: Mesquita, Coart e Marco das Três Fronteiras.

Fotos do Instagram da Cerejeira: Mesquita, bandeiras dos três países e o encontro dos rios Iguaçu e Paraná
(vista do Marco das Três Fronteirsa)

O citytour dura 2 horas e meia e vale a pena. Se você gosta de história e curiosidades, principalmente. Ainda que você more aqui, como eu, indico fazer, pelo menos uma vez.

Na parte da tarde, Diene Petterle (jornalista da BBC) se juntou à nós e fomos até a gigante Itaipu. O passeio que fizemos foi diferenciado (Rá!), acompanhado pelo assessor de imprensa, Romeu de Bruns. 
Não consigo não me impressionar com o tamanho da Usina… Toda vez que vou lá, ela me fascina.

O nosso tour particular durou quase três horas. Diene, como diretora de documentários, ficou analisando e elaborando onde daria para fazer takes e criar um filme de terror ali. O cenário daria super certo (para filmes de ficção também).

A noite, para encerrar, fomos ao show Iporã, na Churrascaria Rafain. Eu já conhecia o show que é apresentado durante o jantar, mas o Iporã é à parte, num outro salão. Apesar de o roteiro ser praticamente o mesmo, a produção do Iporã é melhor. Algo mais bem estruturado, muito legal. Gostei! 
Ah… E Tom fez “participação especial”:
Just breathe, Tom!

Essa foi a primeira participação. Sim, ele subiu ao palco mais de uma vez. Foi escolhido duas vezes, mas vou poupá-lo e não postar as fotos dele “sambando”. Hahahaha… 
Enfim… Foram dois dias sendo guia e turista ao mesmo tempo. Adorei! Ser turista é uma delícia… Ainda que seja na sua cidade natal. Experimente!

Comments

comments

Powered by Facebook Comments